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Comprar um imóvel ou aplicação financeira?

Sempre achei que aplicar o capital em imóvel é mais vantajoso que aplicar no mercado financeiro, por ser mais seguro.

Porém isso nem sempre é uma verdade e devemos tomar alguns cuidados. Devemos analisar muito bem o tipo de aplicação e a localização do imóvel.

Muitas pessoas já perderam verdadeiras fortunas comprando imóvel na planta, que nunca foram entregues ou não foram tomadas as medidas necessárias por ocasião da compra, como se documentar quanto às condições de tempo de entrega ou do memorial descritivo dos materiais a serem aplicados no imóvel que se está comprando.

Algumas vezes ficamos empolgados com a localização de um imóvel e não vemos o que poderá acontecer algum tempo depois, como por exemplo, se há algum terreno baldio nas proximidades, que poderá ser objeto de uma invasão e até de formação de uma favela, que repentinamente desvaloriza o nosso imóvel.

Há exemplos de desvalorizações de quarteirões inteiros e até de imóveis em uma cidade toda, pela extinção da atividade que puxou a população para aquele local. Isso já aconteceu em várias cidades brasileiras, como foi o caso há tempos atrás, com a entrada do calçado chinês no mercado norte-americano e até no Brasil, com preços competitivos, fazendo com que toda a atividade calçadista entrasse em declinio em certas regiões, como no Vale dos Sinos no Rio Grande do Sul e outras localidades, desvalorizando os imóveis locais, pois muitos imóveis estavam à venda e ninguém se interessava pela compra.

Conheço o caso de um cidadão que comprou um apartamento em uma região nobre e bem servida da cidade e quando já estava morando é que se deu conta que passava o trem em frente e havia um cruzamento nas proximidades, que além do grande barulho das máquinas para puxar o comboio ainda havia o estridente e agudo som das buzinas das máquinas. Ele havia vistoriado o imóvel antes da compra em um horário que o trem não estava passando e não foi capaz de antever as conseqüências, mesmo com a existência dos trilhos em frente.

Outro dia um outro comentava comigo que quando escolheu o terreno para comprar e construir sua casa, era uma rua sem saída e muito sossegada, com pouco movimento de veículos em frente, porém pouco tempo depois a rua foi aberta e o tráfego de veículos em frente ficou insuportável.

Outras vezes podemos escolher um apartamento pela sua ventilação e insolação e existir um terreno vago ao lado, onde em breve surge um edifício, tirando-nos os benefícios que nos levaram à escolha.

Outras vezes aplicamos em um imóvel e pouco tempo depois temos outra idéia, como a de abrir um negócio próprio, que vai exigir um bom capital, mas o imóvel que compramos não tem venda fácil e desta forma nossa aplicação ficou sem liquidez.
Por isso, nem sempre aplicar em imóvel é o melhor investimento.

Tombamentos históricos enchem as cidades de casarões antigos, causando problemas

Manter construções antigas nos centros urbanos, como preservação da história, pode não ser uma atitude muito boa e nem muito correta.

Se analisarmos sob outra ótica, encontraremos explicações para demolirmos quase todas elas. Primeiro é que elas ocupam localizações nobres e estratégicas, onde houveram grandes investimentos públicos em transporte coletivo, energia, saneamento, comunicação, escolas públicas, entre tantos outros. Em seu lugar poderiam ser edificados prédios modernos, com melhor aproveitamento do espaço, não sendo necessário o poder público investir tudo novamente para ampliar a cidade.

Outro aspecto interessante é o da segurança. Estas construções normalmente ficam abandonadas, sem investimento por parte dos proprietários, pois são impedidos pelas leis de modifica-los, tornando-se locais habitados por malandros, mendigos e usuários de drogas.
Outros imóveis são habitados, mas também não recebem investimentos em reformas, tornando-se perigosos, pois podem desabar ou até mesmo se tornarem vulneráveis a incêndios, uma vez que suas instalações são antigas.
Muitos desses tornam-se criadores de ratos, baratas e insetos, que irão proliferar doenças, como o mosquito da dengue.
Conservar construções antigas pode deixar uma cidade muito feia e sem higiene. Muitas vezes é preferível o conceito da modernidade ao do histórico.

Os custos de segurança de residências, condomínios e empresas

A violência que tomou conta de todas as cidades brasileiras criou um nicho de mercado interessante, que é o de equipamentos e empresas de seguranças.
Hoje em dia os custos de manutenções de residências, condomínios e também de empresas em geral têm um percentual considerável destinado para itens de seguranças, para suprir uma deficiência nos serviços públicos, que deveriam dar cobertura necessária e não o fazem, apesar da alta carga tributária vigente no Brasil, que deveria ser suficiente para retornar em forma de serviços públicos de boa qualidade.
Não só equipamentos, mas contratações de pessoas e empresas especializadas compõem estes custos.
Mas muitas vezes todo o investimento feito em equipamentos fica neutralizado por falta de treinamentos dos funcionários, que deixam todo o sistema vulnerável. Isto ocorre em meu condomínio, onde existem câmeras e dispositivos instalados por todas as partes, porém é normal se ver os porteiros lá na calçada externa fumando e a porta do edifício aberta e todo o condomínio exposto aos bandidos.

