Category Archives: Amazônia

Planta da Amazônia no combate à dengue

Pesquisadores do Instituto Osvaldo Cruz de São Paulo estão há quatro anos estudando os efeitos de um remédio, feito com substância tirada do caule de uma planta da Amazônia de nome “unha de gato”, para o combate à dengue. Dizem que os estudos estão avançados e prestes a ser utilizado em seres humanos. O tal remédio combate as inflamações e hemorragias provocadas pela dengue.
Fora esta planta eles também estudam outras, que também teriam estas propriedades.
Esta e outras justificam o grande interesse dos estrangeiros pela nossa floresta, sem contar com as riquezas minerais existente em seu subsolo.

Os índios da Amazônia e a demarcação contínua das terras

Após o Lula assumir a Presidência da República houve mudanças na política com relação aos índios da Amazônia. Uma delas foi quanto à demarcação das terras indígenas. O atual governo é a favor da demarcação contínua das terras. O que significa isso? Para um fácil entendimento, anteriormente a demarcação era em forma de ilhas, com separação delas por terras não consideradas indígenas.
Esse sistema de demarcação contínua tem sido forçado por organismos internacionais e ONGs, com segundas intenções. Primeiro conseguiram que nosso governo assinasse um acordo internacional de autodeterminação dos povos indígenas. Agora querem que haja demarcação contínua das terras. Onde eles querem chegar?
Os nossos militares recentemente e abertamente condenaram a atual política do Lula, pois é clara a intenção das ONGs e dos estrangeiros. É promover a proclamação e independência de nações indígenas daquela região e conseguir a tutela delas através da ONU, que mais serve para atender os interesses dessas nações estrangeiras que do resto do mundo, que o digam os iraquianos.
Mas eles não querem preservar os índios de lá, na verdade eles querem mesmo são as riquezas naturais, vegetais e minerais, lá existentes.
Lula, pare de discursos eleitoreiros, acorde-se, cuide do nosso Brasil e deixe de ser ignorante e bobo!!!

Os encantos da Amazônia brasileira

A floresta amazônica tem sido alvo da cobiça do mundo todo. Dizem que as ONGs que atuam lá são aos milhares. Será que tem tantos índios e pobres por lá? Por que estas ONGs não atuam no nordeste ou em outros países onde tem tantos pobres e necessitados?
Claro que todos sabem os motivos. A maioria delas não está interessada nos índios ou na pobreza que lá habitam. Muitas delas estão a mando de grupos e até de países, que desenvolvem uma política imperialista, que querem criar as condições para tomarem a Amazônia do Brasil.
Não é falta de aviso, estudiosos e até militares têm dado a alerta, mas os nossos governantes querem mais uma projeção de suas imagens junto a organismos internacionais que propriamente defender os interesses do nosso povo e a soberania do Brasil.

A moto Amazonas está de volta

As pessoas que tem mais de vinte anos devem se lembrar da moto que marcou época pela sua imponência nas estradas, a moto Amazonas. A única moto nacional, com componentes todos nacionais, a maior do mundo, com motor de 1.6 cilindradas, chamava a atenção das pessoas por onde passava.
Sua fabricação foi suspensa há 17 anos, pois a economia nacional da época, com inflação altíssima, matou muitos empreendimentos, como foi também a marca de automóveis nacionais BUGUE e outras.
Porém a nossa economia mudou e o sonho voltou. O fabricante das motos Amazonas relançou, agora com novos modelos, inclusive com motores bicombustíveis, os primeiros do mundo para motos, que podem consumir gasolina ou álcool e até uma mistura dos dois em qualquer proporção.
Vamos torcer para que a marca faça sucesso e se firme entre os maiores fabricantes mundiais.

O pantanal matogrossense, uma riqueza a ser preservada

O Brasil possui realmente muitas riqueza, mas não está cuidando bem delas.
Muito se fala na região Amazônica, no desmatamento e até na possibilidade de perdê-la, pois já é sabido que há falsas ONGs agindo lá, com interesses de outros países, no sentido de tomá-la aos poucos.
Mas há também um outro problema que pouco se fala, que é a região do Pantanal, com sua rica fauna, que está sendo invadida e descaracterizada aos poucos, por pescadores e predadores diversos.
Está na hora dos brasileiros reagirem ou perderemos tudo para sempre.

