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Os problemas com os navios de cruzeiros marítimos nas costas brasileiras em 2009

Os grandes navios de cruzeiros, que todos os anos vêm às costas brasileiras para aproveitar o verão e as festas de natal, ano novo e carnaval, esse ano de 2009 não deixaram boas impressões.

Este passeio, que na cabeça de muitos é cheio de glamour, nessa última temporada deixou uma imagem de desorganização e desordem, devido os inúmeros casos que ocorreram com vários deles.

Tivemos casos até de mortes à bordo, denúncias de uso de drogas e consumo excessivo de álcool, além de intoxicações alimentares.

Por último, neste final de fevereiro, até um incêndio num destes, de uma empresa italiana, já nas costas do Uruguai, colocou seus passageiros no desconforto e perigo.

Porque tantos casos aconteceram numa só temporada? Seriam estes casos ocultados em outros tempos? Estas respostas todos querem saber.
Caso isso venha se repetir nas próximas temporadas, certamente este turismo perderá sua elegância de prestígio.

O combate à pedofilia

Nos últimos tempos temos visto nos noticiários histórias de pedofilias inacreditáveis. Mas será que estes casos aumentaram? Acredito que não. Sempre existiram em grande quantidade tais casos, porém pouca atenção se dava aos mesmos.

Porém os anos são outros e agora a própria sociedade está mais corajosa e não teme mais denunciá-los. As próprias famílias, que em outros tempos acobertavam estas histórias, agora se dispõem a torná-las públicas.

A própria imprensa tem colaborado nesta verdadeira guerra contra esse crime horrível, fazendo campanhas de combate e denúncias em seus veículos de comunicações, encorajando mais ainda para que não sejam acobertados esses casos.
Iniciativas das autoridades, modificando e tornando mais severas as leis, também podem contribuir para acabarmos com esses monstros que vivem entre nós, maltratando nossas crianças.
Cada cidadão tem o dever de contribuir, por menos que seja, para impedir e combater esses criminosos, colocando-os na cadeia.

O valor da água e da energia elétrica em um prédio

Quem mora em prédios está acostumado com os problemas que lá ocorrem.
Somente nos damos conta da importância de alguma coisa quando constatamos sua falta. Se a pessoa mora em andar muito elevado, muitas vezes vai ao mercado e quando volta é surpreendida pela falta de energia elétrica e consequentemente fica sem o elevador, tendo que subir pelas escadas com os pacotes. A situação piora muito se for à noite e o prédio não dispuser de luzes de emergência nas escadarias ou se descobre que as mesmas não estão funcionando ou até foram roubadas por algum vândalo. Outra complicação é quando isso ocorre e há pessoas de idade que retornam e não conseguem subir pelas escadarias. Ainda há de se considerar a vulnerabilidade na segurança, por falta de iluminação, portões eletrônicos que não funcionam e tudo mais.

Mas esse caso pega de surpresa apenas algumas pessoas. Pior mesmo é quando falta água nas torneiras, por falta de abastecimento da concessionária ou porque algum problema de manutenção do próprio prédio impede o abastecimento da mesma. Se não houver aviso prévio a situação se complica mais ainda. Bastam algumas horas de falta da mesma e já sentirmos o seu valor, para preparação dos alimentos, para lavar louças e utensílios, para faxinas e principalmente para aquele banho gostoso, que tanto bem nos faz.

Aí vale aquele velho ditado popular: “só damos valor a alguma coisa depois que a perdemos”!

Cachorro nas praias, um caso de polícia

As praias brasileiras continuam sem cuidados. Muito poluídas. Muitas doenças que se pegam nelas, pois a maioria das nossas praias tem os rios de esgotos, inclusive das residências, lançadas nelas. Até contaminação por coniformes fecais é comum se encontrar em nossas praias.
Mas o complicado mesmo são as areias. Pessoas insistem em levar seus cachorros para passearem nelas. Daí as pessoas que não se protegem podem pegar doenças na pele. Manchas podem surgir e são difíceis de serem eliminadas.
Levar cachorro às praias é um caso de polícia, porém antes disso é realmente um caso de educação que falta a essas pessoas.

