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Apagão elétrico

Todos se lembram do famoso apagão elétrico que ocorreu no governo do FHC e o mais recente há pouco tempo atrás, já no governo do Lula.

Até hoje esse último não ficou bem explicado, tendo sido culpada, nos primeiros momentos, a usina de Itaipu, depois a culpa foi sendo transferida para subestações e linhas de transmissões e sobrou até para São Pedro, que dizem que mandou uma tempestade só para causar o apagão.

Mas uma coisa é certa, tanto um quanto o outro foram culpa dos governos, que não fizeram planejamentos ou não estão dando a devida atenção para a manutenção dos equipamentos.

Com a crise que atingiu o mundo todo nos anos de 2008 e 2009, inclusive o Brasil, as atividades econômicas tiveram uma diminuição drástica, evitando novos colapsos em nosso país.

Porém a economia já dá demonstração de retomada e isso vai requerer um consumo muito grande de energia elétrica. Será que o Brasil está preparado para isso?

Foram criadas várias usinas termos elétricas pelo Brasil, movidas a gás natural de petróleo, cujo custo de produção é consideravelmente mais elevado que o de hidroelétricas, além de que a maioria é movida com gás importado da Bolívia, que todos sabem que recentemente o governo daquele país rompeu o contrato e elevou os preços, tornando praticamente inviáveis as nossas usinas termos elétricas, uma vez que ainda não produzimos gás o suficiente.

O Lula até andou falando na retomada do programa das usinas nucleares, uma vez que temos algumas em Angra dos Reis, porém velhas e ultrapassadas.

Nosso potencial das usinas hidroelétricas está quase esgotado e as que ainda podemos construir sofrem forte contrariedade dos ambientalistas.

Possuímos um grande potencial para o qual ainda não se deu a atenção devida, que é a exploração da energia eólica e solar e até a energia das ondas marítimas ao longo do nosso vasto litoral.

Temos ouvido notícias de novos pequenos apagões em cidades como Rio de Janeiro e outras, tendo sido causados novamente pelo descuido e falta de manutenção adequada das concessionárias e também pela falta de atenção dos governantes locais.

Até quando vamos ter que conviver com isso?

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