Trator, moto-serra e o desmatamento da mata atlântica

As pesquisas recentes são assustadoras. Mais da metade da mata atlântica já foi desmatada. Os Estados de Santa Catarina e Paraná foram os mais afetados.
Há menos de 50 anos ainda havia muita floresta nestes Estados, porém com a descoberta da moto-serra e a utilização de tratores, aliada à ganância do ser humano, não foi possível a sua preservação.
Atacaram as araucárias, imbuias, cedros e outras árvores e praticamente acabaram com a floresta.
O agronegócio também contribuiu em muito para que isso acontecesse. Grandes áreas tiveram suas florestas arrancadas para em seu lugar entrar as plantações, principalmente de soja. O oeste e norte do Paraná e de Santa Catarina foram os lugares mais atingidos. Hoje se viaja e vemos imensas áreas como uns desertos verdes. Só se observa plantio de soja, principalmente, que tem tido valores atrativos no mercado internacional.
Já não há mais áreas a preços baratos nessas regiões e os descendentes destes pioneiros hoje subiram para Goiás e Mato Grossso, que também sofre com essa ganância hoje em dia.
O pior de tudo é que já estão atacando a floresta amazônica e se medidas drásticas e urgentes não forem tomadas pelo nosso governo em breve todo o Brasil estará desmado.

O etanol e as usinas de álcool no Brasil

O governo brasileiro tenta vender ao mundo o combustível proveniente da cana de açúcar, o etanol. A crise de alimentos impõem algumas restrições, pois alegam que com as terras sendo utilizadas para o plantio da cana não se plantaria outros alimentos ou que as terras da amazônia brasileira seriam utilizadas para plantio de cana ou outros produtos, expulsos das terras do sul do país.
Com esses argumentos rebatidos, países compradores em potencial do nosso etanol, principalmente os europeus, justificam sua apreensão pela expansão da nossa produção pelo uso de trabalho quase que escravo da mão de obra utilizada no cultivo e corte da cana, além das queimadas poluidoras.
Isso é uma verdade, mas há de se considerar também que gradativamente o cultivo da cana do Brasil tem sido mecanizada, com a substituição das queimadas e do corte manual.
Mas o que fazer com essa mão de obra, que pelo seu baixo preparo terá grande dificuldade para recolocação ? Certamente irão se somar às outras, já expulsas de outras culturas que foram mecanizadas e hoje formam as favelas nas periferias da maioria das cidades brasileiras, trazendo grandes problemas sociais.
Se não for bem planejado, esse projeto mais uma vez vai favorecer os grandes e principalmente grupos multinacionais, que retirarão riquezas das nossas terras e o povo brasileiro ficará só com o ônus desse empreendimento.

A Amazônia é nossa, disse o Presidente Lula

Os sucessivos governos brasileiros têm negligenciado a região amazônica. Uma extensa área sem os devidos cuidados. Uma floresta riquíssima e uma região de recursos minerais incalculáveis.
A cobiça dos estrangeiros não é de hoje. Há muitos anos que diversas organizações travestidas de ONGS vêm atuando na região, sem serem incomodadas.
Os argumentos são sempre os mesmos, defender o meio ambiente e os índios. Mas estas ONGS não se interessam em atuar junto às populações pobres do nordeste e das favelas nas grandes cidades brasileiras, que somam milhões de pessoas.
Já é passada a hora do governo brasileiro assumir uma postura digna do povo brasileiro e controlar de perto essa atuação dos estrangeiros em nosso território, expulsando e colocando na cadeia estas pessoas que estão nos espoliando.
Não basta o Presidente Lula dizer em discursos inflamados que a Amazônia é nossa, é necessário ele fazer alguma coisa para mostrar que realmente esta área ainda é nossa !

