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Pesquisas eleitorais

Cada ano eleitoral o cidadão brasileiro tem que conviver com esta verdadeira guerra das controvertidas pesquisas eleitorais.
Até cabe a pergunta: quem nasceu antes, a posição do candidato na pesquisa ou foi a pesquisa que levou o candidato àquela posição? Parece a questão de quem surgiu antes se foi o ovo ou a galinha.
As pesquisas são muito questionáveis. Onde foi feita a pesquisa? Por exemplo, se a pesquisa for feita no nordeste brasileiro é claro que não importa o número de entrevistados, as cestas básicas e as cotas impostas pelo Lula vão dar vitória à guerrilheira que ele quer enfiar goela abaixo de todos os brasileiros.
Os candidatos e os partidos sempre contratam os institutos que lhes interessam. Aqueles que são mais tendenciosos aos seus interesses e dessa forma vão induzindo os eleitores.
Isso deveria ser proibido, para que as eleições ocorressem mais baseadas nas propostas dos candidatos e menos pela indução das pesquisas eleitorais.
Mas enquanto isso não acontece temos que carregar essas malas que o povão elege só por uma cesta básica, uma bolsa família ou uma cota na universidade.

Lojas de antiquários

Andando pelas ruas da minha cidade, passei em uma delas que reúne uma concentração de lojas de móveis e eletrodomésticos usados.
Aparentemente nada de anormal, apenas lojas de coisas antigas e de baixo valor. Porém basta entrar em uma delas e observar sob outra ótica que veremos outra coisa.

Lá é encontrada, entre os objetos de uso cotidiano usados, muita coisa antiga de um valor histórico inestimável, como máquinas de costura ainda manual, ferros de passar roupa à brasa, cabides antigos para chapéus, lampiões a querosene, móveis em madeira talhada, tantas relíquias antigas que causa até um saudosismo, pois em minha infância convivi com muitos destes objetos, que ainda eram de uso normal naquelas épocas.

Estas lojas abrigam um verdadeiro museu de alto valor, vendido aos poucos, acredito que muito mais para colecionadores que para usuários normais.

A falta de confiança agrava a crise?

Estamos cansados de ouvir que devemos ter pensamentos positivos e confiança, para que algo dê certo. É o que vemos nos atuais momentos da crise mundial. É um processo em cadeia, tipo efeito dominó.
As pessoas desempregadas não gastam porque não sabem quanto tempo vão suportar sem emprego e os que estão trabalhando também seguram suas economias por falta de confiança, pois não sabem por quanto tempo vão ficar empregadas.
E assim a crise se agrava. Em uma economia em alta as pessoas se arriscam mais, adquirem bens, assumindo dívidas, pois sabem que,se ficarem desempregadas, facilmente encontrarão outra ocupação e poderão honrar seus compromissos sem problemas. Isso faz com que todo o conjunto da economia cresça e mais pessoas tenham seus ganhos garantidos, que também vão consumir mais e sem medo.
Então entendemos que a crise tem alma. Algo que não apalpamos, mas tem existência. A reversão desse quadro só será possível à medida que a população readquirir a confiança no mercado. Isso poderá levar alguns anos.

Quando uma máquina vira sucata?

Avaliar uma máquina requer muita experiência e visão. Uma máquina não pode ser considerada boa só porque está funcionando. Outros aspectos devem ser analisados.
Nos dias atuais, com as leis cada vez exigindo mais dos empresários, muitas vezes manter uma máquina antiga funcionando significa prejuízo e dor de cabeça. Abandona-la pode ser o melhor a ser feito.
Aspectos como consumo de energia, qualidade do produto gerado por essa máquina, mão de obra que ela utiliza, produção por hora, dificuldade e custo de manutenção e até o espaço que ela ocupa são fatores importantes na decisão de se manter ou não uma máquina na linha de produção.
Como perito em avaliação de máquinas, tenho enfrentado muitas situações de difícil conciliação. Como explicar para o proprietário que uma máquina mantida na caixa por mais de dez anos, sem nunca ter sido utilizada, não é mais nova e não tem valor no mercado?
Se a máquina possui muita automação e componentes eletrônicos, nos dias de hoje, vira sucata em pouquíssimo tempo. O empresário deve estar atento ao mercado. Não pode mais fazer investimentos mal planejados, com retorno duvidoso, senão vai à falência com facilidade.

Os colecionadores estão em extinção?

Quando criança, em cidade do interior, era comum a meninada colecionar alguma coisa. Uns colecionavam bolinhas de gude, outros carteiras de cigarro ou tampas de bebidas, juntados nas ruas. Havia também os álbuns de figurinhas de times de futebol, que eram o tormento dos pais. Toda a economia da criançada ia para as tais figurinhas. Quando se preenchia a página, ganhava-se um prêmio. Normalmente os promotores não lançavam algumas e a criançada nunca ganhava os tais prêmios. Era pura sacanagem e fraude.
Quando adultos, continuando com a experiência, essas pessoas se tornavam colecionadores de moedas e outros objetos, chegando alguns a se tornarem colecionadores até de carros antigos, quadros e outras obras de artes, discos de músicas, etc.
Mas parece que esses hábitos estão se acabando. Hoje são poucos os colecionadores. As razões são muitas para isso. Uma delas é a situação financeira, que se tornou proibitiva. Outras razões também são determinantes, como os escassos espaços para isso, principalmente nas grandes cidades.
Acho que a raça dos colecionadores está em extinção!

