Category Archives: Planeta

Uso de papel agride o meio ambiente?

Uma forte corrente tomou conta de defensores do meio ambiente, que se propagou para a população em geral e hoje desde crianças até pessoas de idade já fazem algum discurso em prol do planeta.

Na maioria dos discursos se ouve que devemos evitar o uso de papel, pois isso implica em derrubada de árvores, comprometendo desta forma o nosso planeta.

Porém os empresários ligados a este setor contestam esta versão e dizem que é bem ao contrário. Argumentam que o papel fabricado atualmente não é com árvores nativas e sim a partir de reflorestamentos criados pelas próprias empresas, que desta forma estariam contribuindo para a captação do dióxido de carbono e não destruindo as florestas já existentes.

Nisso eles até tem razão, porém há o aspecto do grande consumo de água e energia para a fabricação do papel, ale da área de reflorestamento, que poderia ser utilizada para plantio de alimentos.

Poluição e o aditivo para carros a diesel

Os veículos movidos a diesel no Brasil são muito poluentes e muito pouco se fez até agora para diminuir isso.

Tempos atrás até se tentou obrigar a Petrobrás a fabricar o combustível dentro de padrões menos poluente, porém a pressão desta foi grande e tudo ficou como estava.

Esta semana, dia 13.07.2010, um acordo entre o IBAMA e o INNMETRO determinou que a partir de 2012 todos os veículos movidos a óleo diesel terão que emitir menos poluente.

Para isso todos os veículos novos movidos a óleo diesel, classificados como comerciais leves, pesados, semipesados e ônibus, ficarão obrigados a misturar um aditivo ao combustível, que está sendo chamado de ARLA 32, que se trata de uma solução aquosa de uréia, não tóxica, cuja função é diminuir a emissão de óxidos nitrosos.

O tal aditivo será vendido em concessionárias, postos de combustíveis e até em supermercados.
Como tudo aqui no Brasil, o ônus das medidas sempre fica com o consumidor e contribuinte e nunca para aqueles a quem deveria recair.

A camada de ozônio e os eletrodomésticos

As preocupações com as mudanças climáticas, aquecimento global e outras, relacionadas ao nosso planeta, têm levado às mudanças de comportamentos das pessoas, do comércio e das indústrias.
Uma dessas mudanças, já adotadas aqui no Brasil, é a alteração do gás freon, que se utilizava em refrigeradores, por outros tipos de fluidos refrigerantes, que não sejam prejudiciais às camadas de ozônio da nossa atmosfera.
Mas você sabe o que é o ozônio? Ozônio é o próprio oxigênio, com a molécula constituída de três átomos, que é instável. A sua constituição estável é a molécula com apenas dois átomos. Quando duas moléculas de ozônio se desintegram, formam três moléculas de oxigênio com dois átomos, em sua constituição estável.
Quando chove de repente, naquelas famosas pancadas de verão, nos primeiros instantes que a chuva cai no chão, temos a sensação que sai do solo um cheiro parecido com poeira, por mais limpo que ele esteja. Este cheiro desaparece instantes depois. Na verdade o cheiro que percebemos é de ozônio, trazido pelas gotas de chuva da atmosfera, que ao cair no solo exala este cheiro característico, porém ele logo se desintegra, formando moléculas de oxigênio estáveis.
A camada de ozônio se forma na atmosfera pelas condições de pressão, temperatura e outras razões, sendo responsável pela filtração dos raios solares, que se não houver esse filtro a vida aqui na terra se torna inviável.
Por isso precisamos cuidar bem do nosso planeta, senão a vida poderá desaparecer da face da terra.

Quais serão as 7 maravilhas naturais do mundo moderno?

A fundação suíça New Seven Wonders (N7W) está organizando uma eleição para se saber quais são as 7 maravilhas naturais do mundo moderno.
A primeira fase da votação, que concorrem os 77 candidatos, vai até 31 de dezembro.. A N7W, fundação que promove o concurso, irá selecionar os 21 finalistas que concorrerão na segunda fase, que se estenderá durante o ano de 2009. As 7 Maravilhas da Natureza serão divulgadas em janeiro de 2010.
A sociedade se mobiliza para eleger as candidatas de sua região. O Brasil concorre com o Cristo Redentor no rio de Janeiro, Cataratas do Iguaçu no Paraná, entre outras.

Os pesquisadores do Brasil na Antártida

O Brasil já marcou sua presença na Antártida há muitos anos com algumas expedições e uma base montada nas costas daquele continente gelado, a estação Comandante Ferraz.
Agora está enviando uma missão que irá para o interior do continente, montando seu acampamento a 2 mil Km ao sul da estação Comandante Ferraz, onde deverão ficar uns 40 dias, sob temperatura de
-35°C.
O grupo, coordenado pelo glaciologista Jefferson Cardia Simões, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é formado por oito pesquisadores, sendo sete brasileiros e um chileno e irão perfurar o gelo para investigar as variações do clima e da química da atmosfera ao longo dos últimos 500 anos.
Boa sorte aos cientista e torcemos pelo seu sucesso, para que possam contribuir com esse seu esforço para uma vida melhor aqui na Terra.

