Category Archives: Empregos.

Estágio profissional para universitários

Quando o jovem está para concluir o ensino de segundo grau, fica com a cabeça em conflito, pois nem todos já tem nesse período decidido sobre fazer ou não um curso universitário e qual destino escolher.
Depois que entram na faculdade, muitos se acomodam e acham que só o diploma já lhes garantirá o futuro. Grande engano.

É necessário que o estudante universitário tenha em mente que só o diploma não é suficiente para o sucesso da sua carreira e que deve procurar experiência desde cedo, ainda quando estudante.

Por isso deve procurar estágio em empresas, que hoje já é regulamentado por lei. Um bom estágio lhe dará experiência e ensinamentos de como lidar com certas situações, que defrontará quando já for um profissional e estiver assumindo responsabilidades.

Muitas empresas fazem dos estágios verdadeiras escolas para preparar e especializar a mão de obra que utilizarão, de acordo com seus fundamentos. Algumas chegam a aproveitar em seus quadros mais de 60 % dos estagiários utilizados.

Na verdade o estágio é um elo entre a faculdade e a vida real profissional, onde se pode aliar a teoria com a prática.

Crédito, palavra mágica para combater a crise e o desemprego

Fala-se em crise por todas as partes do mundo. No Brasil, segundo o nosso Presidente Lula, ela não chegaria. Ele estava enganado por seus assessores ou mentiu ao seu povo. Acho que foram as duas coisas mesmo, pois na verdade a crise já havia se implantada aqui no nosso país no meio do ano de 2007, quando estourou nos EUA a chamada crise imobiliária.

Tão logo se soube da crise imobiliária nos EUA em 2007, indústrias brasileiras, que para lá exportavam produtos ligados às construções, como madeiras e seus derivados, bem como a indústria de móveis, passaram a sofrer as conseqüências, com contratos sendo cancelados ou encomendas diminuídas. Muitas indústrias fecharam as portas no segundo semestre de 2007 e durante todo o ano de 2008, principalmente nos Estados do Paraná e Santa Catarina, pólos de produção de madeiras e móveis.

Não só a crise imobiliária foi a culpada, pois foi muito bem ajudada pela política perversa de câmbio adotada pelo governo brasileiro, que mantinha o dólar muito baixo, além da teimosia do Banco Central em manter as altas taxas de juros.
O mundo todo já elegeu o vilão desta crise e seria a palavra mágica chamada “crédito”. Sem ele as pessoas não compram. Sem as pessoas comprarem o comércio e a indústria não vende e as demissões aumentam. Pessoas sem salário perdem ainda mais o poder de compras, que realimenta a crise, com mais demissões. A falta de crédito também dificulta a aquisição de bens de capital, como máquinas, por parte das indústrias, que são então obrigadas a se encolherem.
Mas como reverter então isso tudo? Levará algum tempo para que todos retomem a confiança e voltem a acreditar na economia, aí voltam as vendas, voltam os empregos e a crise desaparece.
Mas é preciso também que os políticos sejam mais honestos e suas políticas sejam puras e verdadeiras, não apenas agentes de politicagens para permanecerem no poder!

Algumas dicas para conseguir um emprego

Em época de grande crise e a mídia “bombando” em todo momento notícias de demissões em massa, torna-se preocupante e mais difícil uma colocação no mercado de trabalho. Quem já tem alguma experiência também não está encontrando facilidade, pois igual e até melhor que ele tem muitos, vindos da grande massa de demitidos. Os que vão entrar no mercado de trabalho podem encontrar ainda maiores dificuldades.
Como conseguir então um emprego? Realmente os dias de hoje estão muito mais complicados que um passado bem recente. Qualquer que seja o emprego hoje em dia, exige-se alguma qualificação e um diferencial e isso só é possível se o candidato tiver um mínimo de escolaridade necessária para a vaga em questão.
Até para porteiro de condomínio ou empregada doméstica já está se exigindo pelo menos o ensino fundamental e algum conhecimento de informática. Além do ensino com as disciplinas normais, hoje em dia há o analfabeto digital, que o mercado de trabalho também está rejeitando.

Só espalhar um monte de currículos por todos os lados não basta. A pessoa deve ao longo de sua vida profissional não se descuidar dos contatos com outros colegas relacionados com sua formação e aptidões e sempre estar se reciclando e se atualizando. No mundo corporativo globalizado dos dias atuais é imperioso o conhecimento de pelo menos uma segunda língua. O trabalho em equipe é moda e o relacionamento é tudo para que isso seja possível. Uma pessoa muito fechada, egoísta, que se isola, não consegue espaço hoje em dia nas empresas. Há de se ter relacionamento até nas atividades fora do serviço, como festas, esportes, encontros e outras.