Turismo de natal

O natal sempre envolve as pessoas com as decorações, hinos e muita alegria. Lojas, supermercados e até cidades entram no clima.
Algumas cidades já se tornaram até atrações nessa época, como é o caso de Curitiba, com as decorações e as apresentações no chamado “Palácio Avenida”, antigo prédio do Banco Bamerindus, hoje HSBC. Todo o prédio é decorado com luzes envolvendo todas as janelas, onde se apresenta um coral de crianças carentes todos os anos.
Outro lugar que atrai muitas pessoas nesse época pelas suas tradicionais decorações natalinas é a região de Gramados no Rio Grande do Sul. Lojas e ruas ficam todas decoradas nessa época.
É o natal contribuindo para a atividade de turismo.

Jóia é um bom presente de natal para as adolescentes

Presentear pode não ser tão simples assim, principalmente adolescentes, que já sabem o que querem e não é qualquer coisa que os satisfaz. Se for menina é mais complicado ainda.
Já enfrentei muitas dificuldades com isso, mas também já aprendi a lição. A dificuldade foi até quando me ensinaram que para menina adolescente jóias são sempre bons presentes. Por mais que elas possuam, uma nova sempre faz a diferença.
Perfumes somente se conhecermos bem a pessoa, caso contrário o investimento pode não resultar em nada ou até no lixo.
Mas com essa crise somente começando, muitos vão ganhar caixinhas de bom-bons ou nada.

Querem dar o calote no Brasil. É necessário nosso governo assumir outra postura

Depois que o Equador resolveu não pagar os empréstimos do BNDES, num montante de US$ 243 milhões, para as obras da Hidrelétrica de San Francisco, construída naquele país pelo consórcio liderado pela empresa brasileira Norberto Odebrecht, que foi expulsa de lá por problemas de funcionamento da usina, outros governos da América Latina, como Venezuela, Bolívia e até o Paraguai, resolveram auditar as suas contas e ameaçam um calote no BNDES, pleiteando desta forma uma anistia do Brasil junto àqueles países.
A postura do nosso governo, em matéria de política externa vem sendo equivocada em vários aspectos. Este posicionamento destes países se deve ao comportamento até então assumido pelo atual governo brasileiro, que trata todos como irmãozinhos mais pobres, em detrimento dos interesses do povo brasileiro.
Assim foi também ao assumir e assinar aquele acordo sobre a auto- determinação dos povos indígenas, que os estudiosos insistem em dizer que poderá levar o Brasil a perder grande parte dos seus territórios para nações indígenas, cujo controle e manipulação já vem sendo feita por países como EUA e outros da Europa.
É muita incompetência para um só governo. Ou se muda a postura ou o povo brasileiro tem que trocar de governo.

O Lula quer que o brasileiro consuma mais, que você acha disso?

Em pronunciamentos recentes, o nosso Presidente fez discursos inflamados pregando um maior consumo por parte dos brasileiros, para combater a crise. Até campanhas na televisão serão feitas.
Ou eu não aprendi nada em meus dois cursos de faculdades e dois de pós-graduação ou o nosso Presidente estudou em uma faculdade que não conhecemos e ele está com a razão.
Esta é a receita para os EUA, mas não para o nosso povo, que precisa trabalhar e economizar bastante, ao contrário do que vem fazendo o nosso governante.
É bom avisar o nosso Presidente que as primeiras e grandes empresas que anunciaram seus prejuízos com a crise financeira aqui do Brasil já demitiram seus diretores, que tinham a sua formação em faculdades de economia dos EUA, segundo noticiou a imprensa.

Carnaval, as preparações das escolas de samba correm na surdina

É difícil para um estrangeiro entender o que ocorre em nosso carnaval. É uma competição levada muito a sério. Mal termina um e já se está trabalhando para o outro. Refiro-me principalmente ao carnaval do Rio de Janeiro, com as escolas de sambas e o esplendor das suas apresentações.
Poderia até ser considerada uma das maravilhas do mundo, pois é a composição de milhares de pessoas, que pensam e agem diferentemente em suas vidas cotidianas, porém se unem em torno de um só objetivo, com uma disciplina inexplicável, em prol da vitória de sua escola. Guardam segredo sobre suas apresentações até o último instante.
A maioria destas pessoas não ganha nada com isso e ainda investe bastante, porém seu ego se enriquece com a vitória da sua escola, que a enche de motivação para o ano todo.
Só estão esperando passar a motivação do natal e as festas do réveillon para fazer soar os tambores e as cuícas!