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Algas na alimentação humana.

Os orientais há muitos anos já incluíram as algas na sua alimentação. Aqui no Brasil isso ainda não virou tradição, porém cada vez mais, através da culinária oriental, a alga vem sendo apreciada.

Já se conhecem alguns benefícios da alga para o ser humano, mas estudos ainda procuram aumentar esses conhecimentos e com isso esse alimento tende a se popularizar por aqui também.

Cientistas britânicos, da faculdade de New Cafor, descobriram que ela é capaz de aumentar a produção de muco protetor da parede dos intestinos, que facilita a digestão e absorção dos nutrientes.

Eles afirmam que a fibra de algas pode evitar a incidência de câncer e doenças cardiovasculares.

Já se constataram efeitos positivos de extratos de algas na dieta humana, que após processadas em laboratório se obtém composto de carboidrato em pó.

Algas já são utilizadas em espessantes de gelatinas e outros produtos alimentares, além de sua utilização na farmácia e odontologia.

Os cientistas britânicos estão propondo a utilização de uma farinha de alga que possa ser adicionada nos alimentos, inclusive no pão e em carnes, como hamburger.
Novos estudos continuam sendo feitos e cada vez mais serão conhecidos os benefícios da alga na alimentação humana.

Porque as crianças não gostam de comer verduras?

A maioria das crianças não gosta de comer frutas e verduras. Elas preferem comidas com poucas vitaminas e outros nutrientes importantes, dando preferência para as guloseimas com altos teores de gorduras, sais e outros tantos “venenos” feitos justamente para viciá-las. Porque isto acontece? No meu entender ocorre por culpa dos próprios adultos, que também foram criados assim.
Se as refeições forem adequadas, com opções abundantes e variadas de verduras frescas, é possível acostumar uma pessoa desde pequena a gostar de todos os tipos, que levará isso para o resto de sua vida, tornando-a adepta de uma alimentação saudável, que certamente se refletirá na sua própria saúde.

Misturar mandioca na farinha de trigo, você concorda?

Nos últimos meses a mídia divulgou muito sobre a possibilidade de se adicionar fécula e farinha de mandioca na farinha de trigo comercializada no Brasil.
Este mês de outubro, o Presidente Lula vetou um projeto que já havia sido aprovado no Senado, que obrigaria a adição de um percentual de mandioca à farinha de trigo e de produtos dela derivados que fossem fornecidos a órgãos públicos, federais, estaduais e municipais. Originalmente a pretensão era da obrigatoriedade em toda a farinha de trigo comercializada no Brasil, porém após muita discussão em vários setores da sociedade e governamental, limitou-se o projeto ao fornecimento somente aos órgãos públicos.
Este debate teve origem no setor de produção de produtos de mandioca ( féculas e farinhas ), que pretende ver ampliada a produção e o uso destes produtos no Brasil. Atualmente a nossa produção é em torno de 26 milhões de toneladas de derivados de mandioca. Os argumentos por eles utilizados é que isso geraria uma grande economia, pois mais de 80% do trigo aqui utilizado é importado. Além do mais, essa medida seria benéfica, pois geraria muitos empregos e distribuição de rendas, já que a mandioca é produzida em quase todo o território nacional e em pequenas propriedades, bem como as indústrias de processamento, que são de pequeno porte. Alegam também que a qualidade dos produtos fabricados com essa mistura não seria prejudicada, como gosto e textura.
Porém houve a contrariedade do setor de fabricação de farinha de trigo, aqui no Brasil dominado por grandes empresários, com as maiores fábricas localizadas próximas de portos marítimos, uma vez que a maioria do trigo é importado.
Acho que isso deve ser melhor debatido e analisado. Talvez não seja o caso de se obrigar a mistura de mandioca ao trigo, mas sim de haver incentivos governamentais e programas, que conduziriam ao mesmo resultado. Acho também que deveria haver uma melhor organização e leis para que a produção de trigo nacional fosse aumentada, pois a nossa agricultura é mal governada, voltada principalmente para a produção de comodites, como o soja e cana-de-açúcar. O solo brasileiro deveria se dividido em regiões, onde não fosse permitido o plantio destas comodites ou pelo menos deveria haver cotas deste plantio. Assim propiciaria que regiões propícias ao plantio de outros alimentos fossem melhor utilizados, como o feijão, arroz, trigo, milho e outros.
E você concorda com a obrigatoriedade de se adicionar mandioca ao trigo?

Frutas e verduras na alimentação cotidiana. Os alimentos orgânicos

A alimentação com produtos orgânicos ganha força junto à população. Já é possível se encontrar em quase todos os mercados gôndolas, que crescem cada vez mais em tamanhos e variedades. Ainda são mais caros que os convencionais, mas a tendência é que num futuro muito próximo seus preços se equivalham.
Especialistas recomendam a alimentação correta, com menos frituras, gorduras, carnes e massas e mais verduras, frutas e cereais.
Acho que isso é uma verdade. Minha mãe, que já passou dos oitenta anos e possui uma saúde em dia, sempre diz que devemos sempre comer mais a carne da horta, referindo-se às verduras.
Uma reportagem em uma emissora de TV esta semana chamou a atenção dos poderes das frutas e verduras na nossa alimentação diária. Nesta reportagem foi comentado sobre uma pesquisa feita por um especialista em Campinas, que conseguiu reduzir o índice de colesterol e glicose no sangue de um grupo de pessoas, sem modificar seus hábitos alimentares, somente com a inclusão diária nas suas refeições de uma porção de abacate. Outra fruta recomendada para se consumir diariamente é a banana.
Frutas e verduras nunca fazem mal, são de fácil digestão, suprem o nosso organismo de fibras, vitaminas, sais minerais e muitos outros nutrientes, mantendo-nos com saúde e desta forma afastando-nos dos hospitais, dos médicos e dos remédios.

