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Água de coco é realmente saudável?

A imagem do coco está associada a verão, sol e praia. Realmente em todas as nossas praias vende-se a água do coco ao natural, até onde não existem os coqueiros. Dizem que a água natural do coco é um complexo riquíssimo em sais minerais, vitaminas e outros ingredientes, muito benéficos à nossa saúde.

É uma bebida muito gostosa e repõem com eficiência as nossas perdas pela transpiração, reidratando o nosso organismo. É um soro natural super eficiente.

Mas tem pessoas que não conseguem beber e o associam a gosto de remédios, talvez pela lembrança de alguma doença que tiveram no passado, que a deixaram com tristes lembranças.
E você gosta de água de coco?

O perigo dos alimentos de quiosques de praias

O verão e as férias estão sempre associados às praias. Em qualquer praia os quiosques surgem aos montes à beira mar e vendem quase de tudo. Milho verde cozido; churros; coxinhas; pastéis; bebidas preparadas, algumas com o nome de “capetas”, verdadeiros coquetéis para arrebentar com o fígado da pessoa.
Até nas praias mais tradicionais e estruturadas esses quiosques são mal fiscalizados e muitos deles sequer possuem alvarás de funcionamentos. Higiene é coisa que quase não existe nesses quiosques. O perigo corre solto. Contaminação desses alimentos, por manipulação ou má condições de conservação é coisa mais provável.
As autoridades circulam entre eles sem incomodá-los, com desprezo total pela saúde da população.
Precisamos melhorar as condições das nossas poluídas praias não só na qualidade das águas, mas também na infra-estrutura e principalmente na área de alimentação.

Cachorro nas praias, um caso de polícia

As praias brasileiras continuam sem cuidados. Muito poluídas. Muitas doenças que se pegam nelas, pois a maioria das nossas praias tem os rios de esgotos, inclusive das residências, lançadas nelas. Até contaminação por coniformes fecais é comum se encontrar em nossas praias.
Mas o complicado mesmo são as areias. Pessoas insistem em levar seus cachorros para passearem nelas. Daí as pessoas que não se protegem podem pegar doenças na pele. Manchas podem surgir e são difíceis de serem eliminadas.
Levar cachorro às praias é um caso de polícia, porém antes disso é realmente um caso de educação que falta a essas pessoas.

As doenças causadas pelas praias poluídas

Chegado o verão é hora de pensarmos nas férias. A maioria das famílias brasileiras aproveita as férias escolares para descanso e lazer nas praias. Mas há de se tomar alguns cuidados com a poluição das nossas praias, para que este lazer não vire dor de cabeça, principalmente para as crianças, que normalmente não tomam muitos cuidados.
Visando uma orientação aos veranistas, na maioria dos Estados brasileiros, as secretarias medem e monitoram durante o verão os índices de balneabilidade dos seus principais balneários. O índice de balneabilidade mede apenas os coliformes fecais presentes em matérias orgânicas provenientes de fezes humanas ou animais e restos vegetais decompostos. Porém, a utilização de corpos d´água poluídos como balneário pode levar a contaminação por outros microorganismos, além das bactérias como protozoários e vírus. Dessa forma, a utilização das bactérias fecais (coliformes fecais) como indicador de poluição marinha remete a possibilidade de presença de outros micro-organismos nocivos à saúde, que podem causar doenças para os que têm contato com água durante a recreação.
Segue abaixo um resumo das principais doenças possíveis em balneários poluídos.
• Gastrenterite – é a doença que ocorre com mais freqüência como resultado da ingestão de águas poluídas por esgoto, sendo os sintomas os enjôos e vômitos, dores de barriga e dores de cabeça. Normalmente não chegam a representar muita gravidade;
• Irritações e infecções – podem ocorrer nos olhos, ouvidos, narizes e garganta como resultados da recreação em águas poluídas. Assim como as gastrenterites as infecções de outras partes do corpo em contato com a água podem ser de leve, moderada ou forte intensidade; levando a prejuízos temporários ou perenes destes órgãos.
• Cólera, disenteria, esquistossomose, hepatite A e febre tifóide – podem ser adquiridas através do contato ou ingestão de águas poluídas.
• Contato com algas tóxicas – pode causar diversos tipos de doenças variando de doenças menos graves como irritações e alergias até problemas de saúde mais graves, afetando o sistema digestivo, causando seqüelas neurológicas e doenças respiratórias.
• Resíduos industriais tóxicos – podem causar intoxicações com pequenas dores de cabeça até a morte;

FPS – Fator de Proteção Solar. Você sabe o que significa?

Chegado o verão é tempo de férias, praias e muito sol. O sol é bom, porém em excesso traz conseqüências muito graves. Além das queimaduras da pele, que dói muito e forma bolhas, a longo prazo pode até causar o câncer de pele.
Portanto, devemos tomar muito cuidado quanto ao horário que vamos ficar expostos e mesmo assim devemos nos proteger com produtos especialmente fabricados para isso.
Usamos o protetor solar para impedir que a luz ultravioleta cause danos à pele. Existem duas categorias de luz UV, a UVA e a UVB, que são levadas em consideração quando falamos sobre o protetor solar. A UVB provoca queimaduras solares e a UVA tem efeitos mais em longo prazo sobre a pele, como o envelhecimento precoce. Os índices de FPS, ou fator de proteção solar, foram apresentados em 1962 para medir o efeito de um protetor solar contra os raios UVB.
Para determinar o FPS de um protetor, cientistas reuniram 20 pessoas com sensibilidade ao sol e mediram a quantidade de raios UV necessária para que elas ficassem vermelhas sem usar o protetor solar. Depois, refizeram o teste com o uso do protetor solar. O número “com protetor solar” é dividido pelo “sem protetor solar”, e o resultado é arredondado para baixo dentro dos cinco números mais próximos. Esse é o FPS.
Os índices de FPS começam no 2 e recentemente chegaram ao 70. Para descobrir por quanto tempo você pode tomar sol com um determinado FPS, use essa equação:
Quantidade de minutos até a pele ficar vermelha sem o protetor solar x
o índice de FPS = tempo máximo de exposição ao sol
Por exemplo, se a pele fica vermelha depois de 10 minutos de exposição, um FPS 15 irá permitir que você tome sol por até 150 minutos sem se queimar.