A poluição e as Olimpíadas de Pequim

Os países mais ricos e também os emergentes estiveram reunidos estes dias, tentando algum acordo, principalmente para resolver os graves problemas da poluição mundial, que aflige a todos e traz grandes conseqüências.
O Brasil e alguns países até que têm se preocupados com o tema. Cada vez mais os governantes têm agido no sentido de diminuir esse problema. Os municípios tentam regulamentar as condições de esgotos e poluições, exigindo dos proprietários residenciais e das empresas instalações adequadas.
Uma reportagem esses dias me chamou a atenção. Tratava da poluição em Pequim, que afetará os atletas durante a Olimpíada de 2008. As autoridades de lá vão proibir a circulação de grande parcela dos veículos durante o evento, bem como exigir a paralisação de algumas grandes indústrias poluidoras. Isso trará grandes transtornos para eles e muito pouco irá resolver, pois terminado o evento tudo voltará a ser como antes.
O planeta necessita de mais força de vontade, principalmente dos países mais ricos, que não querem alterar suas economias e ainda culpam e exigem dos mais pobres medidas drásticas demais.

Os carros menos poluentes do mundo

Foi publicado em junho deste ano no site webmotors a lista dos 10 carros considerados menos poluentes do mundo. Entre eles não consta nenhum à gasolina. São todos a diesel.
Os dados utilizados foram extraídos do programa EnergieSchweiz, feito em parceria entre o governo suíço e o Touring Club Suisse, o TCS, que tabula os dados e confere aos automóveis etiquetas de eficiência energética. Eles se referem ao consumo obtido em ciclo misto (média do urbano e do rodoviário). O parâmetro utilizado foi a quantidade de gás carbônico emitido por km rodado.
Posição – Modelo – Consumo (km/l) – Emissões
1 – smart fortwo cdi – 29,41 – 90 g CO2/km.
2 – VW Polo 1.4 TDI BlueMotion – 25,64- 102 g CO2/km.
3 – Toyota Aygo 1.4 D/Citroën C1 1.4 Hdi/Peugeot 107 1.4 HDI – 24,39 – 109 g CO2/km.
6 – Citroën C2 1.4 Hdi – 23,26 – 113 g CO2/km.
7 – Fiat Panda 1.3 JTD – 23,26 – 113 g CO2/km.
8 – Citroën C3 1.4 Hdi – 22,73 – 115 g CO2/km.
9 – Kia Picanto 1.1 CRDi – 22,73 – 116 g CO2/km.
10 – Ford Fiesta 1.6 TDCi S/ Peugeot 206 1.4 HDI – 22,73 – 116 g CO2/km.
OBS. : Empate na terceira posição.

Os carros atuais são menores e gastam menos

Os carros do passado eram grandes, pesados e gastavam muito. Ainda hoje em dia os norte americanos gostam de carros assim. Mas devido a escassez e os altos preços dos combustíveis, tendo como aliado a grande pressão mundial para diminuir a poluição e a emissão de gases poluentes, a tendência atual é cada vez mais a fabricação de carros menores, mais compactos, mais leves e que gastem menos.
Essa tendência também ganha força porque a maioria dos veículos atualmente são para uso urbano, para a utilização de poucas pessoas e quase nenhuma carga, onde o trânsito é cada vez mais congestionado e com pouco espaço para estacionamentos.
Mas quem propagou essa tendência pelo mundo foram os fabricantes orientais, coreanos e japoneses principalmente, que agora concorrem fortemente com as marcas americanas, até mesmo dentro dos EUA.

Trator, moto-serra e o desmatamento da mata atlântica

As pesquisas recentes são assustadoras. Mais da metade da mata atlântica já foi desmatada. Os Estados de Santa Catarina e Paraná foram os mais afetados.
Há menos de 50 anos ainda havia muita floresta nestes Estados, porém com a descoberta da moto-serra e a utilização de tratores, aliada à ganância do ser humano, não foi possível a sua preservação.
Atacaram as araucárias, imbuias, cedros e outras árvores e praticamente acabaram com a floresta.
O agronegócio também contribuiu em muito para que isso acontecesse. Grandes áreas tiveram suas florestas arrancadas para em seu lugar entrar as plantações, principalmente de soja. O oeste e norte do Paraná e de Santa Catarina foram os lugares mais atingidos. Hoje se viaja e vemos imensas áreas como uns desertos verdes. Só se observa plantio de soja, principalmente, que tem tido valores atrativos no mercado internacional.
Já não há mais áreas a preços baratos nessas regiões e os descendentes destes pioneiros hoje subiram para Goiás e Mato Grossso, que também sofre com essa ganância hoje em dia.
O pior de tudo é que já estão atacando a floresta amazônica e se medidas drásticas e urgentes não forem tomadas pelo nosso governo em breve todo o Brasil estará desmado.

O etanol e as usinas de álcool no Brasil

O governo brasileiro tenta vender ao mundo o combustível proveniente da cana de açúcar, o etanol. A crise de alimentos impõem algumas restrições, pois alegam que com as terras sendo utilizadas para o plantio da cana não se plantaria outros alimentos ou que as terras da amazônia brasileira seriam utilizadas para plantio de cana ou outros produtos, expulsos das terras do sul do país.
Com esses argumentos rebatidos, países compradores em potencial do nosso etanol, principalmente os europeus, justificam sua apreensão pela expansão da nossa produção pelo uso de trabalho quase que escravo da mão de obra utilizada no cultivo e corte da cana, além das queimadas poluidoras.
Isso é uma verdade, mas há de se considerar também que gradativamente o cultivo da cana do Brasil tem sido mecanizada, com a substituição das queimadas e do corte manual.
Mas o que fazer com essa mão de obra, que pelo seu baixo preparo terá grande dificuldade para recolocação ? Certamente irão se somar às outras, já expulsas de outras culturas que foram mecanizadas e hoje formam as favelas nas periferias da maioria das cidades brasileiras, trazendo grandes problemas sociais.
Se não for bem planejado, esse projeto mais uma vez vai favorecer os grandes e principalmente grupos multinacionais, que retirarão riquezas das nossas terras e o povo brasileiro ficará só com o ônus desse empreendimento.