.

A crise imobiliária nos EUA era um caso previsto pela maioria dos especialistas há mais de dois anos atrás. Era muita facilidade de créditos. Qualquer um podia comprar um imóvel por lá , sem muita cerimônia, bastava estar vivo e comparecer com a coragem que já conseguia um financiamento. Mas era só ganância de instituições financeiras e descaso das autoridades de lá, que só se preocupavam com os “terroristas”, para não se dizer com o petróleo dos outros.
Não foi tão longe e a bolha estourou. Os créditos eram concedidos sem garantias fortes e com uma pequena crise vieram as inadimplências, que levou à quebradeira as instituições que concederam tais créditos.
Como a economia norte americana é a maior do mundo, dela todos os países dependem, direta ou indiretamente. A China e outros países asiáticos e europeus deixarão de vender tanto para os norte americanos e o Brasil também deixará de vender diretamente e desta forma também indiretamente para eles.
Mas como diz o nosso Presidente Lula, “o Brasil não será afetado, pois a crise ainda não atravessou o Atlântico”.
Só que seus assessores esqueceram de avisar a ele que o Brasil fica do lado de cá do Atlântico e tanto quanto os países da nossa pobre América Latina já estamos há mais de um ano mergulhados nesta crise, com o fechamento de dezenas de empresas que exportavam para os EUA, começando por madeireiras aqui do sul do país, depois as fábricas de móveis e agora até as empresas de cerâmicas, além de muitas outras afetadas também pelo câmbio do dólar baixo.

Leia Tambem:

Sem comentarios ainda! Seja o primeiro.

Deixe seu comentario referente a este post e PARTICIPE!

Assine o FEED do Baixinho.NET