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Bolacha caseira, cerveja caseira, salame caseiro

Com a crise que perdura há muitos anos, a informalidade foi atingindo quase todas as famílias. E quase sempre que a mulher entrou em ação o resultado foi muito bom.

Conheço uma família que se encontrava em sérias dificuldades, com o marido desempregado e com dificuldades para recolocação. A esposa então começou fazer em casa as broas, bolos, tortas e outras gostosuras, que eram sua especialidade. Seu marido começou vender pelas vizinhanças e hoje são proprietários de uma panificadora.

Conheço outra que se encontrava na mesma situação. A mulher começou fazer em casa as bolachas caseiras, que foi cada vez mais aperfeiçoando as receitas, os formatos, as decorações e principalmente as embalagens. Hoje ela emprega várias pessoas e não pára de crescer.

Outra família sobreviveu à crise fabricando e vendendo cerveja caseira e hoje até tem uma marca e é encontrada em várias casas comerciais de diversas cidades.

Outra que conheço, a mulher começou vendendo queijo trançado e outros produtos de fabricação caseira, como salames à beira da rodovia e hoje possui um grande laticínio e uma lanchonete de beira de estada muito freqüentada, além de um hotel conjugado.
Basta ter boa vontade e iniciativa que tudo dá certo.

Concursos públicos ainda representam uma grande saída

Em épocas de crise ou não, ser um funcionário público ainda é a melhor saída para a maioria. Um emprego público representa aqui no Brasil estabilidade e bom salário, que é muito difícil de se conseguir na atividade privada, além de poder ser arrogante e tratar mal o público, sem ser incomodado por algum chefe.

Esta competição acirrada pelas boas vagas fez surgir em todo o país um grande número de cursos preparatórios, que se tornou uma verdadeira indústria. Gráficas também lucram com a situação, imprimindo apostilas, livros e coisas do gênero.

E o governo não pára de contratar, mesmo na crise, pois quem paga a conta é o povo, através dos altos impostos deste país!

Crédito, palavra mágica para combater a crise e o desemprego

Fala-se em crise por todas as partes do mundo. No Brasil, segundo o nosso Presidente Lula, ela não chegaria. Ele estava enganado por seus assessores ou mentiu ao seu povo. Acho que foram as duas coisas mesmo, pois na verdade a crise já havia se implantada aqui no nosso país no meio do ano de 2007, quando estourou nos EUA a chamada crise imobiliária.

Tão logo se soube da crise imobiliária nos EUA em 2007, indústrias brasileiras, que para lá exportavam produtos ligados às construções, como madeiras e seus derivados, bem como a indústria de móveis, passaram a sofrer as conseqüências, com contratos sendo cancelados ou encomendas diminuídas. Muitas indústrias fecharam as portas no segundo semestre de 2007 e durante todo o ano de 2008, principalmente nos Estados do Paraná e Santa Catarina, pólos de produção de madeiras e móveis.

Não só a crise imobiliária foi a culpada, pois foi muito bem ajudada pela política perversa de câmbio adotada pelo governo brasileiro, que mantinha o dólar muito baixo, além da teimosia do Banco Central em manter as altas taxas de juros.
O mundo todo já elegeu o vilão desta crise e seria a palavra mágica chamada “crédito”. Sem ele as pessoas não compram. Sem as pessoas comprarem o comércio e a indústria não vende e as demissões aumentam. Pessoas sem salário perdem ainda mais o poder de compras, que realimenta a crise, com mais demissões. A falta de crédito também dificulta a aquisição de bens de capital, como máquinas, por parte das indústrias, que são então obrigadas a se encolherem.
Mas como reverter então isso tudo? Levará algum tempo para que todos retomem a confiança e voltem a acreditar na economia, aí voltam as vendas, voltam os empregos e a crise desaparece.
Mas é preciso também que os políticos sejam mais honestos e suas políticas sejam puras e verdadeiras, não apenas agentes de politicagens para permanecerem no poder!

