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Turismo em cemitérios

Tem louco para tudo o que se possa imaginar e tem pessoas que não perdem tempo para faturar. Está se tornando comum o turismo nos cemitérios. Digo turismo mesmo e não visitas.
Tem empresas de turismo, principalmente na Europa, que incluem em seus roteiros os passeios a cemitérios. Muitas usam como argumentos alguns mausoléus históricos, outras as lápides de pessoas famosas.

Uma notícia interessante, que ouvi esta semana, foi sobre um empresário da minha bela Curitiba, aqui do Estado do Paraná, que pretende construir na região metropolitana de Curitiba um cemitério em formato de pirâmide, com o objetivo de explorá-lo futuramente com o turismo.

Como diz o ditado “tem louco para tudo”!

Energia solar em cemitério

Em época de crise é que surgem as criatividades. Assim foi durante a segunda guerra mundial, quando até gasolina artificial foi desenvolvida na Alemanha. Até aqui no Brasil também eram vistos os curiosos carros movidos a gasogênio, gases gerados a partir da combustão incompleta de lenha ou carvão, que também veio suprir a falta de petróleo daqueles tempos.
Como atualmente também o mundo enfrenta sérios problemas com o setor de energia, pela escassez e também porque as fontes que se dispõem são muito poluentes, buscam-se soluções em fontes renováveis e limpas.
A energia solar tem sido uma das mais visadas, além da eólica e outras renováveis. Mas nem sempre ela é tão fácil de se conseguir, por diversos motivos, inclusive por questão de falta de ensolação e até por falta de espaço em algumas situações.

Em uma cidade do nordeste da Espanha instalaram placas para aproveitamento da energia solar sobre as lápides de um cemitério. É um dos únicos lugares abertos disponíveis. Essa instalação deve gerar energia suficiente para iluminar em torno de 60 casas e contribuirá dessa forma para custear a manutenção do cemitério.

A idéia teve tanta aprovação que já estão pretendendo fazer novas instalações em outros cemitérios.

Dia 02 de novembro de todos os anos é celebrado o dia dos finados

Todos os anos é celebrado pela Igreja Católica no dia 2 de Novembro, logo a seguir ao dia de Todos-os-Santos, o dia dos fiéis defuntos, Dia dos mortos ou Dia de finados.
Desde o século II, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitando os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram, porém desde o século XIII esse dia anual passou a ser comemorado em 2 de novembro.
É um dia não só para rezar e homenagear nossos antepassados, mas também para muita reflexão a respeito de nós mesmo. É um momento de gratidão aos que já se foram, por tudo de bom que eles fizeram por nós. É um momento para refletirmos sobre a nossa passagem pela face da terra, se a nossa conduta está sendo adequada e se vamos deixar uma história de bons atos e exemplos aos que nos sucedem.
Acho que todos devemos dedicar esse dia para um momento de reflexão profunda e muita oração, com muito respeito a esses que tanto fizeram por nós.

Plano funeral, um mal necessário

Todos sabemos que um dia iremos desta para a outra, porém poucos investem nesse momento. Uns são mais conscientes e se preparam para esse momento, ainda quando estão em plena atividade. Outros são desleixados e deixam para os familiares esse ônus.
Quando a hora chega, pega a maioria de surpresa e quase ninguém gosta de investir nessas coisas, ficando o ônus destes gastos para um ou outro da família apenas.
Vendo isso, o mercado veio logo ocupar esse espaço. Criaram-se os planos funerais. Isso pode ser uma boa medida, mas se deve escolher bem esses planos, porque a maioria não passa de “trambiqueiros”, que pegam as pessoas num momento de emoção e as exploram mais ainda.

Serviços funerários nas grandes cidades

Quando uma família tem algum ente querido que parte desta vida para outra é um momento de grande aflição. Se é um fato esperado é possível se prevenir, porém se acontece por algum acidente ou até mesmo por um fato inesperado da saúde, como infarto, aneurisma cerebral ou outro tipo de doença que leva o ente de uma hora para outra, a família é pega de surpresa e o momento é doloroso.
É nesse momento que vem a exploração de um segmento, que embora necessário, tem sido até inescrupuloso por vezes, o dos serviços funerários. Eles se aproveitam do momento difícil da família, que tem pouco tempo e lucidez para tomar as decisões. Tem lugares que até brigam em frente aos hospitais, disputando o corpo do infeliz.
Algumas vezes o poder público tenta amenizar este problema, estabelecendo alguma regulamentação, que depois acaba também se corrompendo.
Em Curitiba – PR, sabemos que há apenas 21 funerárias credenciadas para esses serviços, que na verdade estão nas mãos de apenas quatro famílias, com empresas de nomes diferentes.
Está na hora de uma regulamentação federal sobre o assunto, para que as famílias não sofram mais do que a perda de seus entes queridos.

Cemitérios verticais ou incineração?

Esses dias foi muito comentado na mídia do Brasil sobre os problemas ocorridos em Brasília no setor funerário. Dizem que estavam até reciclando caixões. Foram encontrados caixões usados, com terra e até com sangues, que estavam sendo reciclados. Provavelmente foram furtados em cemitérios.
Seguido vemos em inúmeras cidades a verdadeira guerra e problemas com funerárias, que fazem de um momento de dor das famílias um verdadeiro comércio.
Outro problema que está ficando grave nas cidades são os cemitérios. Os existentes já não têm mais espaço e não há área para novos.
Talvez a solução seja cemitérios verticais. Prédios com jazigos ou partir para a incineração.

A reciclagem de metais e os roubos de fios de cobre de instalações

Os metais são os materiais mais reciclados até hoje. Há muitos anos se descobriram as vantagens de reaproveitá-los. Mas entre os mais procurados estão o cobre, alumínio, bronze.
Está se tornado comum o vandalismo e roubo de fios de cobres de instalações. Os marginais invadem fábricas, residências e não poupam até mesmo as instalações elétricas das ruas, com o intuito de roubar. Na maioria das vezes é para comprar drogas.
Outro problema que se tornou complicado é a invasão de cemitérios para a prática de roubos de metais, como bronze de placas e puxadores das lápides.
Em tempos atrás era normal se ver pessoas com próteses dentárias em ouro. Hoje em dia estas pessoas estariam correndo sérios riscos ao circular pelas ruas, pois poderiam ficar banguelas.