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Poluição e o aditivo para carros a diesel

Os veículos movidos a diesel no Brasil são muito poluentes e muito pouco se fez até agora para diminuir isso.

Tempos atrás até se tentou obrigar a Petrobrás a fabricar o combustível dentro de padrões menos poluente, porém a pressão desta foi grande e tudo ficou como estava.

Esta semana, dia 13.07.2010, um acordo entre o IBAMA e o INNMETRO determinou que a partir de 2012 todos os veículos movidos a óleo diesel terão que emitir menos poluente.

Para isso todos os veículos novos movidos a óleo diesel, classificados como comerciais leves, pesados, semipesados e ônibus, ficarão obrigados a misturar um aditivo ao combustível, que está sendo chamado de ARLA 32, que se trata de uma solução aquosa de uréia, não tóxica, cuja função é diminuir a emissão de óxidos nitrosos.

O tal aditivo será vendido em concessionárias, postos de combustíveis e até em supermercados.
Como tudo aqui no Brasil, o ônus das medidas sempre fica com o consumidor e contribuinte e nunca para aqueles a quem deveria recair.

Etanol e o carro flex

Há alguns anos atrás, quando surgiram os primeiros carros a álcool no Brasil, a nova tecnologia foi a princípio mal recebida. Ninguém queria ter carro a álcool, pois os problemas que apresentavam eram muitos, principalmente na hora da partida, que tinham dificuldade para “pegar”, principalmente em dias frios dos rigorosos invernos no sul do país. Esse problema foi sendo resolvido, com a instalação de um tanquinho de gasolina auxiliar.

O governo da época fez muita propaganda. Com o objetivo de promover a produção do álcool no Brasil criaram um programa chamado de “pró-álcool” e as montadoras foram aperfeiçoando os projetos e os carros a álcool passaram a dominar o mercado.

Porém não durou muito, pois o preço do açúcar no mercado internacional passou a ser mais vantajoso e os usineiros deixaram de produzir o álcool para produzir o açúcar e veio a faltar o álcool nos postos de combustíveis, levando ao descrédito o carro a álcool.

Ninguém mais queria comprar carro a álcool e quem o possuía ficou com um “mico” na mão. O programa “pró-álcool” então foi sendo esquecido até ser abandonado de vez pelo governo.

Recentemente o atual governo resolveu novamente dar ênfase a esse combustível, por ser ecologicamente mais correto, menos poluente e de fonte renovável.

As montadoras recriaram o projeto, porém fazendo os carros para o uso de duplo combustíveis, álcool e gasolina, os chamados “carros flex”e dessa forma menos vulneráveis á falta do tal álcool ou etanol, como quer que o chame o nosso governo.

O carro flex se tornou rapidamente o campeão das linhas de produções e de vendas, tanto no mercado interno quanto nas exportações.

Porém uma nova crise do etanol surgiu aqui no Brasil no fim do ano de 2009 e perdura no início deste ano de 2010 pelo mesmo motivo anterior, o preço do açúcar no mercado externo, que desvia a produção de álcool para do açúcar por parte dos usineiros.

Porém desta vez os usuários de carros flex estão sendo menos atingidos, pois basta abastecer seu carro com gasolina e aguardar até que o preço do etanol volte a ser compensativo.
Andar com as duas pernas é sempre melhor que ser “saci”.

Como obter eletricidade do trânsito caótico das cidades

A crise sempre trouxe inovações. Grandes descobertas já tiveram origens em tempos de crises.
Com os altos custos e a escassez de energias, buscam-se todos os meios. Energia solar, eólica, energia das ondas do mar e tantos outros.
Agora veio mais esta, de iniciativa de uma empresa israelense do setor de energia, a Innowattech, que quer transformar o irritante tráfego da hora do rush em fonte de eletricidade.

O processo, conhecido como piezeletricidade, consiste em colocar sob a pista os geradores que contêm material que produz eletricidade mediante a aplicação de força mecânica, como a pressão dos pneus dos carros.Afirmam os pretendentes que com uma única faixa de um quilômetro de estrada poderá fornecer até 100 quilowatts de eletricidade, energia suficiente para abastecer cerca de 40 casas.

Se isso for verdade e der certo tem muitas cidades brasileiras que poderão ficar às claras para sempre!