A posse de Obama e as expectativas do resto do mundo

A posse do Presidente dos EUA Barack Obama, em 20.01.2009, foi verdadeiramente uma grande festa cívica, digna de uma verdadeira democracia.
O mundo todo guarda grande expectativa com esta mudança de poder no país mais poderoso do planeta, pois do seu rumo dependerá todo o resto. Ele substitui um comando totalmente desastrado de seu antecessor, que destruiu a economia norte americana e a do mundo todo por tabela, não fez o mínimo pelo meio ambiente e conservação do planeta, só soube promover a discórdia e guerras, fortaleceu o ódio contra o ocidente e alimentou os ideais terroristas, usou de meios ilegais e até de torturas sem o menor pudor e tantos outros desmandos. Foi um verdadeiro “Nero” dos dias atuais. Um “bêbado” no poder.
Esperamos que a posse do Obama reconduza e corrija os ideais de democracia e sirva de exemplo para o resto dos países, pois exemplos que se aproximam do Busch não faltam pelo mundo afora.

Aqui na América do Sul temos uns filhotes de ditadores se formando e se o povo não se acordar teremos muita dor de cabeça no futuro, inclusive aqui no Brasil, pois na última visita à Venezuela o nosso Presidente Lula, que no copo tem algo em comum com o ex-presidente norte americano, e que não se conformará com a perda do poder, foi claro ao declarar que a perpetuação no poder pretendida pelo Hugo Chaves é um fato democrático. Não duvidem que se ele não conseguir implacar a Dilma por aqui não venha com as mesmas malandragens do seu amiguinho da Venezuela e tente um terceiro mandato consecutivo por aqui também, convencido pelo alto índice de popularidade dos que só esperam as benesses, que tanto ele tem feito, às custas de uma classe média em deterioração por aqui.

Ou ele não sabe o que é democracia ou ele está criando um novo conceito, o de “democracia ditatorial”

A falta de confiança agrava a crise?

Estamos cansados de ouvir que devemos ter pensamentos positivos e confiança, para que algo dê certo. É o que vemos nos atuais momentos da crise mundial. É um processo em cadeia, tipo efeito dominó.
As pessoas desempregadas não gastam porque não sabem quanto tempo vão suportar sem emprego e os que estão trabalhando também seguram suas economias por falta de confiança, pois não sabem por quanto tempo vão ficar empregadas.
E assim a crise se agrava. Em uma economia em alta as pessoas se arriscam mais, adquirem bens, assumindo dívidas, pois sabem que,se ficarem desempregadas, facilmente encontrarão outra ocupação e poderão honrar seus compromissos sem problemas. Isso faz com que todo o conjunto da economia cresça e mais pessoas tenham seus ganhos garantidos, que também vão consumir mais e sem medo.
Então entendemos que a crise tem alma. Algo que não apalpamos, mas tem existência. A reversão desse quadro só será possível à medida que a população readquirir a confiança no mercado. Isso poderá levar alguns anos.

Área de alimentação não para na crise

A crise parece mesmo ter se instalado no mundo todo e promete ficar por alguns anos. Todos estão muito apreensivos. Uns preocupados em manter seus empregos, outros em manter suas fortunas.
O mundo precisa de ajustes. Ajustes em diversos setores. Os valores andam invertidos. Talvez a extravagância tenha encontrado seu limite.
Porém em qualquer crise nem tudo vai mal. Algum setor sempre encontra suas oportunidades e acaba se saindo bem.
Nessas horas o melhor mesmo é escutar a voz da experiência. Meu pai, ainda moço e tentando fazer a vida, tentou de tudo, até motorista em época que nem estradas existiam ele foi. Até que em suas andanças por esse mundo, um senhor com alguma experiência de vida já acumulada lhe disse : “setor de alimentos não perece em nenhuma crise, pois a cada dia mais gente vêm ao mundo e todos precisam de comer e beber”.
Como ele era daqueles que respeitava os mais velhos, procurou interpretar melhor esse ditado. Foi quando ele investiu por esse rumo. Sem nada no bolso para começar, porém com muita determinação, iniciou como industrial no ramo de alimentos. Não fez grandes fortunas, porém atravessou varias crises e em cada uma ele verificava que seus negócios melhoravam.
Concluímos que o ramo de alimentos, se não melhora, pelo menos não perece nas crises.

