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Algas na alimentação humana.

Os orientais há muitos anos já incluíram as algas na sua alimentação. Aqui no Brasil isso ainda não virou tradição, porém cada vez mais, através da culinária oriental, a alga vem sendo apreciada.

Já se conhecem alguns benefícios da alga para o ser humano, mas estudos ainda procuram aumentar esses conhecimentos e com isso esse alimento tende a se popularizar por aqui também.

Cientistas britânicos, da faculdade de New Cafor, descobriram que ela é capaz de aumentar a produção de muco protetor da parede dos intestinos, que facilita a digestão e absorção dos nutrientes.

Eles afirmam que a fibra de algas pode evitar a incidência de câncer e doenças cardiovasculares.

Já se constataram efeitos positivos de extratos de algas na dieta humana, que após processadas em laboratório se obtém composto de carboidrato em pó.

Algas já são utilizadas em espessantes de gelatinas e outros produtos alimentares, além de sua utilização na farmácia e odontologia.

Os cientistas britânicos estão propondo a utilização de uma farinha de alga que possa ser adicionada nos alimentos, inclusive no pão e em carnes, como hamburger.
Novos estudos continuam sendo feitos e cada vez mais serão conhecidos os benefícios da alga na alimentação humana.

Quais os cuidados nas compras em supermercados?


Um ato tão simples como o de se fazer compras, que até uma criança consegue fazer, também pode exigir alguns cuidados. Cuidados que nem sempre as pessoas têm, pagando muito caro pela falta deles.

As grandes redes de supermercados investem bastante em pessoas especializadas que estudam minuciosamente os comportamentos das pessoas, para aumentaras suas vendas.

O consumidor também tem que estar preparado para fazer compras, para não entrar nas armadilhas impostas.

Listamos abaixo alguns cuidados que se deve ter quando se vai aos supermercados para fazer compras.
1 – Nunca ir ao supermercado com fome, pois isso faz com que alguns produtos sejam comprados sem necessidade.
2 – Evitar levar crianças ao supermercado, pois as gôndolas são dispostas de maneira a sugerir às crianças a compra de produtos que nem sempre são saudáveis ou necessárias. Normalmente os produtos sugeridos às crianças estão em gôndolas dispostas nos caminhos, como dos caixas, muitas vezes formando verdadeiros corredores sinuosos. Tais produtos estão quase sempre colocados nas prateleiras mais baixas, sempre ao alcance de qualquer criança.
3 – Sempre fazer uma lista em casa dos produtos a serem comprados, pois isto evita esquecer alguma coisa necessária, além de evitar que se compre produtos desnecessários.
4 – Tomar sempre o cuidado de verificar a data de validade dos produtos, pois muitas das vezes os produtos mais baratos e em promoção expostos nas gôndolas já estão com a data de validade vencida ou faltando poucos dias para se extinguir.
5 – Fazer o cálculo do preço do produto indicado na embalagem, pois um produto que parece ser mais barato que o da outra marca, pode conter uma quantidade menor.
6 – Tomar especial atenção para os preços indicados nas gôndolas e se possível levar um papel e caneta para ir anotando, para se conferir ao passar pelo caixa, pois invariavelmente os preços na hora de se pagar são superiores. Esta é uma prática comum em todos os supermercados e
até parece proposital, pois poucos clientes atentam a este detalhe e com isto no final do dia o supermercado consegue aumentar seus lucros consideravelmente.
7 – Deixar para o final da compra os produtos perecíveis e congelados, como carnes, laticínios e outros, para não ficarem muito tempo nos carrinhos, principalmente em locais e dias quentes.
8 – Adquirir o costume de levar a sacola de casa, evitando as tão condenadas sacolas plásticas, que não são biodegradáveis.
9 – Não esquecer de levar dinheiro, cartão, talão de cheques ou outra modalidade para pagar as compras.

Salmão trangênico

A luta contra os produtos agrícolas trangênicos continua em todo mundo, porém cada vez mais eles avançam.

Dizem que eles são mais resistentes às pragas e dessa forma seriam mais benéficos para o meio ambiente por não usarem agrotóxicos em demasia, porém ainda não são conhecidos os reais resultados sobre a nossa saúde, razão para tantos questionamentos e oposição, além do temor que estas mutações venham a ser prejudiciais e causem sérios danos genéticos às espécies.

Agora esta tecnologia já avança para o mundo animal. Muitas pesquisas estão em andamento no mundo todo. Nos EUA foi anunciada esta semana a liberação para criação e comercialização do salmão trangênico.

Será criado em água doce e, segundo informações dos pesquisadores, leva metade do tempo para se atingir o ponto de abate e comercialização em relação ao salmão da água salgada, que cada vez está mais difícil a sua pesca.

