Category Archives: Aquecimento global

Uso de papel agride o meio ambiente?

Uma forte corrente tomou conta de defensores do meio ambiente, que se propagou para a população em geral e hoje desde crianças até pessoas de idade já fazem algum discurso em prol do planeta.

Na maioria dos discursos se ouve que devemos evitar o uso de papel, pois isso implica em derrubada de árvores, comprometendo desta forma o nosso planeta.

Porém os empresários ligados a este setor contestam esta versão e dizem que é bem ao contrário. Argumentam que o papel fabricado atualmente não é com árvores nativas e sim a partir de reflorestamentos criados pelas próprias empresas, que desta forma estariam contribuindo para a captação do dióxido de carbono e não destruindo as florestas já existentes.

Nisso eles até tem razão, porém há o aspecto do grande consumo de água e energia para a fabricação do papel, ale da área de reflorestamento, que poderia ser utilizada para plantio de alimentos.

Fórum Social Mundial – 9.º edição em Belém do Pará

Até alguns anos atrás as autoridades e o povo em geral pouco ou nada faziam para amenizar os problemas e descasos que aconteciam no nosso planeta Terra, tanto no lado social quanto relacionado ao meio ambiente e conservação do nosso planeta.
No ano de 2001 resolveram então abrir a discussão sobre todos estes temas e foi realizado em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil, o primeiro Fórum Social Mundial. Foi um sucesso e as duas próximas edições, em 2002 e 2003 também foram realizadas em Porto Alegre. Em 2004 o evento foi realizado na Índia e em 2005 voltou para Porto Alegre. Em 2006 foi realizado de maneira descentralizada em três continentes, em Mali na África, Paquistão na Ásia e Venezuela na América do Sul, voltando a acontecer de maneira centralizada no Quênia na África em 2007.

Este ano voltou para o Brasil, com início em 27.01.2009 e devendo durar seis dias, a 9.ª Edição do evento na cidade de Belém no Pará. A coordenação do evento está esperando em torno de 100 mil participantes, reunindo líderes políticos, ambientalistas, estudiosos, religiosos e representantes de organizações não governamentais de todo o mundo.

O tema para essa edição é “Um Outro Mundo é Possível”. Serão abordadas questões como Mudanças Climáticas, Soberania Popular e Integração Regional, Modelos Energéticos e outros.
Esperamos que desses encontros saia uma nova consciência mundial e tenhamos um mundo melhor.

O desperdiço de energia elétrica com chuveiros no Brasil

Estatísticas recentes demonstram que o Brasil é um dos lugares do mundo onde mais se usam os chuveiros elétricos. Até recentemente pouca importância se dava ao rendimento destes chuveiros, porém após o apagão elétrico ocorrido há alguns anos atrás a indústria nacional passou a tratar esse assunto com seriedade. Projetos de eletrodomésticos em geral passaram por mudanças significativas, visando à economia de energia e preservação do meio ambiente.
Mas isto não basta. O que necessitamos é de substituí-los por outras formas. Não estou insinuando que devem ser substituídos por aquecedores a gás, pois incorreríamos em outros problemas, uma vez que esse combustível é mais escasso em nosso caso e também esses tipos de aquecedores têm causado inúmeros acidentes com mortes.
Aquecedores solares seriam os substitutos mais adequados. Nosso território permite o aproveitamento dessa energia o ano todo. Hotéis, clubes, condomínios e até as residências poderiam se interessar mais por esse assunto. O governo deveria desenvolver programas educativos e até de financiamentos para instalações de painéis, bem como para desenvolvimento industrial dessa tecnologia.
Assim poderemos inverter em pouco tempo essa estatística e economizar enorme percentual de energia elétrica, que servirá para outros segmentos da nossa economia. É sabido que nosso potencial de instalação de hidroelétricas está se esgotando e outras fontes de produção de eletricidade, como usinas a gás, são muito onerosas.
Um projeto interessante de um engenheiro de Santa Catarina, para fabricação de sistemas de aquecimento solar, com painéis feitos de caixas usadas de leite longa vida e garrafas plásticas pets, que envolve pouquíssimos custos, tem sido adotado pelo governo do Estado do Paraná em seus programas habitacionais e também bastante divulgado, inclusive com palestras patrocinadas pelo governo em escolas e comunidades, através da secretaria do meio ambiente ( SEMA ). Além de se economizar na instalação, o projeto ajuda na reutilização das caixas de leite e das garrafas pets, grandes poluidoras do meio ambiente.