Imóveis adaptados para crianças e idosos já é necessidade

A indústria imobiliária brasileira talvez ainda não tenha se despertado para um nicho de mercado que acredito será muito promissor nos próximos anos. Trata-se de imóveis feitos ou adaptados para famílias que possuem crianças ou idosos.

Nossas casas e apartamentos não são feitos para estas idades e contém verdadeiras armadilhas e empecilhos para eles. Janelas ou varandas sem proteções; dispositivos mal dispostos, como tomadas e chaves elétricas; vasos sanitários que dificultam seu uso; falta de corrimões para apoio nos ambientes; escadas em excesso; desníveis entre os ambientes, pisos lisos ou que usam tapetes e outros tantos obstáculos e situações de perigos impostas a essas idades.

As estatísticas apontam para o crescente aumento do número de idosos no Brasil. Eles necessitarão de imóveis preparados para facilitar a sua vida.
Está aí um grande mercado de imóveis para um futuro breve ou podemos até dizer para um presente imediato.

Plantas podem despoluir os ambientes internos

Todos já sabem que lugares bem ventilados fazem bem à nossa saúde. Em casa, no escritório, em lojas ou em qualquer outro lugar fechado há a existência de várias substâncias voláteis químicas capazes de fazer com que o ar que se respira nesses ambientes seja até dez vezes mais poluído do que o ar externo. Nesses locais há uma forte concentração de elementos altamente poluentes, o que pode ser a causa de alergias e asma, entre outras patologias mais graves.
O engenheiro ambiental Bill Wolverton, ex-pesquisador da Nasa, e autor do livro “Plants: how they contribute to human health and well-being” (“Plantas, como elas contribuem para a saúde e o bem-estar”), com lançamento previsto para abril de 2009 nos EUA, explica que, durante as missões da base espacial Skylab, mais de 100 tipos de substâncias poluidoras foram encontradas dentro das naves espaciais. Com base nisso a U.S. Environmental Protection Agency (EPA – Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos), vistoriou prédios públicos como escritórios, hospitais e creches, e neles identificou mais de 900 poluentes transportados pelo ar. O elemento prevalecente era o formaldeído (formol). Altamente tóxico, esse composto tido como cancerígeno é utilizado em vários materiais de construção e também em móveis, vidros, espelhos, roupas e até no papel higiênico. Além desse gás, as pesquisas revelaram a presença de benzeno, xileno e tricloroetileno, (componentes de tintas, monitores, tapeçarias, fotocopiadoras e cigarros), bem como do clorofórmio (encontrado na água potável), amoníaco, álcool e acetona (carpetes e cosméticos), todos nocivos à saúde.

A solução foi encontrada na própria natureza. Os pesquisadores identificaram várias plantas de fácil cultivo em locais com pouca luz, cujos filtros naturais são capazes de neutralizar a poluição interna. Muitas espécies podem ser utilizadas para esse fim, como a dracena, a samambaia e a babosa, mas as mais eficientes entre as plantas são a palmeiras areca e ráfis, de baixo custo e muito conhecidas por suas qualidades ornamentais.
Embora essas duas espécies se destaquem, o engenheiro americano esclarece que todas as plantas são capazes de remover poluentes transportados pelo ar. Segundo o especialista isso ocorre porque as folhas das plantas podem absorver certas substâncias químicas orgânicas, destruindo-as por meio de um processo chamado colapso metabólico, o que foi provado por um grupo de cientistas alemães que testou o formaldeído com o carbono-14, observando sua absorção e destruição metabólica dentro do clorófito (pigmentação verde). O formaldeído é metabolizado e convertido em ácidos orgânicos, açúcares e ácidos de amido: quando as plantas transpiram vapor de água por meio de suas folhas, elas puxam o ar para as raízes. Isso nutre os micróbios com oxigênio, que consomem as substâncias químicas tóxicas contidas no ar, que lhes servem como fonte de alimento e energia.
Isso todos nós já sabíamos, porém com esses estudos e argumentos científicos, agora podemos ter plantas em nossos ambientes não só como ornamentação.

As mudanças no Lay out de nossa casa ajuda a combater a depressão

Dizem que para combater a depressão um dos remédios é sair da rotina. Sair de casa, formar novos amigos, viajar, fazer coisas diferentes.
Outra receita é também modificar o ambiente diário em que vivemos, a nossa casa. Uma simples mudança na posição dos móveis, ou até a substituição de alguns, uma nova pintura, com troca de cores. Substituição dos quadros das paredes e outras modificações no lay out do nosso lar melhoram nosso astral e nos dão força para sairmos do quadro depressivo, que muitas vezes temos e não nos damos conta disso.
Praticamente todos nós possuímos a doença do século.