Praia, protetor solar, queimaduras do sol. Dica para amenizar as conseqüências

Com a chegada do verão chegam as férias, a temporada de praias e os problemas se repetem todos os anos. Muitas pessoas abusam do sol, ficam expostas em horários inadequados, querem aproveitar ao máximo.
Muitos nem usam protetores solares, outros usam protetores inadequados e até aqueles chamados protetores caseiros, que não são eficientes e nem recomendados.
As queimaduras pelo sol são inevitáveis e aí vêm as conseqüências. Febres, dores, dificuldades até para dormir e usar um vestuário. Gasta-se muito com remédios e tratamentos depois.
Mas e se você estiver em casa, sem remédios, longe de uma farmácia e à noite? Aí você pode quebrar o galho, seguindo uma dica que aprendi com uma enfermeira, quando estive numa situação destas. Pegue uma toalha ou um pano bem limpo, encharque em vinagre e coloque sobre as queimaduras. Repita quantas vezes quiser. Terá a sensação que a atuação do vinagre está tirando o calorão e a ardência do seu corpo. Poderá até usar um vestuário e dormir sossegado depois. No dia seguinte procure uma farmácia e adquira um creme ou pomada apropriada.

Jet Sky o esporte de ricos

O verão está chegando e logo começará a temporada de praias. O mar é sempre um encanto. Nossas praias ficam lotadas, parece até que toda a população para lá se desloca todos os anos. A temporada consegue movimentar a economia de maneira geral. Hotéis, transportes, restaurantes, barzinhos e o comércio em geral, até os vendedores ambulantes, que servem aos preguiçosos da areia.
O número de Jet Skys também tem aumentado muito em nossas praias, fazendo suas manobras arriscadas e encantando os banhistas.
Anos atrás tiveram um grande promotor, quando um Presidente da República se tornou o “garoto propaganda”, exibindo algumas proezas em nossas praias. Porém sempre há os irresponsáveis e imprudentes, que se aproximam dos banhistas e causam graves acidentes. Também temos vistos os guarda-vidas fazer deles um excelente instrumento para proteção dos banhistas mais incautos e atrevidos.
É um esporte que requer muitos recursos, para a aquisição, manutenção, transporte, armazenamento e outros gastos que ele causa. É só para os ricos.

A crise financeira mundial e o turismo de Cruzeiros Marítimos

A crise no setor financeiro do mundo todo ainda está chamuscando. Os governantes “bombeiros” do mundo todo fazem tudo o que podem para apagar esse incêndio do “Nero” dos dias atuais. O mesmo “Nero” que invadiu o Iraque, com argumentos mentirosos, incendiou o mundo.
As conseqüências desse incêndio ainda estão por vir. Levará muito tempo para a situação se recompor. Aqui no Brasil, ao contrário do que o nosso “Nero” dizia, a crise já vem pegando pesado muitos setores da nossa economia.
Assim que a crise sair um pouco dos noticiários, não por ter terminada, mas pela fadiga que nos causa, já estaremos ouvindo os apelos do comércio para tentar salvar as vendas de final de ano. Hinos natalinos tentarão levantar o moral dos consumidores.
Já vemos o verão chegando, junto com as férias e muito sol. Já é tempo de se pensar em descanso e lazer. Aí quem conseguiu juntar umas reservas ao longo da árdua luta do ano todo já vai fazendo seus planejamentos.
Navios dos mais luxuosos já têm suas programações para aportarem em nosso litoral e por aqui permanecerem, enquanto durar esse período. Prometem uma temporada dos sonhos, um verdadeiro paraíso flutuante, um mundo à parte e cheio de encantos.
Em breve já estará aberta a temporada dos Cruzeiros Marítimos, com crise ou sem ela, pois para quem vai utilizá-los não houve a crise.

As vendas de blusas, casacos e roupas de lã no frio do sul do Brasil

O Brasil é realmente um país continental. Aqui convivem pessoas de várias origens, religiões e costumes. Temos florestas diversas e climas bem diferentes. No nosso território é possível ver pessoas se banhando em praias do nordeste com escaldante calor e na mesma época se ver pessoas trajando pesados casacos no sul do país.
Nos Estados do sul, na época de inverno, quando o frio chega para valer, com temperaturas abaixo de zero grau celsius, há formação de geadas e até neves em algumas cidades. As ruas se parecem com cidades européias, com as pessoas usando pesados casacos, roupas de lã e cachecol. Alguns até gostam quando chega o frio, para poderem usar seus trajes armazenados nos guarda-roupas, que as deixam mais bonitas. Outras com menos sorte na vida perecem ao relento e sob as marquises.
Mas a verdade é que nesta época as lojas vendem todo seu estoque encalhado de roupas pesadas. Quando o frio não vem, os lojistas amargam pesados prejuízos e se obrigam a promover as famosas liquidações, para saudarem as contas nos bancos, senão terão que esperar pelo próximo inverno, pagando altos juros bancários.