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O terrorismo após o onze de setembro

Já se passaram muitos anos após aquela manhã fatídica que vitimou muitas vidas nos EUA, com o atentado nas torres gêmeas.

Mas será que os atentados terroristas diminuíram após aquela data ou apenas começaram com mais intensidade ainda?

Com o pretexto de combater os terroristas, os EUA deram inicio a uma série de invasões a países do mundo, como no Afeganistão e Iraque.
Milhares de vidas estes conflitos vieram e ainda estão levando, inclusive dos próprios americanos.

Então podemos concluir que o terrorismo não se acabou e nem diminuiu, apenas mudou de lado, pois terrorismo é também o que os EUA fazem aos outros e não somente aquilo que os outros fazem a eles.

Outras ações praticadas e impostas a todos os países são também uma forma de terrorismo, como as medidas restritivas em aeroportos, por exemplo, que tantas inconveniências trazem aos passageiros.
Não podemos cobrar dos outros aquilo que não somos capazes de fazer também!

A crise financeira deve despertar uma nova ordem mundial

Aprende-se em física e química que tudo no universo tente a uma situação de estabilidade e de menor energia. Quando uma certa situação se torna insuportável é porque está prestes a explodir. Assim foi também com a situação financeira. Bancos escondiam situações insuportáveis nos EUA e por tabela outros bancos do mundo todo.
Até que explodiu e sobraram estilhaços para vários outros setores. Agora até remover todos os escombros levaremos vários anos. Com certeza pelo menos uma geração será prejudicada. Os jovens que estão entrando no mercado de trabalho e precisam de uma oportunidade poderão ver a idade passar sem que essa chance chegue.
Com certeza após essa crise uma nova ordem mundial surgirá e vamos torcer para que os políticos sejam mais sensíveis, responsáveis e menos gananciosos, que o mundo pense menos em dinheiro e mais em valores humanos e preservação do nosso planeta.

Quais serão as 7 maravilhas naturais do mundo moderno?

A fundação suíça New Seven Wonders (N7W) está organizando uma eleição para se saber quais são as 7 maravilhas naturais do mundo moderno.
A primeira fase da votação, que concorrem os 77 candidatos, vai até 31 de dezembro.. A N7W, fundação que promove o concurso, irá selecionar os 21 finalistas que concorrerão na segunda fase, que se estenderá durante o ano de 2009. As 7 Maravilhas da Natureza serão divulgadas em janeiro de 2010.
A sociedade se mobiliza para eleger as candidatas de sua região. O Brasil concorre com o Cristo Redentor no rio de Janeiro, Cataratas do Iguaçu no Paraná, entre outras.

Qual o efeito da atual crise financeira mundial para o cidadão brasileiro?

                         Não teve jeito. Embora o Lula tivesse afirmado que a atual crise dos EUA não chegaria ao Brasil, porque ela “não tinha atravessado o Atlântico”, ela aqui chegou, pois esqueceram de avisá-lo que não seria necessário a crise fazer essa gigante proeza.    Na verdade, quando ele fez essa afirmação o Brasil já estava sofrendo com a crise há mais de um ano. Ou ele está mal informado ou, como sempre, fazendo de conta que não sabe de nada.       É de conhecimento de todos, que estão minimamente envolvidos no meio industrial, que as empresas vêm sofrendo muito para exportar, devido o baixo valor das moedas como o dólar e o euro em relação ao real.     Mas em se tratando da crise mundial, que começou nos  EUA com a chamada crise imobiliária, ela já vem afetando os brasileiros há mais de um ano realmente. Muitas empresas que exportavam para lá, já fecharam as portas e demitiram milhares de funcionários, principalmente as empresas ligadas ás construções, como madeireiras, cerâmicas e outras.    Agora essa crise atingiu o setor financeiro em cheio e se propagou para o resto do mundo. Muitas empresas grandes aqui do Brasil, que tinham operações em instituições lá de fora, estão tomando grandes prejuízos e não se sabe se vão sobreviver.     Acho que os bons tempos terminaram, pois eram muito mais devido às causas externas que méritos do atual governo brasileiro, que sempre procurou atribuir a si mesmo o crescimento das atividades econômicas aqui dentro, mesmo tendo sido o tempo todo um grande empecilho, com as altas taxas de impostos e o incontido gasto público.     Agora tudo poderá estar de volta, como o desemprego, os baixos salários, a falta de créditos e todas as outras dificuldades conhecidas de todos nós.

A crise financeira dos EUA e o reflexo no resto do mundo

A crise imobiliária nos EUA era um caso previsto pela maioria dos especialistas há mais de dois anos atrás. Era muita facilidade de créditos. Qualquer um podia comprar um imóvel por lá , sem muita cerimônia, bastava estar vivo e comparecer com a coragem que já conseguia um financiamento. Mas era só ganância de instituições financeiras e descaso das autoridades de lá, que só se preocupavam com os “terroristas”, para não se dizer com o petróleo dos outros.
Não foi tão longe e a bolha estourou. Os créditos eram concedidos sem garantias fortes e com uma pequena crise vieram as inadimplências, que levou à quebradeira as instituições que concederam tais créditos.
Como a economia norte americana é a maior do mundo, dela todos os países dependem, direta ou indiretamente. A China e outros países asiáticos e europeus deixarão de vender tanto para os norte americanos e o Brasil também deixará de vender diretamente e desta forma também indiretamente para eles.
Mas como diz o nosso Presidente Lula, “o Brasil não será afetado, pois a crise ainda não atravessou o Atlântico”.
Só que seus assessores esqueceram de avisar a ele que o Brasil fica do lado de cá do Atlântico e tanto quanto os países da nossa pobre América Latina já estamos há mais de um ano mergulhados nesta crise, com o fechamento de dezenas de empresas que exportavam para os EUA, começando por madeireiras aqui do sul do país, depois as fábricas de móveis e agora até as empresas de cerâmicas, além de muitas outras afetadas também pelo câmbio do dólar baixo.