Por ocasião de uma entrevista o candidato deve demonstrar identificação com a empresa e grande interesse pela vaga. Salientar suas virtudes e aptidões relacionadas com as atividades a serem desenvolvidas naquele cargo. Deve demonstrar sua facilidade de integração com os outros componentes da corporação, para somar esforços em prol do objetivo comum. Mostrar-se responsável e ir para a entrevista trajando-se adequadamente e condizente com a vaga e o cargo ofertado é fundamental.
O candidato a uma vaga deve estar informado da faixa de salário do mercado na região, para não exigir o que não se paga e desta forma jogar fora a chance de entrar na organização, onde poderá mostrar seu potencial e futuramente alcançar seus objetivos.

Hoje em dia não basta pegar um diploma e sair por aí achando que vai conseguir uma colocação com facilidade. Durante seus anos de estudos é uma época adequada para fazer variados estágios e dessa forma se tornar mais versátil e experiente. Normalmente as empresas recrutam um ex-estagiário, que já está treinado e integrado com os demais componentes da equipe, bem como familiarizado com os problemas da empresa.

Enfim, os dias atuais se tornaram bem mais competitivos e a pessoa comodista vai ficar de fora mesmo!

Trabalhos temporários, a nova tendência no Brasil

A cada dia a vida do trabalhador fica mais complicada. Os avanços tecnológicos dos últimos anos têm exigido mais preparo da classe trabalhadora. Sem estudos já não está sendo possível até mesmo se conseguir um trabalho braçal, que cada vez mais são substituídos também por equipamentos modernos, mais eficientes e mais rápidos, que substituem dezenas de trabalhadores ao mesmo tempo.
Em todo o mundo a terceirização e os trabalhos temporários já estão há vários anos sendo aplicados. Aqui no Brasil esta tendência também vem tomando corpo e obriga o trabalhador a uma adaptação. Uma só habilidade já não é mais suficiente. Agora o trabalhador deve ser mais versátil, devendo atuar em várias áreas, além de ter que se organizar em cooperativas de trabalhos.

Isto é mais notado em empresas sujeitas a trabalhos sazionais, como cooperativas de beneficiamento de cereais, coletas de frutas e outras, porém empresas em geral também vem adotando a terceirização com trabalhadores temporários para diversas áreas de suas atividades, mantendo fixos apenas os postos imprescindíveis.

Em partes isto ocorre devido aos altos custos dos encargos sociais no Brasil. As empresas são punidas severamente ao empregar. Um número muito grande de sindicatos se proliferaram em nosso país, gerando legiões de parasitas, que não servem para nada além de sugar o próprio trabalhador e fazer agitações desnecessárias, apenas para tentar justificar seus cargos nesses sindicatos. Ficam tentando manter conceitos já ultrapassados e discursos batidos. Nossas leis obsoletas e tolerantes facilitam isso, quando deveriam ser modernizadas, abolindo grande parte dessa gente, tornando a contribuição sindical não obrigatória e acabando com essa vagabundagem, além de flexibilizar e diminuir os custos das empresas quando empregam.
Aquilo que estes sindicalistas pregam como remédios não passam de venenos para a própria classe trabalhadora.

A falta de confiança agrava a crise?

Estamos cansados de ouvir que devemos ter pensamentos positivos e confiança, para que algo dê certo. É o que vemos nos atuais momentos da crise mundial. É um processo em cadeia, tipo efeito dominó.
As pessoas desempregadas não gastam porque não sabem quanto tempo vão suportar sem emprego e os que estão trabalhando também seguram suas economias por falta de confiança, pois não sabem por quanto tempo vão ficar empregadas.
E assim a crise se agrava. Em uma economia em alta as pessoas se arriscam mais, adquirem bens, assumindo dívidas, pois sabem que,se ficarem desempregadas, facilmente encontrarão outra ocupação e poderão honrar seus compromissos sem problemas. Isso faz com que todo o conjunto da economia cresça e mais pessoas tenham seus ganhos garantidos, que também vão consumir mais e sem medo.
Então entendemos que a crise tem alma. Algo que não apalpamos, mas tem existência. A reversão desse quadro só será possível à medida que a população readquirir a confiança no mercado. Isso poderá levar alguns anos.

Franquia é um bom negócio?

Estamos entrando em uma tempestade. Empresas anunciam demissões todos os dias. Nessa época é comum se verificar pessoas desesperadas, que nunca tiveram uma empresa, aventurarem-se e perderem tudo. Recebem suas indenizações e já acham que é suficiente para abrir um negócio próprio. Não conhecem do assunto, não fazem pesquisas nem planejamento e investem suas poucas reservas, para dias depois estarem a procura de um novo emprego e sem nada no bolso. Muitos desses são ótimos funcionários, mas somente como empregados, sob o comando de outros.
Para essas pessoas, que não querem ser mais empregados, nem estão preparadas para controlar um negócio próprio, recomenda-se ingressar numa boa franquia. Desta forma, sob o gerenciamento, apoio e assistidos,
podem ir avante e se dar bem em seus empreendimentos.
Franquia pode ser um bom negócio, mas também é necessário escolher a certa, pois existem muitas por aí que são uma “gelada”.