A camada de ozônio e os eletrodomésticos

As preocupações com as mudanças climáticas, aquecimento global e outras, relacionadas ao nosso planeta, têm levado às mudanças de comportamentos das pessoas, do comércio e das indústrias.
Uma dessas mudanças, já adotadas aqui no Brasil, é a alteração do gás freon, que se utilizava em refrigeradores, por outros tipos de fluidos refrigerantes, que não sejam prejudiciais às camadas de ozônio da nossa atmosfera.
Mas você sabe o que é o ozônio? Ozônio é o próprio oxigênio, com a molécula constituída de três átomos, que é instável. A sua constituição estável é a molécula com apenas dois átomos. Quando duas moléculas de ozônio se desintegram, formam três moléculas de oxigênio com dois átomos, em sua constituição estável.
Quando chove de repente, naquelas famosas pancadas de verão, nos primeiros instantes que a chuva cai no chão, temos a sensação que sai do solo um cheiro parecido com poeira, por mais limpo que ele esteja. Este cheiro desaparece instantes depois. Na verdade o cheiro que percebemos é de ozônio, trazido pelas gotas de chuva da atmosfera, que ao cair no solo exala este cheiro característico, porém ele logo se desintegra, formando moléculas de oxigênio estáveis.
A camada de ozônio se forma na atmosfera pelas condições de pressão, temperatura e outras razões, sendo responsável pela filtração dos raios solares, que se não houver esse filtro a vida aqui na terra se torna inviável.
Por isso precisamos cuidar bem do nosso planeta, senão a vida poderá desaparecer da face da terra.

Os pesquisadores do Brasil na Antártida

O Brasil já marcou sua presença na Antártida há muitos anos com algumas expedições e uma base montada nas costas daquele continente gelado, a estação Comandante Ferraz.
Agora está enviando uma missão que irá para o interior do continente, montando seu acampamento a 2 mil Km ao sul da estação Comandante Ferraz, onde deverão ficar uns 40 dias, sob temperatura de
-35°C.
O grupo, coordenado pelo glaciologista Jefferson Cardia Simões, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é formado por oito pesquisadores, sendo sete brasileiros e um chileno e irão perfurar o gelo para investigar as variações do clima e da química da atmosfera ao longo dos últimos 500 anos.
Boa sorte aos cientista e torcemos pelo seu sucesso, para que possam contribuir com esse seu esforço para uma vida melhor aqui na Terra.

Lâmpadas incadescentes serão proibidas na Europa a partir de 2010

Os ministros de Energia das nações da União Européia, reunidos em Luxemburgo nesse mês de outubro, aprovaram conclusões com as quais pretendem completar a legislação européia já existente sobre a matéria, que já afetava numerosos produtos como lavadoras, máquinas de lavar pratos e fornos elétricos e resolveram proibir o uso de lâmpadas incandescentes a partir de 2010 em seus países.
Entre outros objetivos, este é mais um esforço para generalizar o uso de eletrodomésticos ecologicamente corretos.

Salão de Automóveis de Paris 2008 em sua 77.ª edição

Abriu para a imprensa nesta quinta-feira, dia 02.10.2008, a 77.ª edição do Salão de Automóveis de Paris e para o público em geral ficará aberto do dia 04 até o dia 19 de outubro. Este ano, reunirá mais de 300 fabricantes de 23 países diferentes.
O Salão de Paris, cujo nome original é Mondial de l’Automobile, é um dos mais antigos do mundo, tendo sua primeira edição ocorrido em 1898.
O Salão de Automóveis de Paris atualmente é bienal, ocorrendo nos anos pares, fazendo revezamento com o Salão de Frankfurt da Alemanha, que ocorre nos anos ímpares.
As principais montadoras do mundo se farão presentes a esse evento, apresentando seus novos modelos, que prometem dar continuidade
ao debate iniciado no último Salão de Frankfurt em torno de fontes alternativas de energia para os automóveis, substituindo as de origens fósseis.

O uso do asfalto das estradas e estacionamentos para aproveitamento da energia solar

