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Post: Aparelhos usados descartados. Que fazer com eles ?
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Escrito em: 08 Mar 08
Autor do post: Baixinho
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Dias atrás escrevi neste blog, sob o título “ Quando um aparelho eletrônico ou equipamento estraga, compensa consertar?”, questionando sobre as vantagens ou não de se consertar um aparelho hoje em dia. Na minha opinião praticamente não compensa mesmo consertar, pois além do alto custo do conserto ainda estaremos com um aparelho velho e com probabilidades grandes de estragar em breve, uma vez que os outros componentes do mesmo já estão “baleados” e ainda estaremos com um aparelho obsoleto e de poucos recursos em relação aos mais atuais.
Um leitor, concordando com essa opinião, questionou-me, sabiamente, sobre o problema dessa decisão: que é o que fazer com o aparelho descartado ? Realmente temos um grande problema hoje em dia com os lixos gerados pelos descartáveis. Uma grande investida está ocorrendo em todo o mundo contra as embalagens plásticas, que dominaram o mundo nas últimas décadas e agora se transformaram em um grande vilão. O mesmo já está acontecendo com os aparelhos usados descartados. É realmente um grande problema quando temos que descartar um aparelho estragado. É um lixo que ninguém quer. Mesmo que o aparelho não esteja estragado, basta que seja obsoleto e já se transforma numa tremenda dor de cabeça.
Outro dia ouvi uma reportagem sobre computadores usados, em boas condições, que não havia destinação para os mesmos. Já eram ultrapassados e ninguém queria. Uma instituição, com a ajuda de voluntários, recondicionou os mesmos e os utilizou em uma comunidade carente, para a inicialização dos adolescentes no mundo da informática. Achei essa iniciativa muito válida.
Como trabalho com avaliações de equipamentos, certa vez tive que avaliar uns equipamentos, que pertenciam a um banco. Em outros tempos eram equipamentos valiosíssimos e faziam todo o controle e armazenamento de dados desse banco. Estavam para venda em leilão. Os proprietários dos mesmos alimentavam a espectativa de grande valor. Entrei em contato com o fabricante dos mesmos e fui surpreendido quando o funcionário nem se quer conseguiu identificar na lista dos produtos estes equipamentos, que tinham menos de quinze anos de uso. Para susto dos proprietários o valor atribuído aos mesmos foi apenas simbólico e porque não era possível dar-lhes o valor zero. Fui muito questionado por essa avaliação mas mesmo assim foi a leilão por esse valor. Outros quatro leilões se passaram e o equipamento lá estava, sem nenhuma oferta, até que apareceu uma pessoa que os arrematou, após se baixarem os valores. Então questionei o mesmo sobre o que ele faria com esses equipamentos ultrapassados e a surpresa foi maior ainda. Ele solicitou permissão para retirar apenas um componente pequeno que lhe interessava e deixar o restante do monstruoso, que necessitava de dois caminhões para seu transporte. A surpresa é que deste componente ele retiraria uma pequena quantidade de ouro e prata e o restante não lhe interessava e teria custos para retirar do local.
Por isso é normal encontrarmos garrafas pet, geladeiras e outros objetos boiando e poluindo as águas dos rios.
Dias atrás escrevi neste blog, sob o título “ Quando um aparelho eletrônico ou equipamento estraga, compensa consertar?”, questionando sobre as vantagens ou não de se consertar um aparelho hoje em dia. Na minha opinião praticamente não compensa mesmo consertar, pois além do alto custo do conserto ainda estaremos com um aparelho velho e com probabilidades grandes de estragar em breve, uma vez que os outros componentes do mesmo já estão “baleados” e ainda estaremos com um aparelho obsoleto e de poucos recursos em relação aos mais atuais.
Um leitor, concordando com essa opinião, questionou-me, sabiamente, sobre o problema dessa decisão: que é o que fazer com o aparelho descartado ? Realmente temos um grande problema hoje em dia com os lixos gerados pelos descartáveis. Uma grande investida está ocorrendo em todo o mundo contra as embalagens plásticas, que dominaram o mundo nas últimas décadas e agora se transformaram em um grande vilão. O mesmo já está acontecendo com os aparelhos usados descartados. É realmente um grande problema quando temos que descartar um aparelho estragado. É um lixo que ninguém quer. Mesmo que o aparelho não esteja estragado, basta que seja obsoleto e já se transforma numa tremenda dor de cabeça.
Outro dia ouvi uma reportagem sobre computadores usados, em boas condições, que não havia destinação para os mesmos. Já eram ultrapassados e ninguém queria. Uma instituição, com a ajuda de voluntários, recondicionou os mesmos e os utilizou em uma comunidade carente, para a inicialização dos adolescentes no mundo da informática. Achei essa iniciativa muito válida.
Como trabalho com avaliações de equipamentos, certa vez tive que avaliar uns equipamentos, que pertenciam a um banco. Em outros tempos eram equipamentos valiosíssimos e faziam todo o controle e armazenamento de dados desse banco. Estavam para venda em leilão. Os proprietários dos mesmos alimentavam a espectativa de grande valor. Entrei em contato com o fabricante dos mesmos e fui surpreendido quando o funcionário nem se quer conseguiu identificar na lista dos produtos estes equipamentos, que tinham menos de quinze anos de uso. Para susto dos proprietários o valor atribuído aos mesmos foi apenas simbólico e porque não era possível dar-lhes o valor zero. Fui muito questionado por essa avaliação mas mesmo assim foi a leilão por esse valor. Outros quatro leilões se passaram e o equipamento lá estava, sem nenhuma oferta, até que apareceu uma pessoa que os arrematou, após se baixarem os valores. Então questionei o mesmo sobre o que ele faria com esses equipamentos ultrapassados e a surpresa foi maior ainda. Ele solicitou permissão para retirar apenas um componente pequeno que lhe interessava e deixar o restante do monstruoso, que necessitava de dois caminhões para seu transporte. A surpresa é que deste componente ele retiraria uma pequena quantidade de ouro e prata e o restante não lhe interessava e teria custos para retirar do local.
Por isso é normal encontrarmos garrafas pet, geladeiras e outros objetos boiando e poluindo as águas dos rios.



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