Category Archives: Histórias

Você acredita em ETS ?

Este ente chamado ET ( extra-terrestre ) já rendeu muita polêmica. Uns juram que já os viram, outros afirmam que até foram abduzidos por eles. Muitos livros e reportagens já mobilizaram a mídia nos últimos anos. Até alguns aviadores apareceram com histórias sobre discos voadores vistos em seus vôos. Filmes sobre eles sempre fazem sucessos.
Um vídeo, criado por um francês, circulou pela internet e até foi motivo da manchete principal de um grande jornal. Uma grande polêmica surgiu sobre este vídeo, onde apareciam naves de extra-terrestres circulando nos céus. Agora ele mesmo revelou que se trata de uma montagem, deixando muita gente com cara de bôbo.
E você acredita na existência deles?

Quantos benefícios trouxe a descoberta da fotografia?

Você já refletiu a respeito disso? A descoberta da fotografia foi realmente muito importante. Deu-nos mais um par de olhos. Propiciou a possibilidade de transferir a imagem de um lado para outro e mais que isso, deu-nos a possibilidade de transferir as imagens ao longo dos tempos, registrar e documentar fatos e momentos.
Aos meus 50 anos, somente agora pude conhecer meus bisavós e os irmãos dos meus avos, que nem sequer podia imaginar como eles eram. A família descobriu, por acaso, uma foto de família do ano de 1928. O valor dessa foto é inimaginável. Com ela minha irmã pôde iniciar uma pesquisa e, na busca de reconhecer os integrantes da mesma, fatos reveladores vieram à tona.
Quanto a história deve às fotos. Quanto nós devemos a elas. Graças a elas podemos contar no futuro a nossa própria história e nossos descendentes certamente ficarão muito contentes em nos conhecer.

Fusca, um carro que virou paixão para muitos

Quem ainda não possuiu ou dirigiu um fusca? Um carro que se popularizou pelo mundo todo, mas aqui no Brasil ele teve um papel muito importante. Um carro leve, mecânica fácil, econômico para sua época, versátil, pois servia tanto para passeio como para trabalho, que não rejeitava as estradas ruins, com barros ou buracos.
Já foi o principal carro das frotas das empresas. As empresas que tinham grandes equipes de vendas possuíam muitos deles. Conheço um empresário do ramo de transportes, que possui uma das maiores frotas de ônibus e caminhões do nosso país e também uma grande empresa de táxi aéreo, com muitos aviões, mas seu carro de uso diário é um fusca. Ele já possuiu uma das maiores frotas de fuscas do Paraná, com mais de 300 deles.
Ainda vai demorar para esse carro ser visto apenas em museus, mas já está deixando muitas saudades.
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Dercy Gonçalves – uma figura impar

Uma personagem ímpar nos deixou esse mês de julho de 2008. morreu a Dercy Gonçalves. Com seus cento e poucos anos, pois uns dizem ser 101 e ela afirmava ser 103 anos.
Parecida com ela acredito que nunca mais teremos. Com energia até esta idade acho que não mesmo. Não vou dizer que ela morreu com plena lucidez, pois isso é coisa que nos confunde no caso dela. Se fosse outra pessoa, diriam que não estava mais lúcida, por falar tantas palavrões, mas como isso sempre foi sua marca registrada, não se sabe se isso era lucidez ou já lhe faltara há muitos anos.
Foi autêntica e muito contribuiu à classe artística brasileira. Muitos políticos também devem estar refletindo sobre seus comentários e depoimentos, sempre contundentes e puros.
Que Deus o tenha, grande Dercy.

DKW – VEMAG – um carro antigo que dá saudades

Os saudosistas do automobilismo devem se lembrar quando eram vistos pelas ruas do Brasil aqueles carros simpáticos, com ronco peculiar, devido seu motor de dois tempos, os DKW – VEMAG.
A DKW é uma marca histórica de automóveis e de motocicletas, associada em todo o mundo a motores com ciclo de dois tempos, que teve seus automóveis fabricados sob licença no Brasil pela Vemag entre 1958 e 1967. A DKW foi uma fábrica alemã fundada em 1916 pelo engenheiro dinamarquês Jørgen Skafte Rasmussen
A sigla DKW significava inicialmente “Dampf Kraft Wagen”, carro de força a vapor, já que os primeiros produtos oferecidos pela empresa foram pequenos motores a vapor. Com o tempo, a empresa passou a oferecer motores a gasolina com ciclo de dois tempos, mas a denominação DKW foi mantida.
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Paletó e gravata, a moda que parece não acabar