A poluição e as Olimpíadas de Pequim

Os países mais ricos e também os emergentes estiveram reunidos estes dias, tentando algum acordo, principalmente para resolver os graves problemas da poluição mundial, que aflige a todos e traz grandes conseqüências.
O Brasil e alguns países até que têm se preocupados com o tema. Cada vez mais os governantes têm agido no sentido de diminuir esse problema. Os municípios tentam regulamentar as condições de esgotos e poluições, exigindo dos proprietários residenciais e das empresas instalações adequadas.
Uma reportagem esses dias me chamou a atenção. Tratava da poluição em Pequim, que afetará os atletas durante a Olimpíada de 2008. As autoridades de lá vão proibir a circulação de grande parcela dos veículos durante o evento, bem como exigir a paralisação de algumas grandes indústrias poluidoras. Isso trará grandes transtornos para eles e muito pouco irá resolver, pois terminado o evento tudo voltará a ser como antes.
O planeta necessita de mais força de vontade, principalmente dos países mais ricos, que não querem alterar suas economias e ainda culpam e exigem dos mais pobres medidas drásticas demais.

O preço do petróleo no exterior e no Brasil

O preço do petróleo no mercado internacional não para de subir. Mesmo com as campanhas contra os combustíveis fósseis, que tomou conta do mundo, o “ouro negro” tem prestígio, pois não é só como combustível que é utilizado. Resinas, materiais plásticos, fertilizantes e outros derivados ainda são insubstituíveis.
O Brasil tem descoberto algumas reservas recentemente, mas ainda vai demorar bastante para que elas possam ser exploradas. Além disso, muito investimento terá que ser feito nas mesmas até que elas possam dar o retorno esperado.
Mas porque o preço subiu no mercado Internacional e aqui no Brasil não tem caminhado neste sentido ?
Especialistas dizem que o mercado externo tem se comportado desta maneira por conta da tensão no oriente médio, principalmente com as ameaças feitas ao Irã por Israel e EUA.
Mas e aqui no Brasil? Bem, aqui dizem que é pela aproximação das eleições e que passadas as mesmas ninguém segura.

Scanners que vêem a pessoa nua substituem detectores de metais nos EUA

As autoridades de segurança aérea dos Estados Unidos começaram a instalar nos aeroportos mais movimentados do país scanners capazes de olhar através das roupas das pessoas.
O objetivo é substituir os detectores de metais por esses novos aparelhos, que poderão detectar armas de plásticos, de cerâmicas e explosivos.
Algumas entidades são contra estes aparelhos, que tiram a privacidade das pessoas, pois são como se a enxergassem nua.

A crise americana não terminou e o mundo continua sentindo

A crise dos EUA ainda não terminou e continua fazendo estragos no mundo todo. Embora as autoridades dos EUA tenham tomado várias medidas para sanear os problemas causados pela crise imobiliária, parece que ela ainda não foi completamente absorvida.
Recentemente um dos maiores bancos americanos se quebrou e teve que ser vendido. Rumores indicam que outros bancos também estão em crise.
Muitas empresas do mundo todo já foram afetadas por esta crise. No Brasil empresas madeireiras, que exportavam para os EUA, estão sentindo fortemente os efeitos, complicadas ainda mais pela política de câmbio do nosso governo e o baixo valor do dólar. Muitas são as empresas, principalmente das regiões de Santa Catarina e Paraná, exportadoras de madeiras beneficiadas e moveleiras, que já fecharam as portas desde julho do ano passado até agora.

A Amazônia é nossa, disse o Presidente Lula

Os sucessivos governos brasileiros têm negligenciado a região amazônica. Uma extensa área sem os devidos cuidados. Uma floresta riquíssima e uma região de recursos minerais incalculáveis.
A cobiça dos estrangeiros não é de hoje. Há muitos anos que diversas organizações travestidas de ONGS vêm atuando na região, sem serem incomodadas.
Os argumentos são sempre os mesmos, defender o meio ambiente e os índios. Mas estas ONGS não se interessam em atuar junto às populações pobres do nordeste e das favelas nas grandes cidades brasileiras, que somam milhões de pessoas.
Já é passada a hora do governo brasileiro assumir uma postura digna do povo brasileiro e controlar de perto essa atuação dos estrangeiros em nosso território, expulsando e colocando na cadeia estas pessoas que estão nos espoliando.
Não basta o Presidente Lula dizer em discursos inflamados que a Amazônia é nossa, é necessário ele fazer alguma coisa para mostrar que realmente esta área ainda é nossa !