As invasões de terrenos urbanos trazem a criminalidade e depreciam as propriedades

Depois que a tecnologia e a mecanização entrou nos campos brasileiros, trouxeram aumento considerável e inquestionável da produção agrícola. Porém junto trouxeram uma série de problemas, que só tendem a crescer. Diminuiu-se a utilização de mão de obra, expulsando os trabalhadores do campo.
Para onde essas pessoas foram? Não houve outra saída a não ser a busca de oportunidades nos centros urbanos. Porém essas pessoas não dispõem de recursos para adquirir uma residência bem localizada e vão aumentar a população das periferias das cidades, formando favelas e bairros onde não há infra-estrutura alguma. Aí todos culpam as autoridades, porque não há luz, água, telefone, arruamento, iluminação, escolas, transporte, saúde, segurança, etc.
Forma-se um ciclo vicioso, onde o problema só aumenta. Normalmente essas pessoas constituem uma mão de obra desqualificada e seus salários são insuficientes para manter suas famílias, normalmente numerosas. Filhas e filhos ficam na ociosidade e vulneráveis à prostituição, drogas e criminalidade.
Esse movimento migratório saturou as principais cidades brasileiras. Surgiram então novos problemas. Surgiram os sem terras, que de movimento social se transformou em movimento político e perigoso, aos quais se atribui muitas ações fora da lei, inclusive como abrigo de criminosos comuns.
Surgiram também os chamados sem teto, que invadem imóveis e acham que o poder público é responsável por resolver o problema deles a qualquer custo. Da mesma forma são os invasores de terrenos urbanos, muitos dos quais são apenas exploradores, que possuem imóveis até de bom padrão, mas na esperança e ganância de auferir lucros se juntam aos invasores e pouco tempo depois vendem a terra invadida e logo estão compondo uma nova invasão, fazendo disso um simples comércio. O pior de tudo é que a maioria dessas invasões é incentivada por políticos, de olho nos votos desse povo. Quem tem imóvel próximo a estas invasões, que conseguiu com fruto de seu esforço e trabalho, vê sua propriedade perder valor de um dia para o outro. A criminalidade e a insegurança torna insuportável morar onde antes era só tranqüilidade, sem contar com o enorme contingente batendo em sua porta para pedir alguma coisa.
São problemas cada vez crescentes e de difícil solução.

O comércio de armas no Brasil

Há três anos foi feito um referendo para proibir a venda e posse de armas no Brasil. Alguns interpretavam que com a proibição de vendas diminuísse a criminalidade. Pura ilusão. O bandido não vai comprar sua arma em loja regulamentada e nem faz registro da mesma.
Pelas nossas fronteiras, mal vigiadas, passam de tudo, mercadorias de contrabandos, drogas, armas e munições. As quadrilhas possuem armamentos pesados, que muitas vezes nem a polícia os possui.
Por outro lado, não será a falta de arma de fogo que vai diminuir a criminalidade, pois o crime ocorre das mais diferentes modalidades, com uma arma branca ou até sem armas.
Acho que a grande arma para combater o crime no Brasil será aplicar mais recursos e melhorar a educação no nosso país, bem como criar melhores oportunidades a todos, com o Poder Público se fazendo mais presente.

Você concorda com a guerra fiscal de estados e municípios para atrair empresas?

Municípios e Estados oferecem de tudo para atrair empresas. Dizem que é bom porque atrai empregos, movimenta a economia. Você concorda com isso?
Aqui em Curitiba onde eu moro, um ex-governador adotou muito esta política anos atrás, concedendo muitas vantagens a empresas multinacionais, como anistia de impostos, terrenos para instalação e outras benesses.
Assim que os anos de anistia de impostos se acabaram elas sumiram para outros Estados e até para fora do país. Essas empresas também sempre alimentaram com caixa dois e até se envolvendo em falcatruas do antigo Banestado para alimentar esse grupo político com as propinas.
Até hoje o povo do Paraná está pagando por esses desmandos do Sr. Jaime Lerner, aclamado como um dos grandes arquitetos, mas na verdade se der um prancheta a ele não sai nada.

Fazer estágio durante um curso de faculdade é importante?

                          Fazer um curso superior é muito importante. Ele nos dá visão e conhecimentos teóricos necessários para enfrentar as situações. Ele nos deixa com uma capacidade crítica e poder de decisão.     Mas somente ele não basta para sermos bons profissionais. Fazer vários estágios, em corporações diferentes é o recomendado. A faculdade não ensina a tratar com certas situações, que só no dia a dia das empresas é que aprendemos. Muitas vezes a pessoa tem grandes conhecimentos específicos, mas não consegue implantar suas idéias por falta de habilidades políticas entre os colegas e outro, muito menos capacitado, traz melhores resultados.  Como diz o ditado, ficamos mais forjados.    Além do mais, fazer estágios aumentam consideravelmente as chances de você sair da faculdade já empregado, na mesma empresa onde estagiou ou em outra.