Em breve teremos o porco trangênico, o frango trangênico e assim por diante.

Água tratada da torneira x água mineral do galão

Um produto dos mais nobres para o ser humano e que tanta polêmica gera é a água.

Uns acham que só se deve ingerir água engarrafada ou de galões, as chamadas águas minerais. Dizem ser mais pura, mais saudável, mas seguido vemos na mídia reportagens sobre produtos contaminados, inclusive de marcas de grande prestígio no mercado.

Porém alguns especialistas afirmam que a água de torneira, por ser tratada, seria melhor. Ela passa por vários processos, que controlam a cor, turgidez, pH e principalmente a adição do cloro, para esterilizar e matar bactérias e outros microorganismos, nocivos à saúde humana.

Mas seriam todas estas características verdadeiras? Nem sempre, pois até pode ser uma verdade quando a água sai da estação de tratamento, após todos os testes e controles laboratoriais, mas até ela chegar às nossas casas muita coisa acontece.

Nem sempre as tubulações são bem conservadas e podem passar por regiões contaminadas, deixando a água que vamos utilizar imprópria ao consumo. Muitas vezes sequer tomamos os devidos cuidados em nossas residências, como limpara as caixas de água com os cuidados requeridos.
Especialistas recomendam o uso da água tratada da torneira, mas após ser fervida ou filtrada.

Carne artificial

A que ponto chegamos. Daqui a uns tempos teremos que conviver com tudo artificial.

Há muitos anos já se trocam sucos naturais por artificiais. O próprio leite que consumimos já é praticamente fabricado, com a composição que o fabricante deseja, dosando água, a gordura e outros componentes do próprio leite, que são previamente separados, acondicionados em recipientes distintos, para depois, por equipamentos computadorizados, serem dosados para compor o leite desejado, atendendo não só as qualidades nutricionais desejadas, mas também aos interesses comerciais do fabricante, fazendo leite mais caro ou mais barato, dependendo do nicho desejado.

Até sexo já está se tornando artificial. Homens e mulheres artificiais já substituem os de carne e osso. Dizem que uma mulher artificial é até melhor que uma natural, pois não faz compras, não usa cartão de crédito, não reivindica pensão, não regula a cerveja e não “enche o saco”.

Agora a novidade vem da Europa, onde pesquisadores anunciaram recentemente que já estão fazendo carne bovina em laboratórios. Afirmam que em breve não necessitará mais de se criar bois, que dizem usarem grandes áreas para pastagens, que poderiam ser usadas para atividades agrícolas ou florestas. Argumentam tais pesquisadores, que além da vantagem acima exposta, existem muitas outras como o controle do paladar, segurança quanto a contaminações, composições diversificadas de vitaminas e outros nutrientes.

Além destas e outras vantagens sugeridas, os pesquisadores alegam que não haverá emissão de dióxido de carbono pelo “pum” dos animais e a destruição da camada de ozônio, contribuindo desta forma para a preservação do planeta Terra.
Acho que na verdade o que os Europeus querem mesmo é se livrar de países emergentes, como o Brasil.

Obesidade infantil

A obesidade infantil no Brasil já atingiu a casa dos 15 %, conforme as recentes estatísticas. Isto chega a ser alarmante.

As escolas em quase todos os Estados já vêm se mobilizando no sentido de promover campanhas educativas, incluindo nas disciplinas lições de alimentação saudável.

Em muitas escolas são proibidas as cantinas internas de venderem refrigerantes, lanches com frituras, doces e outros alimentos que não são saudáveis, porém o grande problema está nos lanches que as crianças trazem de casa.

Por mais que a escola se esforce, a criança não criará hábitos saudáveis sem a contribuição dos pais. Muitos pais não prepararam um lanche saudável e as crianças passam até por sérios constrangimentos na escola, pressionados pelas orientações e até pelos próprios colegas.

Alguns colégios até acabam adotando medidas polêmicas, como proibir e até “confiscar” certos lanches ou os colegas têm que dividir seus lanches com os amiguinhos que trouxeram lanches inadequados.

Mas há de se fazer um grande esforço, pois se desde criança a pessoa já for acometida da obesidade, quando crescer certamente sofrerá de outros males muito piores, como a diabetes, colesterol e outras doenças resultantes deste descuido da infância.

Bolacha caseira, cerveja caseira, salame caseiro

Com a crise que perdura há muitos anos, a informalidade foi atingindo quase todas as famílias. E quase sempre que a mulher entrou em ação o resultado foi muito bom.

Conheço uma família que se encontrava em sérias dificuldades, com o marido desempregado e com dificuldades para recolocação. A esposa então começou fazer em casa as broas, bolos, tortas e outras gostosuras, que eram sua especialidade. Seu marido começou vender pelas vizinhanças e hoje são proprietários de uma panificadora.