Os benefícios da eletricidade nas nossas vidas

Muitas vezes não nos damos conta da presença da eletricidade em nossas vidas, mas bastam alguns minutos da sua ausência para começar a chiadeira.
Nos prédios de vários andares, sua ausência é mais sentida ainda, principalmente para quem mora nos andares mais altos, quando chega cheio de sacolas de compras do supermercado e encontra os elevadores desativados por falta de energia elétrica. Aí já começam os transtornos. Se for à noite é pior ainda. Se a falta for de várias horas, pode faltar água em todo o prédio, pois não há como as bombas funcionarem para repor o reservatório. Tudo fica mais difícil sem iluminação. Não conseguimos ver nossos programas prediletos na TV, nem usar eletrodomésticos, com a falta de energia elétrica. Nossa geladeira para de funcionar e os alimentos estragam. Sequer conseguimos tomar um banho quente, se não possuirmos sistemas de aquecedores a gás.
O desconforto é total. Percebemos então o quanto a eletricidade é importante em nossas vidas. É como se tivéssemos que ficar um dia todo fazendo todas as nossas atividades com os olhos vedados. Daríamos mais valor aos mesmos.

Os projetos arquitetônicos estão mudando para atender as necessidades e problemas atuais

As construções antigas possuíam pé direito alto, salas espaçosas, portas e janelas grandes. Isto as tornavam mais iluminadas e arejadas. É claro que nos dias de hoje isto é praticamente inviável.
Para atender as condições atuais, os projetos arquitetônicos têm feito de tudo. Utilizam todos os recursos tecnológicos disponíveis. Projetos arrojados, com a maioria das paredes em vidro, dão mais claridade ao ambiente. Buscam mais ventilação natural também.
Mas nem sempre é possível a ventilação natural. O ar condicionado é usado na maioria das construções, porém seu custo é alto e seu uso bastante questionado pelos problemas que tem trazido à saúde humana.
Achei muito interessante uma reportagem de uma emissora de TV esta semana. Tratava sobre pesquisas que estão sendo realizadas em uma faculdade sobre novos projetos para ar condicionados, onde a troca de calor no ambiente é feita por água que circula em tubulações e desta forma sendo mais controlável o grau de umidade do ar. Outro projeto muda a maneira de insuflar o ar, que dispõem os dutos no assoalho e não mais no teto ou paredes, fazendo com que desta maneira o ar possa ser insuflado em temperatura mais próxima da ideal, economizando energia.
Já se fala muito também sobre projetos que aproveitam a água de lavatórios e chuveiros para as descargas dos sanitários. Projetos que captam a água das chuvas e armazenam em cisternas, para ser utilizada para descargas sanitárias, lavar calçadas, regar jardim e outras utilizações, atendendo desta forma a dois importantes interesses, a economia de água tratada e ao mesmo tempo evitando que esta água das chuvas, que devido a pavimentação da maioria da área urbana não é absorvida pelo solo, causem enchentes.
Novas idéias vão surgindo e vão se incorporando aos projetos, refletindo as necessidades e os problemas de uma época

Apartamentos para uma só pessoa, uma tendência mundial no mercado de imóveis

O número de homens e mulheres solteirões crescem consideravelmente nas grandes cidades. Já não há mais preconceitos em ser solteirão, pelo contrário, é uma tendência mundial. Em outros tempos, mal se completava a maioridade e os jovens já pensavam em se casar, em constituir uma família. Isto era até mais comum entre as mulheres, que se casavam bem novas e ainda jovens já estavam cheias de filhos.
Hoje em dia as mulheres competem com os homens no mercado de trabalho e já não fazem questão de se casar tão cedo, pois isso prejudicaria suas carreiras.
Homens e mulheres também querem ser independentes, sair de casa, morar sozinhos. Isso tem feito surgir no mercado de imóveis um segmento importante, que é o de pequenos apartamentos, especialmente feitos para os solteirões, constituídos de um quarto, uma cozinha, uma pequena área de serviços e sala, tudo muito pequenos.
Dizem que na Inglaterra já chegam a 35% dos imóveis vendidos. Em São Paulo afirmam que de cada oito apartamentos um é habitado por uma só pessoa.
O mercado de imóveis tende a acompanhar a tendência da sociedade.

Como decorar sua residência

                         Tem pessoa que pouco se importa com a decoração de sua residência e outra que não se acomoda e está sempre alterando tudo, nunca está contente. É verdade que devemos de vez em quando modificar o cenário da nossa casa. Isto dá a impressão de vida nova e pode levantar o astral.  Desde cortinas, estilo e cor dos móveis, quadros decorativos e principalmente a pintura. Tudo depende do estilo da pessoa. Tem gente que prefere cores claras e tem até uma moda que prega a pintura em cor preta, atualmente.    Mas o que realmente está na moda são as chamadas pinturas com texturas, que quando bem executadas e bem combinadas as cores, ficam muito lindas mesmo. É normal nestes casos mudarem-se as cores de um compartimento para outro.    Morar em uma residência bem decorada e bem cuidada é um estilo de vida a ser seguido por todos