Vendas de carros usados em consignação

Até poucos meses atrás as concessionárias de veículos estavam a todo o vapor. Havia até filas para quem queria comprar certos modelos de carros novos. Os dias mudaram e as montadoras estão com seus estoques encalhados e até anunciando demissões de funcionários em massa.
A crise pegou todo mundo. Revendas de carros usados se proliferaram por todas as partes do Brasil nos últimos anos. Muitas delas não passam de picaretas, que só servem para enganar o povo. Para não usar capital de giro, algumas delas se dispõem a vender os carros dos fregueses pelo processo chamado de “consignação”.

Esse tipo de venda consiste em se deixar o carro na loja para ser vendido e após a venda a loja cobra um percentual. Ocorre que lojas mal intencionadas vendem os carros, somem com o dinheiro, deixando os proprietários a “ver navios”. Algumas até fazem financiamentos e colocam esses carros como garantias, dando uma tremenda dor de cabeça aos verdadeiros proprietários.

Em Curitiba no Paraná até já virou moda esse tipo de golpe. Nos últimos anos aconteceram vários casos desses tipos de lojas que deram golpes nos seus clientes. Nesse início de ano de 2009, uma dessas, que comercializava até carros importados de alto valor, virou caso de polícia.
Há de se tomar muito cuidado antes de se deixar seu veículo em uma dessas lojas.

As auto-escolas estão formando bem os motoristas

As leis de trânsitos têm se tornado bem mais severas nos últimos tempos, com o objetivo de diminuir o grande número de acidentes em nossas cidades e rodovias. A chamada “lei seca” pretende tirar das estradas os motoristas embriagados. Isto é muito bom, mas somente evitar o álcool não basta, seria necessário ser igualmente severo com as drogas usadas pelos motoristas, inclusive aqueles comprimidos que os caminhoneiros usam para não dormir, que chamam de “rebites”. Dizem que até cocaína os caminhoneiros já estão usando, para poder viajar mais tempo sem parar.
Quem viaja pelas nossas rodovias se depara a todos os momentos com situações inacreditáveis. Motoristas que dirigem como se estivessem embriagados fazem “barbaridades”, porém é pura falta de experiência deles para dirigir em rodovias.
Acho que a legislação ainda é muito complacente e deveria ser mais rigorosa na concessão das cartas de motoristas, concedendo-as somente para pessoas bem preparadas, psicológica e tecnicamente. As auto-escolas, agora denominadas de “centros de formação de condutores”, não preparam muito bem os motoristas. Eles são preparados apenas para dirigirem em centros urbanos, onde as condições são outras e se trafega a baixas velocidades. Daí acham que já são motoristas e no primeiro feriado que aparece saem em rodovias, cometendo erros os mais elementares possíveis, colocando em risco a si próprios e de terceiros, pois não foram preparados para dirigir em rodovias.
Na verdade são motoristas chamados de “meia roda”.

Você costuma ter os cuidados básicos com seu carro antes de viajar?

Quem está acostumado a viajar regularmente pelas estradas brasileiras depara com situações das mais curiosas todos os dias. Veículos que são verdadeiras sucatas trafegam por nossas estradas sem serem incomodados.
Nos feriados, como os de fim de ano, a situação piora, pois muitas pessoas não dão a atenção devida aos seus veículos e quando entram em férias colocam a família toda nele e saem pelas estradas, colocando todos em situação de alto risco.
Mas também são encontrados veículos novos e semi-novos pifados à beira das estradas. Porque isso acontece?
Acontece porque os usuários na maioria das vezes acha que é só colocar combustível e sair por aí. Não têm os cuidados mínimos, que evitariam estes transtornos.
Alguns cuidados mínimos antes de viajar:
1 – Verificar se o carro tem combustível.
2 – Verificar a calibração dos pneus. Verificar também se os pneus estão
em bom estado, se não estão “carecas” ou com alguma danificação,
mesmo que novos, causados por alguma pedra ou outra situação.
3 – Verificar o nível de óleo lubrificante, água de refrigeração, óleo de
freios, óleo da direção hidráulica, água do limpador de pára-brisas.
4 – Verificar se os amortecedores estão bons.
5 – Verificar se os freios estão funcionando bem, se não há necessidade de
trocar pastilhas, discos e outros componentes. Testar os freios para ver
se não está pegando em um só lado.
6 – Verificar se as palhetas do limpador de pára-brisas estão em bom
estado e se não estão ressecadas.
7 – Nunca esquecer de verificar se está portando os documentos do veículo
e os pessoais, verificando se sua carta de motorista está com validade.
Considero estes os cuidados mínimos, para carros que se tem conhecimento de sua boa condição, porém o ideal seria levá-lo a uma oficina de confiança para uma análise completa de motor; embreagem; freios; amortecedores; sinalizações e luzes; estabilidade, com verificação de balanceamento das rodas, cambagem, caster e outros itens.
Tenha o mínimo de cuidado com seu veículo, não coloque sua vida, a vida de sua família e a dos outros em perigo e tenha uma boa viagem.

