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A volta às aula. As escolas e as listas de materiais escolares.

Todo início dos períodos escolares se torna um tormento para os pais. O final de ano envolve muitos gastos nas famílias, com festas, presentes, viagens, praias, férias. Além disso o início do ano trás a voracidade do poder público com taxas e impostos sempre majorados.
Neste país onde o governo cobra um dos maiores impostos do mundo e presta um dos piores serviços ao cidadão, o cidadão de poder aquisitivo um pouquinho melhorado tenta manter seu filho nas escolas particulares, pois é notório a baixa qualidade das escolas públicas brasileiras. Para não investir e melhorar o nível o governo prefere implantar a política de cotas nas universidades, o que a médio prazo vai baixar também o nível dos alunos nas mesmas, pois nenhum professor poderá mantê-lo se os alunos não tem formação básica para acompanhá-lo e esses alunos, mal formados, serão os professores dos nossos netos lá na frente.
Além das taxas de matrículas e uniformes, os pais enfrentam as famosas listas de materiais escolares das escolas. Muitas escolas, principalmente as particulares cometem verdadeiros abusos nestas listas, mas poucos pais protestam ou procuram os órgãos competentes, como o Procon, para reclamar. Essas escolas incluem nas listas os materiais de uso coletivo, que devem ser comprados por elas, com o dinheiro arrecadado das mensalidades, como materiais de limpezas, papel higiênico, materiais usados pela escola no seu expediente, como papéis sulfite e outros, além de citarem marcas ou produtos que só podem ser encontrados em determinados lugares, que evidentemente possuem preços elevados, pois na maioria dos casos fazem parte de esquemas de comissões e favores destas lojas, que serão posteriormentes repassados para estas escolas.

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