Conheço outra que se encontrava na mesma situação. A mulher começou fazer em casa as bolachas caseiras, que foi cada vez mais aperfeiçoando as receitas, os formatos, as decorações e principalmente as embalagens. Hoje ela emprega várias pessoas e não pára de crescer.

Outra família sobreviveu à crise fabricando e vendendo cerveja caseira e hoje até tem uma marca e é encontrada em várias casas comerciais de diversas cidades.

Outra que conheço, a mulher começou vendendo queijo trançado e outros produtos de fabricação caseira, como salames à beira da rodovia e hoje possui um grande laticínio e uma lanchonete de beira de estada muito freqüentada, além de um hotel conjugado.
Basta ter boa vontade e iniciativa que tudo dá certo.

Aids e a proteína BanLec da banana

Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, descobriram uma lectina de nome BanLec, existente na banana, que é um inibidor natural do HIV “tão potente quanto duas das principais drogas utilizadas atualmente no tratamento da doença”.
A BanLec pode ligar-se à cobertura rica em carboidratos do vírus e bloquear sua propagação no corpo humano.
Dizem que a vantagem da BanLec é que mesmo com a mutação do vírus ela continua atuante e também é mais barata que as outras drogas atualmente usadas.
È o progresso da medicina em busca de livrar a humanidade deste terrível mal.

Receita de bolinhos de chuva para fazer em casa

Muitas vezes estamos em casa e bate aquela fome, justamente quando não temos nada pronto, como pão, frutas ou outra coisa para consumo imediato. Pior ainda é quando não há nenhum comércio perto, como panificadoras, mercearias ou mercados.
O jeito então é ir para a cozinha e fazer alguma coisa. Segue abaixo uma receita para se fazer em casa aquele gostoso bolinho de chuva.

Ingredientes
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de amido de milho
1/2 xícara de leite
2 ovos
4 colheres de açúcar
1 colher de sopa de fermento em pó
Modo de Preparo
Bata o açúcar com os ovos e junte os demais ingredientes. Em uma panela esquente o óleo e frite colheradas da massa em fogo baixo. No final salpique canela e açúcar nos bolinhos. Observação: Evite utilizar óleo muito quente pois o recheio pode ficar cru. Depois de frito passe os bolinhos em açúcar com canela.
Tempo de Preparo
30 minutos
Rendimento
15 porções

Dicas de culinária para república de estudantes

Para ser um profissional considerado experiente, todo universitário deveria fazer um estágio morando em alguma república de estudantes.
É coisa de pobre, mas é onde se aprende a ser um ente social. Nelas tem de tudo. Dedicação aos estudos, companheirismos, discussões, festas. Lá se aprende os limites entre o malandro e o cidadão responsável.

Lá o jovem aprende a se virar nas coisas caseiras, naquelas que a mamãe sempre fez por ele, como arrumar sua própria cama, lavar e passar sua própria roupa, limpar a casa e principalmente fazer alguma comidinha, além de aprender a ser tolerante com os apelidos advindos da convivência na república.

Em república de estudante nunca falta “cachaça” na geladeira, nem “cueca suja” espalhada pelo quarto e muito menos “macarrão” no armário, quando se tem o tal armário.
As refeições são quase todos os dias a mesma coisa. Um dia tem “sopão” e no outro “só pão”. Mas com o passar do tempo aprende-se fazer uns pratos diferentes, que podem ser úteis para o resto da vida, principalmente em dias de crises.

Um destes pratos, comuns em repúblicas é a tal “quirerinha de milho”, à qual podem ser adicionadas umas rodelinhas de salsichas, que no sul do país chamam de “vinas”. È um prato barato, nutritivo, rápido e fácil de fazer. Quando se dispõem de mais recursos, podem-se substituir as “vinas” por pedacinhos de “bacon”, o popular “toucinho de porco” na linguagem de pobre, cortados bem miudinhos e fritos previamente, antes de se colocar a quirerinha e água para se cozinhar. Com um pouco mais de recursos, pode-se sofisticar este prato, substituindo o “toucinho” pela ‘costelinha de porco”, mas daí já se tornou um prato Chic.

Com umas trezentas gramas de quirerinha, duzentas gramas de vinas, e mais umas duas ou três dúzias de latinhas de cervejas, antecedidas de umas caipirinhas das mais baratas “cachaças”, duas duplas de estudantes passam a madrugada jogando baralho, felizes da vida, rindo um do outro e esquecem até das provas da segunda-feira.
Quem nunca morou em república de estudante deveria pelo menos fazer umas semanas de estágio em uma delas!