                          Em tempos de muita luta contra os fatores que prejudicam o meio ambiente e de grande divulgação dos efeitos do aquecimento global, são muitos os estudiosos que tomam estes temas como focos de suas pesquisas.    Toda a mídia mundial tem esses assuntos como foco principal nos últimos tempos e dessa forma envolveram não só os governantes, mas também os alunos nas escolas, os professores e toda a população, formando uma consciência coletiva sobre o assunto.    No setor automobilístico, quase todos os fabricantes já desenvolvem e até mesmo já estão com lançamentos de vendas de modelos de veículos menos poluentes e movidos com energias alternativas, trocando as de origens fósseis, oriundas do petróleo, por outras renováveis.    Os governantes também trabalham neste sentido, como é o caso do Brasil que há muitos anos já usa o etanol e agora investe pesado no biodiesel. Outros países também desenvolvem projetos de energias alternativas, como o aproveitamento dos ventos, com geradores eólicos; aproveitamento das ondas marítimas e quase todos tentam aproveitar a energia mais abundante que há na terra, que é a dos raios solares.    Essa energia já vem sendo utilizada para aquecimento de água, com os chamados aquecedores solares, instalados em residências, com painéis fabricados com esse objetivo. Alguns países europeus já possuem até estações, com painéis instalados para gerarem energia elétrica, que são transmitidas para lugares distantes destas instalações. Outros projetos, onde isso não é possível devido seu alto custo, utilizam sistemas de painéis que geram energia elétrica para o lugar da instalação somente. Isso já está sendo utilizado e desenvolvido aqui no Brasil, em lugares onde o isolamento não permite ainda levar a energia gerada pelas grandes hidroelétricas.    Mas o que me chamou a atenção foi a divulgação, feita este ano, do trabalho dos pesquisadores norte americanos Mallick, professor de engenharia civil e ambiental do Worcester Polytechnic Institute (WPI), em Massachusetts, e os outros três autores do trabalho, sobre o aproveitamento do asfalto para a geração da energia elétrica. Eles argumentam que a energia pode ser mais simples de se aproveitar que o sistema de instalar  painéis solares. Aproveitando a rede de asfaltos das estradas e de estacionamentos em shoppings, hotéis, empresas, etc, poderiam ser instaladas redes de tubulações de água e desta forma substituir os painéis.     A vantagem está na existência de grandes extensões de asfalto existentes e também que a energia acumulada durante o dia fica aquecendo a água durante a noite, ao contrário dos painéis que só aproveitam a energia solar durante o dia.     Essa energia aproveitada poderia ser utilizada não só para o aquecimento de água, mas para a geração de vapor, funcionando como uma caldeira, que acionaria turbinas para a geração de eletricidade.      Argumentam que as tubulações poderiam ser instaladas cada vez que fosse necessário fazer a recapagem das rodovias e desta forma seria cada vez mais ampliada a rede de aproveitamento desta energia. Essa idéia poderá ser melhor aproveitada se utilizada nos estacionamentos de shoppings, hotéis, supermercados e empresas, para aquecimento de água e desta forma evitaria a utilização de energia elétrica gerada em hidroelétricas e até mesmo através de energias oriundas de outras fontes de origens fósseis ( petróleo e carvão )  ou lenha, que causam desmatamentos.    Todas as iniciativas são válidas e certamente nos próximos anos novas idéias serão desenvolvidas para preservação do meio ambiente e conservação da condição de vida no planeta terra.

A poluição e as Olimpíadas de Pequim

Os países mais ricos e também os emergentes estiveram reunidos estes dias, tentando algum acordo, principalmente para resolver os graves problemas da poluição mundial, que aflige a todos e traz grandes conseqüências.
O Brasil e alguns países até que têm se preocupados com o tema. Cada vez mais os governantes têm agido no sentido de diminuir esse problema. Os municípios tentam regulamentar as condições de esgotos e poluições, exigindo dos proprietários residenciais e das empresas instalações adequadas.
Uma reportagem esses dias me chamou a atenção. Tratava da poluição em Pequim, que afetará os atletas durante a Olimpíada de 2008. As autoridades de lá vão proibir a circulação de grande parcela dos veículos durante o evento, bem como exigir a paralisação de algumas grandes indústrias poluidoras. Isso trará grandes transtornos para eles e muito pouco irá resolver, pois terminado o evento tudo voltará a ser como antes.
O planeta necessita de mais força de vontade, principalmente dos países mais ricos, que não querem alterar suas economias e ainda culpam e exigem dos mais pobres medidas drásticas demais.

Os carros menos poluentes do mundo

Foi publicado em junho deste ano no site webmotors a lista dos 10 carros considerados menos poluentes do mundo. Entre eles não consta nenhum à gasolina. São todos a diesel.
Os dados utilizados foram extraídos do programa EnergieSchweiz, feito em parceria entre o governo suíço e o Touring Club Suisse, o TCS, que tabula os dados e confere aos automóveis etiquetas de eficiência energética. Eles se referem ao consumo obtido em ciclo misto (média do urbano e do rodoviário). O parâmetro utilizado foi a quantidade de gás carbônico emitido por km rodado.
Posição – Modelo – Consumo (km/l) – Emissões
1 – smart fortwo cdi – 29,41 – 90 g CO2/km.
2 – VW Polo 1.4 TDI BlueMotion – 25,64- 102 g CO2/km.
3 – Toyota Aygo 1.4 D/Citroën C1 1.4 Hdi/Peugeot 107 1.4 HDI – 24,39 – 109 g CO2/km.
6 – Citroën C2 1.4 Hdi – 23,26 – 113 g CO2/km.
7 – Fiat Panda 1.3 JTD – 23,26 – 113 g CO2/km.
8 – Citroën C3 1.4 Hdi – 22,73 – 115 g CO2/km.
9 – Kia Picanto 1.1 CRDi – 22,73 – 116 g CO2/km.
10 – Ford Fiesta 1.6 TDCi S/ Peugeot 206 1.4 HDI – 22,73 – 116 g CO2/km.
OBS. : Empate na terceira posição.