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O uso da maquiagem entre crianças e adolescentes

Cresceu consideravelmente o uso de cosméticos entre as crianças e meninas adolescentes. Basta ter uma festinha qualquer que lá vão elas todas entupidas de maquiagens.

Até para ir ao colégio já vão todas cheias de maquiagens, motivadas uma pelas outras, provocadas pela vaidade típica das mulheres e manifestada cada vez mais cedo.

Mas se deve ter cuidado, pois aquilo que aparentemente é para melhorar a pele pode ter efeito contrário, uma vez que nem todos os produtos são dignos de tanta confiança assim.
O uso precoce e repetido pode também ter seus efeitos no futuro, quando a idade chegar.
Mas o que se pode fazer diante de tantas propagandas em todos os meios de comunicações?

Tratamento de beleza com produto a base de ouro

Isto é incrível. Até onde vai a vaidade humana. Uma notícia de deixar qualquer um assustado em tempos de crise.

Uma reportagem na TV mostrava um salão de beleza onde se faz tratamento de pele facial com produtos à base de ouro. O custo de cada seção é em torno de R$ 240,00 e não faltam mulheres clientes. Uma delas afirmou que faz duas seções por mês.

Já ouvi sobre tratamentos com lamas medicinais e até com vinho, mas com ouro ainda não tinha visto
Nesses tempos de crise acho que vou tentar uma vaga de faxineiro neste salão!

As clínicas de estética e os perigos que elas trazem

                          A vaidade do ser humano é muito antiga. Sabe-se que o ser humano sempre foi vaidoso e  isso tem comprovações na história. Até os nossos antecedentes já usavam adornos feitos de sementes, plantas, pedras, metais e muitos outros tipos. Já usavam a pintura do próprio corpo como meio de se diferenciar.    Atualmente não é diferente. Centenas de produtos são criados a todo momento, que prometem as mais diferentes vantagens, como tratamento de pele, eliminação de estrias, celulites, eliminação de olheiras, etc. Até pouco tempo isso era coisa de mulheres, mas sabe-se que tem crescido muito o número de homens que procuram esses serviços.     Mas onde está o perigo? O perigo é que estas clínicas de estéticas na verdade melhor mesmo é chamá-las de salões, pois nem sempre os profissionais são habilitados e reúnem os conhecimentos necessários para administrar os produtos e o fazem, muitas das vezes, somente motivados pelas vantagens comerciais.    Acho que as autoridades deveriam regulamentar melhor essa atividade, criar e exigir curso superior para esses profissionais.

Shampoo de várias frutas, para todos os gostos

Esses dias em uma gôndola de supermercado prestei atenção na grande quantidade de marcas e tipos de shampoos disponíveis. Existem para todos os gostos. Em um deles você se encaixa.
Quase todos os tipos de frutas entram nas composições, com promessas de fortificações e vitaminas diversas. A considerar pelo que se lê nos frascos, não haverá mais necessidade de se comer frutas e verduras, basta se usar shampoo.
Daqui uns tempos vão inventar um shampoo para os carecas!

A vaidade das pessoas. Os cosméticos e produtos de beleza

A vaidade, que era exclusivo das mulheres até pouco tempo atrás, agora já conta com muitos homens como adeptos. É ela também que fez aparecer um ramo da atividade econômica muito importante no Brasil, a indústria e o comércio de cosméticos e produtos para beleza, sem falar nos serviços.
Muitas mulheres e até homens hoje em dia sobrevivem com atividades deste ramo de negócio. São vendedoras informais, que formam verdadeiros batalhões, vendendo com catálogos e nas horas vagas. Ou atendendo em salões de belezas.
Nos dias de hoje a aparência se tornou tão importante para a saúde das pessoas, como a própria alimentação.

A indústria dos cosméticos vai muito bem, obrigado

Produtos de belezas e cosméticos em geral sempre andaram muito bem no Brasil, pois até mesmo os mais pobres consomem e fazem desses produtos um elemento de elevação da auto-estima.
Com o aumento do poder aquisitivo da população um grande impulso foi dado a essa indústria.
Basta observarmos nos supermercados as filas dos caixas, que invariavelmente na lista de compras das pessoas há algum produto de cosmético.
Hoje esse segmento movimenta milhões de reais anualmente no Brasil, gerando muitos empregos.