Estamos habituados a ver as pessoas de paletó e gravata. Isto nos parece tão normal que nem nos damos conta que é uma simples moda. Moda que já vem de muitíssimos anos e parece que não vai terminar logo. Em qualquer cerimônia ou ato público importante a opinião pública torna obrigatório o seu uso. Quem não se apresenta assim vestido dá a impressão de pobreza ou relaxo.
Se observarmos de maneira mais crítica até achamos muito estranho e esquisito, principalmente a gravata, que não tem outra utilidade senão a de adorno, ao contrário do paletó que ainda serve como agasalho.
Talvez um dia, com o passar dos anos, as pessoas ainda venham a rir desta moda, como hoje fazemos quando vemos alguma foto antiga de nossos avos e bisavós, usando aqueles relógios de bolso com correntinhas.

Óculos uma grande invensão

Quantas coisas são inventadas todos os dias, umas de grande utilidade e outras nem tanto.
Estive refletindo sobre o quanto importante foi a invenção deste tão antigo equipamento, o óculos.
Já se passaram alguns séculos e este instrumento continua presente em nossas vidas. Basta sairmos por aí e veremos quantas pessoas circulam com ele por todos os lugares. Sem falar na sua variante, os óculos escuros e protetores de sol, que muitas vezes funcionam mais como adornos que verdadeiramente protores.

FNM, o caminhão que já foi o Rei da estrada

Quando viajamos pelas rodovias brasileiras hoje em dia, vemos caminhões de todos os tipos, marcas e tamanhos. Já não sabemos mais qual é o rei da estrada.
Há uns 40 anos atrás era possível se saber quem dominava as estradas. Eram os caminhões FNM, cor verde e cabine grande. Quem os dirigia se orgulhava e era alvo de admiração das pessoas. Depois vieram o Scânia, o Mercedes Benz e o Volvo, que deixaram o FNM na saudade.
Ainda hoje se vê nas estradas, raramente, algumas dessas relíquias do passado. São verdadeiras sucatas hoje, mas já foram os reis das estradas brasileiras.

Calói e Monark as bicicletas que fizeram sucesso no Brasil

Há uns 40 anos atrás, quando eu ainda era criança e vivia no interior, era normal se ver em frente às igrejas, aos domingos, muitos cavalos amarrados e também muitas bicicletas, além de carroças de dois cavalos. Esses eram os meios de transporte dos sitiantes, para irem à missa dominical.
Mas os jovens queriam ter a sua bicicleta,. Era sinal de independência. Eles as incrementavam de maneira muito curiosa, com borrachas de câmaras de bicicletas com pinturas, chamadas pára-barros, normalmente de paisagens que tinham montanhas e rios; com faróis alimentados por dínamos que eram acoplados às rodas; com buzinas acionadas pelas mãos que comprimiam uma câmara sanfonada; com espelhos e tiras coloridas no guidão e uns exagerados fixavam no guidão flores de plástico, normalmente uma rosa.
Duas marcas disputavam o mercado de bicicletas naqueles tempos, a Monark e a Calói. A dominante era a Monark, preferida de todos, pela sua mecânica mais resistente e de fácil manutenção. A Calói era a marca que estava iniciando no mercado e com uma propaganda agressiva.
Este mês ouvi no noticiário de uma emissora de rádio que a marca Monark estava encerrando suas atividades. Ela foi, sem dúvida uma das marcas de bicicleta que deixou saudades nas pessoas com mais de 40 anos.

Construções antigas são históricas ou empecilhos nas cidades?

Todas as cidades brasileira são cheias de construções antigas. Umas até são habitadas ainda, mas outras simplesmente se encontram abandonadas e trazendo perigos de desabamentos ou sendo usadas por marginais.
As situações para esse abandono são as mais diversas, como falta de recursos para reformá-las, questões que envolvem conflitos de heranças e muitas outras.
Porém tem casos em que o poder público impede a demolição e exige que as características do imóvel sejam preservadas em caso de reformas, desestimulando os proprietários de qualquer iniciativa.
Em qualquer dos casos quem sai perdendo é o povo em geral, que paga altos impostos, que são gastos em infra-estruturas e benfeitorias nestes locais inutilizados.