Querem dar o calote no Brasil. É necessário nosso governo assumir outra postura

Depois que o Equador resolveu não pagar os empréstimos do BNDES, num montante de US$ 243 milhões, para as obras da Hidrelétrica de San Francisco, construída naquele país pelo consórcio liderado pela empresa brasileira Norberto Odebrecht, que foi expulsa de lá por problemas de funcionamento da usina, outros governos da América Latina, como Venezuela, Bolívia e até o Paraguai, resolveram auditar as suas contas e ameaçam um calote no BNDES, pleiteando desta forma uma anistia do Brasil junto àqueles países.
A postura do nosso governo, em matéria de política externa vem sendo equivocada em vários aspectos. Este posicionamento destes países se deve ao comportamento até então assumido pelo atual governo brasileiro, que trata todos como irmãozinhos mais pobres, em detrimento dos interesses do povo brasileiro.
Assim foi também ao assumir e assinar aquele acordo sobre a auto- determinação dos povos indígenas, que os estudiosos insistem em dizer que poderá levar o Brasil a perder grande parte dos seus territórios para nações indígenas, cujo controle e manipulação já vem sendo feita por países como EUA e outros da Europa.
É muita incompetência para um só governo. Ou se muda a postura ou o povo brasileiro tem que trocar de governo.

A crise financeira deve despertar uma nova ordem mundial

Aprende-se em física e química que tudo no universo tente a uma situação de estabilidade e de menor energia. Quando uma certa situação se torna insuportável é porque está prestes a explodir. Assim foi também com a situação financeira. Bancos escondiam situações insuportáveis nos EUA e por tabela outros bancos do mundo todo.
Até que explodiu e sobraram estilhaços para vários outros setores. Agora até remover todos os escombros levaremos vários anos. Com certeza pelo menos uma geração será prejudicada. Os jovens que estão entrando no mercado de trabalho e precisam de uma oportunidade poderão ver a idade passar sem que essa chance chegue.
Com certeza após essa crise uma nova ordem mundial surgirá e vamos torcer para que os políticos sejam mais sensíveis, responsáveis e menos gananciosos, que o mundo pense menos em dinheiro e mais em valores humanos e preservação do nosso planeta.

A crise americana já atravessou o Atlântico?

Lembro bem quando meses atrás o nosso Presidente da República, sob o abrigo da sua brutal ignorância, com mais uma bravata, propagou aos quatro cantos do mundo que o Brasil não seria afetado com a crise dos EUA porque ela não atravessaria o Atlântico.
Pois a tal crise chegou até nós com toda a maldade e nem precisou atravessar este oceano. Centenas de empresas já estão fechando as portas desde o início da crise, em meados de 2007, pena que ninguém tenha avisado o nosso Presidente.
As empresas que não fecharam estão diminuindo suas atividades, demitindo pessoal e apreensivas, cortam e adiam seus investimentos.
Já é passada a hora do nosso mandatário maior parar de metáforas e discursos vazios e governar a sério este país, procurando ver o que ocorre à sua volta e assumir a responsabilidade, deixando aquela evasiva de “nada vi”, “nada sei”, “não me informaram de nada”, e outras dessa natureza.

A crise financeira mundial e o turismo de Cruzeiros Marítimos

A crise no setor financeiro do mundo todo ainda está chamuscando. Os governantes “bombeiros” do mundo todo fazem tudo o que podem para apagar esse incêndio do “Nero” dos dias atuais. O mesmo “Nero” que invadiu o Iraque, com argumentos mentirosos, incendiou o mundo.
As conseqüências desse incêndio ainda estão por vir. Levará muito tempo para a situação se recompor. Aqui no Brasil, ao contrário do que o nosso “Nero” dizia, a crise já vem pegando pesado muitos setores da nossa economia.
Assim que a crise sair um pouco dos noticiários, não por ter terminada, mas pela fadiga que nos causa, já estaremos ouvindo os apelos do comércio para tentar salvar as vendas de final de ano. Hinos natalinos tentarão levantar o moral dos consumidores.
Já vemos o verão chegando, junto com as férias e muito sol. Já é tempo de se pensar em descanso e lazer. Aí quem conseguiu juntar umas reservas ao longo da árdua luta do ano todo já vai fazendo seus planejamentos.
Navios dos mais luxuosos já têm suas programações para aportarem em nosso litoral e por aqui permanecerem, enquanto durar esse período. Prometem uma temporada dos sonhos, um verdadeiro paraíso flutuante, um mundo à parte e cheio de encantos.
Em breve já estará aberta a temporada dos Cruzeiros Marítimos, com crise ou sem ela, pois para quem vai utilizá-los não houve a crise.