Cuidados na hora de se comprar um carro usado

O comércio de carros anda muito aquecido no Brasil. Para se comprar um carro novo não é preciso muita coisa, há várias marcas e modelos. Há também financiamentos facilitados.
Com tanta gente comprando carros novos e se desfazendo dos antigos, sobram carros usados no mercado.
Quem vai comprar um carro usado tem que tomar alguns cuidados, senão terá muita dor de cabeça. Há muita malandragem nesse setor. O carro tem que ser visto com cuidado, pois vendedores “espertos” sabem muito bem maquiar o veículo para valorizar. Muitos desses são sinistrados e até roubados.
Se a pessoa não tem conhecimentos técnicos suficientes o ideal é levar um mecânico ou pessoa que conheça e seja de confiança. Analisar a numeração do chassi, para verificar se não há anormalidades, pois é comum carros sinistrados serem adquiridos em leilões só para terem sua documentação e o chassi adaptados em veículos roubados. Antes de fechar o negócio o ideal é pegar os dados da documentação, principalmente o número RENAVAN e proceder a uma consulta junto aos órgãos públicos, para verificar a situação em que se encontra, quanto a liberação, taxas e multas.

A moda de pintar o cabelo. As tintas e truques

Já não é mais possível saber se estamos namorando uma loira ou morena. Nos dias de hoje, com tanta facilidade para se pintar o cabelo, as mulheres se produzem de acordo com a demanda. Todas as cores e tonalidades são possíveis.
Surgiram muitos produtos e a qualidade dos mesmos também aumentou e hoje não há mais preconceitos. Até homens usam deliberadamente de tinturas e tratamentos nos cabelos, que grisalhos por aí é só quando isso dá algum charme, senão os cabelinhos brancos nunca aparecerão.
Temos até visto umas velhinhas de cabelos azuis. Deve ser uma raça de marcianas habitando a terra e nem sabemos.

Os cosméticos e as vaidades das mulheres

A mulher nasceu mesmo para ser vaidosa. Seja pobre ou seja rica ela gosta de se arrumar. Quando encontramos uma mulher que não se cuida, logo vemos que tem coisa errada. Alguma doença está tomando conta dela. Normalmente está com uma depressão. Quem visita asilos de senhoras de idade sabe que o presente que as velhinhas mais gostam são produtos de beleza, perfumes, etc. Mesmo recolhidas naqueles lugares e muitas vezes até abandonadas pelos próprios parentes elas se sentem muito melhores quando alguém lhes trata os cabelos, as unhas, a maquiagem. Levanta-lhes o astral. Ficam rejuvenicidas.
Até os homens estão quebrando o tabu e colocando em prática suas vaidades. Já é normal homens freqüentando salões de beleza, fazendo as unhas, usando cremes para a pele e outros tratamentos que até pouco tempo eram exclusivos do público feminino.
Os cosméticos são hoje praticamente produtos de primeira necessidade. Poucas marcas e somente as tradicionais eram encontradas no mercado. Hoje em dia os supermercados dispõem de grandes áreas para estes produtos, pois existe uma infinidade de marcas e tipos, com características específicas para cada tipo de consumidor. Gera também um mercado informal e muitos sobrevivem e até fazem um ótimo salário integrando a rede de vendas por catálogos, vendendo para as amigas, em casa ou no próprio trabalho.

História dos cosméticos e das maquiagens

A palavra cosmético vem do grego kosmetikós, que quer dizer “o que serve para ornamentar” (ornamentar é o mesmo que enfeitar!).
A preocupação com a aparência existe desde tempos pré-históricos, quando rostos pintados e corpos tatuados serviam para afugentar maus espíritos e agradar os deuses.
Pigmentos vermelhos já eram aplicados nos lábios em 5000aC, potes de óxido de ferro vermelho foram encontrados no interior dos túmulos antigos sumerianos e egípcios. As misturas de metais pesados davam o tom esverdeado para impregnar e proteger as pálpebras dos nobres.
É também com a civilização egípcia que surge a distinção: “Mulher de pele clara” e “Homem de pele escura”. Cleópatra bem representou o ideal de beleza daqueles tempos. Carismática e poderosa, a bela imortalizou seu tratamento banhando-se em leite, cobrindo as faces com argila e maquiando seus olhos com pó de khol.
Dizia-se que Pompéia, a favorita de Nero, tinha a pele muito branca graças ao resultado de constantes banhos em leite de jumenta. Ela lançou moda e todas as romanas abastadas eram dadas às máscaras noturnas, onde ingredientes como farinha de favas e miolo de pão se combinavam ao leite de jumenta diluído para formar papas de beleza. Mas a verdade é que a bela complementava seus tratamento de clareamento da pele maquiando as veias dos seios e testa com tintura azul. Esta aparência translúcida foi imitada em misturas de giz, pasta de vinagre e claras de ovos durante muitas décadas.
Aproximadamente em 150AC o físico Galeno criou o 1o creme facial do mundo, adicionando água à cera de abelha e óleo de oliva. Mais tarde o óleo de amêndoas substituiu o azeite e a incorporação de bórax contribuiu para a formação da emulsão, minimizando o tempo de processo. Estava aí a primeira base para sustentar os pigmentos de dióxido de titânio e facilitar a aplicação na face; nascia a base cremosa facial.
Durante a Idade Média, o batom nascia com o açafrão: as pessoas utilizavam essa plantinha de origem européia para colorir os lábios! E tem mais: sabe quando a fumaça toma conta de um lugar e depois que ela passa fica aquela “coisa” preta grudada nas paredes e no teto? Essa “coisa” é chamada de fuligem e, na Idade Média, as pessoas utilizavam essa substância para escurecer os cílios (aqueles pelinhos ao redor dos olhos).
Outra grande arma era a sálvia, que deixava os dentes mais branquinhos. E sabe qual era o segredo para deixar a pele mais macia? Clara de ovo ou vinagre!
Ainda no século XVI a preocupação com higiene pessoal foi deixada de lado, o que ironicamente contribuiu para o crescimento do uso da maquilagem e dos perfumes.
É somente no século XX, com os avanços da indústria química fina, que os cosméticos se tornam produtos de uso geral.
Na década de 70 as cores de maquiagem tornaram-se populares, acompanhando as coleções de alta-costura francesa, italiana e inglesa.
Cada vez que um grande costureiro lançava uma nova coleção de cores e formas para as roupas, lá vinha um tom de sombra específico para os olhos, uma nova cor de boca.
E é no final da década de 80 que entram em lançamento as fórmulas evoluídas para cosméticos pigmentados.
Hoje podemos nos beneficiar do produto que colore e trata a pele,
limpa, perfuma e protege os cabelos, como nunca antes na história da humanidade.