A migração de carros para as motos e bicicletas

Cresce consideravelmente o número de pessoas que estão trocando os carros pelas motos. O uso de automóveis para deslocamentos ao trabalho ou no dia a dia das grandes cidades já não se justifica. Além de serem mais poluentes, enfrentam as dificuldades nos congestionamentos, principalmente nos horários de pico, e também cada vez menos lugares para se estacionar, aumentando o estresse do cidadão.
As motos e bicicletas, imperiosamente, tendem a substituir os automóveis no trânsito, uma vez que o transporte coletivo é caro e ineficiente em quase a totalidade dos municípios brasileiros.

Óleos lubrificantes e outros produtos para carros nos postos de combustíveis

Basta você encostar seu carro para abastecer e lá vem um bando de frentistas achar defeitos em seu carro. Um acha que precisa aditivo na água do radiador, outro que é melhor a gasolina aditivada, outro oferece um produto para a água do limpador de pára-brisas, outro que seu extintor de incêndios está na hora de trocar. Se você der atenção a tudo isso vão acabar te internando em um hospital para louco.
Diversos tipos de óleos são oferecidos, cada um com uma vantagem a mais. Na maioria das vezes os frentistas não são preparados e falam certas bobagens, que desqualificam até o produto que querem vender, quando o cliente é uma pessoa entendida no assunto. Como sou engenheiro mecânico, já ouvi muita coisa errada nestes postos por aí.
Acho que deveriam oferecer um curso sobre carro, em vez de produtos.

O Brasil continuará usando o diesel poluente

Há muitos anos atrás, nossas autoridades haviam firmado um acordo com o setor automobilístico e a Petrobrás, para que o óleo diesel fabricado ou comercializado no Brasil fosse com menos teor de enxofre e menos poluente. Passaram-se os anos e por displicência das nossas autoridades nada foi feito nesse sentido.
Nos países europeus os carros já rodam com motores adaptados e com combustíveis com níveis de poluição bem menores que os nossos, porém as montadoras alegam que no Brasil não tiveram tempo para se adaptar, depois de muitos anos do acordo. A Petrobrás usou do mesmo argumento. Pior de tudo é que os nossos governantes aceitaram estes argumentos estapafúndios.
De nada adianta se falar em combate ao desmatamento, sem explicar direitinho a todo o povo brasileiro, quanto de propinas ou vantagens ocultas foram conseguidas, para se aceitar que um novo acordo feito este ano prorrogasse o prazo para a adaptação do óleo fabricado pela Petrobrás e dos carros produzidos pelas montadoras aqui instaladas.
O povo merece mais respeito!

A locação substitui a aquisição de bens nos dias atuais

A locação é o tema do momento. Em todos os setores da atividade ela está presente.
Qualquer coisa hoje em dia pode ser locada, sem necessidade de se adquirir o bem que precisamos. Desta forma é possível se trocar de carro a hora que quisermos. Roupas e acessórios podem ser locadas com facilidade. Hoje em dia as mulheres locam vestidos, casacos, sapatos, bolsas, cintos e até jóias. Os homens também podem se apresentar em festas e eventos sem a necessidade de adquirir qualquer vestuário.
Há muito tempo as empresas já adotam este sistema. Construtoras e empresas montadoras da área de mecânica não tem mais necessidade de investir muito capital em ferramental e equipamentos. A maioria das grandes empresas já o fazem até com relação aos equipamentos de informática, evitando o investimento em equipamentos que se tornarão obsoletos em curto prazo.
Quadrilhas de bandidos têm sido prezas com armas alugadas de outras, para praticarem assaltos.
Até no comportamento pessoal as pessoas seguem esta tendência. O número de solteirões e solteironas tem aumentado consideravelmente nos últimos tempos, pois não vêem mais necessidade de manter uma família, aluga-se uma parceira ou parceiro só quando tiver desejo!