Cerveja de casa, geléias e doces caseiros

Quem mora em cidade grande só vê isso em feiras, mas quem mora em cidades do interior está acostumado com essas guloseimas.
No interior quase todas as casas têm alguma coisa feita por eles mesmos, sem conservantes e sem produtos artificiais.
Lá encontramos os doces e geléias das mais variadas frutas, como pêra, marmelo, uva, etc. Bolacha e macarrão caseiros também são facilmente encontrados e muito gostosos.
As bebidas também são facilmente encontradas, como vinho, suco de uva, licores caseiros e a tradicional cerveja caseira.
Por lá quase em todas as casas é encontrada, principalmente em épocas como páscoa e natal. As qualidades são as mais variadas. Uns fazem umas cervejas impossíveis de se beber, porém sempre há os especialistas, que não erram nunca e suas bebidas são comparáveis às industriais.
Atualmente já é possível também em alguns lugares, principalmente em restaurantes e lanchonetes à beira das estradas, se encontrar todas essas produções caseiras.

Suco verde e a fonte de juventude

Muito se fala sobre a alimentação correta para se ter uma boa saúde. As mais diversas dietas são recomendadas. Uns recomendam comer carnes, outros condenam esta dieta. Uns dizem que devemos ser vegetarianos, mas outros são contra. Na verdade bom mesmo é se alimentar de tudo, porém com moderação.
Recentemente uma grande emissora de TV, em um programa de boa audiência, fez uma reportagem a respeito de uma dieta à base de suco de cereais e vegetais, que chamaram de “suco verde”. Não duvido da eficácia do tal suco, porém considerá-lo tão milagroso já é demais.
É verdade que se alimentar de frutas, verduras e pouca carne é uma receita bem antiga, que aprendi com meus avós, que já trouxeram essa cultura da Europa.
Talvez seja essa a fonte da juventude ou a receita da velhice, pois muitos dos velhinhos que encontramos por aí dão exemplos de alimentação correta, bem distante da utilizada pela maioria da população nos dias de hoje, à base de lanches e frituras.

A venda de agrotóxicos no Brasil não tem controle

As empresas multinacionais são as principais vendedoras de agrotóxicos no Brasil, porém muito pouco elas estão interessadas com nossa saúde.
Compram-se tais produtos em qualquer casa do ramo, sem nenhuma instrução de como usá-los e dos riscos de seu uso e sem receita de profissional habilitado.
Para as multinacionais o que importa é vender, sem se importar com a intoxicação das pessoas e com a contaminação das nossas terras e rios.

A inflação e os eletrodomésticos

O governo luta de todas as formas para impedir o retorno da inflação. Muitas vezes a forma de combate não é a proferida pelos especialistas, pois sempre ele age no sentido de diminuir os créditos para a população sem pensar em diminuir seus excessivos gastos.
Temos sentido aqui no Brasil que ultimamente os alimentos têm tido uma alta considerável de preços. Mas isso é passageiro, segundo os especialistas, que consideram mais um problema de momento e não de demanda, pois segundo os mesmos a população quando consegue melhores ganhos aumentam muito pouco seus gastos com alimentação, partindo para aquisição de eletrodomésticos.

A falta de alimentos no mundo e o biocombustivel

Não tardou muito para que os grandes interesses econômicos do mundo se voltassem contra o programa do biocombustivel brasileiro. Em discurso recente o presidente Lula acusou os grandes grupos do Petróleo como responsáveis por essa propaganda negativa contra o nosso biocombustível. Isso tem fundamento, pois se a matriz energética mundial sofrer grandes mudanças, esses grupos terão grandes prejuízos.
Os grandes argumentos, principalmente dos europeus, é que grandes áreas de plantio de alimentos poderão ser destinadas à cana de açúcar e que áreas florestais, como a região amazônica, serão devastadas para plantio de cana. Esses argumentos deles também têm alguma consistência. Então quem tem razão?
No meu entender, os dois lados têm razão e ao mesmo tempo nenhum deles. Na verdade existem pressões de grupos econômicos europeus e mundiais para que seus interesses petroleiros não sejam afetados e eles também querem continuar comprando alimentos dos países pobres a preço vil. Por outro lado, se esse programa do biocombustivel não for bem implementado, esses argumentos deles podem se confirmar, pois aqui no Brasil a ganância de nossos grupos econômicos e a falta de comando do nosso governo facilita esse processo.

Os produtos orgânicos nos supermercados

Cresce a cada dia o comércio dos chamados produtos orgânicos nos supermercados. As gôndolas de supermercados dispõem hoje de bastante espaço para estes produtos.
Frutas, verduras e hortaliças em geral. Com preços maiores que os normais e normalmente com aparência pior eles são vendidos como produtos produzidos isentos de inseticidas e outros venenos.
Mas será que são mesmo ?