Os cosméticos enfrentaram algumas resistências na história.
Várias foram as dificuldades encontradas pelos cosméticos ao longo de sua história. Na Grécia, uma lei do século 2 proibiu todas as mulheres de tentarem esconder sua “verdadeira identidade” antes de se casarem… Ou seja, nada de maquiagens para tentar ficar menos feia!
O Parlamento britânico foi mais longe em 1770, permitindo a anulação do casamento caso a noiva estivesse de maquiagem, dentadura ou peruca!! Mesmo assim, nos anos seguintes, a maquiagem pesada ganhou força tanto na Inglaterra quanto na França.
O batom e sua história.
Acentuar o vermelho dos lábios é um dos hábitos mais antigos na história da vaidade feminina. O costume de colorir a boca tem suas raízes no Egito e, diferente do que se acredita, não foi instituído por Cleópatra. O busto de outra rainha egípcia, Nefertite, exposto no Museu de Berlim, prova que lábios femininos já eram pintados mil anos antes da era de Júlio César.
Para enfeitar a boca em busca da sensualidade, as mulheres do Mundo Antigo recorriam às alternativas naturais. No Egito as moças usavam “púrpura de Tyr”, enquanto as gregas aplicavam uma raiz vermelha chamada “polderos” com cerato de mel para dar um aspecto mais saudável e úmido aos lábios.
Mas apesar da postura radical da igreja e dos costumes rígidos, com os desenvolvimentos científicos o ato de pintar os lábios tornou-se moda desde o século XVII, quando as pomadas coloridas tornaram-se mais acessíveis e seguras.
Em 1921, Paris é palco de uma verdadeira revolução na história do batom; é a primeira vez que um produto desta categoria é embalado num tubo e vendido em cartucho. O sucesso é tal que em 1930 os estojos de batom dominam o mercado americano, trazendo uma nova fase para o desenvolvimento destas formulações.
Rhocopis, um perfumista francês, foi o responsável pela revolução que definitivamente trouxe o batom para a vida das mulheres deste século. Seu invento, o “bàton serviteur”, era uma massa composta de talco, óleo de amêndoas, essências de bergamota e limão, de cor vermelha, cuja textura se devia ao acréscimo de gordura de cervo.
A fórmula sólida do batom teve início na década de 30. Mesmo assim a receita básica não sofreu radicais mudanças. Ela é até hoje uma dispersão de cores numa base gordurosa, permitindo a fácil aplicação de uma camada uniforme.
Com as novas técnicas, o batom não apenas dá cor como também protege a pele delicada dos lábios contra o frio, vento e sol.
A morena Marilyn Monroe usava maquilagem clara e pintava lábios vermelhos intensos, atraindo e intensificando sua feminilidade.

O Baton ideal deve:

Ter tonalidade permanente e atual, uniformemente distribuída;

Ser apresentado em estojo prático, funcional e estético, capaz de proteger o produto em sua vida comercial;

Possuir boa resistência a ruptura, fundindo-se suavemente quando deslizar sobre os lábios;

Ter boa aparência;

Ser fiel a sua cor, isto é, a cor imprimida nos lábios deve ser a mesma do baton. A cor do baton pode modificar-se com o PH labial.
Shampoo
Um dos produtos cosméticos que surgiram no século IV foi o shampoo, que nada tem a ver com os que utilizamos atualmente, eram uma mistura de ervas e argilas que eram aplicadas sobre o cabelo não somente para limpá-los mas também para atacar piolhos e outras infestações do couro cabeludo.