A falta de alimentos no mundo e o biocombustivel

Não tardou muito para que os grandes interesses econômicos do mundo se voltassem contra o programa do biocombustivel brasileiro. Em discurso recente o presidente Lula acusou os grandes grupos do Petróleo como responsáveis por essa propaganda negativa contra o nosso biocombustível. Isso tem fundamento, pois se a matriz energética mundial sofrer grandes mudanças, esses grupos terão grandes prejuízos.
Os grandes argumentos, principalmente dos europeus, é que grandes áreas de plantio de alimentos poderão ser destinadas à cana de açúcar e que áreas florestais, como a região amazônica, serão devastadas para plantio de cana. Esses argumentos deles também têm alguma consistência. Então quem tem razão?
No meu entender, os dois lados têm razão e ao mesmo tempo nenhum deles. Na verdade existem pressões de grupos econômicos europeus e mundiais para que seus interesses petroleiros não sejam afetados e eles também querem continuar comprando alimentos dos países pobres a preço vil. Por outro lado, se esse programa do biocombustivel não for bem implementado, esses argumentos deles podem se confirmar, pois aqui no Brasil a ganância de nossos grupos econômicos e a falta de comando do nosso governo facilita esse processo.

O Aquecimento global atormenta a humanidade

Em todo o mundo cresce cada vez mais a luta e a mobilização nos últimos anos com o objetivo de conter as grandes alterações que estão se observando no planeta terra. Alterações são observadas principalmente no clima, elevação do nível dos oceanos e muitas outras. Um dos grandes culpados por essas alterações tem sido o famigerado aquecimento global, que entre as várias causas a mais apontada tem sido a excessiva geração de gases poluentes, como CO2, por indústrias e automóveis.
Essa preocupação tem realmente mobilizado muito as pessoas e países mais conscientes. As principais feiras de automóveis dos últimos meses pelo mundo apresentaram veículos com projetos avançados no sentido de conter a poluição e queima de combustíveis fósseis, substituindo-os por outras fontes alternativas e menos poluentes. O setor industrial também tem dado importantes avanços, porém ainda encontra oposição por parte de muitos países, principalmente EUA e China.
Organizações com o objetivo de acompanhar e estudar os fenômenos e causas do aquecimento global são criadas a todo momento no mundo todo. Uma dessas organizações é a Germanwatch, que desde 2006 tem publicado anualmente o índice de Performance sobre Mudança Climática, com o objetivo de aumentar a pressão sobre os países industrializados que mais contribuem para o aquecimento global, entre eles EUA, com 21,44% das emissões de CO2; China (18,8%), Rússia (5,69%), Japão (4,47%), Índia (4,23%) e Alemanha (3%). Em final de 2007 a organização publicou a avaliação dos esforços dos principais países emissores de CO2, por ocasião da 13ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática, realizada em Bali (Indonésia). Entre os dez países mais poluentes e que fazem menos esforços destacam-se Rússia, Canadá, Austrália, EUA e Arábia Saudita. Na lista dos países que mais lutam contra as mudanças climáticas, entre as 56 nações mais poluentes do planeta, segundo o índice elaborado pela ONG Germanwatch, estão a Suécia, Alemanha, Islândia e México. O Brasil foi colocado na 8.ª posição e a Argentina na 10ª. Os 56 países analisados pelo índice são responsáveis por 90% das emissões de CO2 lançadas à atmosfera.
Outro estudo importante, divulgado em janeiro de 2008, sobre os efeitos do aquecimento global foi do Instituto Espanhol de Oceanografia (IEO). O documento analisa dados oceanográficos e atmosféricos que vêm sendo recolhidos sistematicamente pelo IEO e por outras instituições espanholas e alerta que o nível do mar Mediterrâneo poderá aumentar 50 cm nos próximos 50 anos, devido aos efeitos do aquecimento global. Segundo o Instituto, as zonas de praias tem sido afetadas, devido a uma série de efeitos, como o aumento de 0,8°C das temperaturas médias do ar na região mediterrânea entre 1974 e 2005 e o registro de um aumento do nível do mar de 16 cm entre 1992 e 2005.
Outro fenômeno importante foi a imagem tirada em 25.03.2008 por um satélite, que mostra o momento do desabamento de um pedaço com mais de 410 km de extensão da plataforma de gelo conhecida como Wilkins, na região oeste do continente antártico. O desmoronamento teve início no dia 28 de fevereiro. Segundo os cientistas, o acontecimento é resultado do derretimento polar provocado pelo aquecimento global e eles temem que o restante da plataforma de gelo também desmorone, o que pode ocorrer nos próximos 15 anos. A Wilkins teria se formado no local há cerca de 1,5 mil anos e tinha, inicialmente, 14,5 mil km de extensão.
Muitas outras ocorrências ainda estão por vir, com