Você usa móveis e posturas adequadas no trabalho?

Muitas pessoas se preocupam tanto com conforto em casa. Adquirem camas especiais, sofás modernos e outros móveis luxuosos. Porém se esquecem que a maioria de seu tempo passam no ambiente de trabalho, que na maioria dos casos possuem móveis e ambientes totalmente inadequados.
Passam então a sofrer de dores musculares, que podem se agravar e se tornarem crônicas.
Uma simples adaptação pode se resolver o problema. Por exemplo, para quem passa muitas horas em frente ao computador, uma simples suspensão do monitor, colocando-se algum objeto sob o mesmo ou o uso de uma cadeira melhor, pode eliminar as dores no pescoço e lombares. Um apoio para os pés também pode ajudar muito.
Profissionais do volante, como motoristas de caminhão e taxistas também muitas vezes não se preocupam com esses detalhes e passam a sofrer de males diversos.
Móveis e posturas adequadas no trabalho podem representar uma saúde melhor para o resto de sua vida.
As empresas deveriam se preocupar mais com isso e assim melhorar a saúde de seus colaboradores.

A transposição do Rio São Francisco e as enchentes de Santa Catarina

Ambientalistas são contra qualquer ação do homem que mude a natureza, porém muitas vezes ela é necessária para um mundo melhor.
Vendo uma reportagem na TV, um fato me chamou a atenção. No nordeste brasileiro, uma obra polêmica, que muita controvérsia tem gerado, com argumentos contra e a favor, inclusive com greves de fome de um bispo e forte intervenção militar, a transposição do Rio São Francisco se diz necessária para irrigar terras. Com as enchentes devastadoras em Santa Catarina, a reportagem relembrou que existe projetos, engavetados há anos, para se fazer a transposição do rio que banha o Vale do Itajaí, que levaria o excedente de água, em caso de grandes chuvas, para o mar, evitando assim as trágicas enchentes que há anos vem vitimando a região.
Basta as águas baixarem um pouco e tais projetos já são engavetados novamente. Gasta-se muito mais depois, quando os desastres acontecem.
Esse é nosso Brasil !

As dores na coluna e o nosso colchão

Quase um terço das horas do nosso dia passamos na cama, mas muitas vezes não damos a menor importância a ela. Dormir é muito importante para a nossa saúde, porém devemos tomar cuidado para não assumirmos posturas erradas.
Se o nosso colchão não for adequado, poderemos sofrer com as dores na coluna advinda da má postura durante as prolongadas horas que ficamos na cama.
Por isso devemos prestar atenção e, se for o caso, mudar de colchão, adotando um mais macio ou mais duro, conforme nosso corpo, para que nossas dores desapareçam.

A catástrofe das enchentes no Estado de Santa Catarina

O Brasil não é um país de grandes catástrofes naturais, porém de vez em quando aparece alguma inesperada, como as enchentes que tanto estrago e vítimas causou em Santa Catarina neste ano de 2008.
Estas enchentes já trouxeram grandes prejuízos e vítimas em 1983, quando o vale do Itajaí foi duramente castigado. Em razão daquela catástrofe surgiu uma das festas mais tradicionais do Brasil, que é a Octoberfest em Blumenau. Esta festa foi criada para auxiliar na recuperação da região, após aquela grande catástrofe.
Que Deus tenha piedade dos habitantes desta região, um povo ordeiro, trabalhador e muito importante para todos nós brasileiros.

As doenças causadas pelas praias poluídas

Chegado o verão é hora de pensarmos nas férias. A maioria das famílias brasileiras aproveita as férias escolares para descanso e lazer nas praias. Mas há de se tomar alguns cuidados com a poluição das nossas praias, para que este lazer não vire dor de cabeça, principalmente para as crianças, que normalmente não tomam muitos cuidados.
Visando uma orientação aos veranistas, na maioria dos Estados brasileiros, as secretarias medem e monitoram durante o verão os índices de balneabilidade dos seus principais balneários. O índice de balneabilidade mede apenas os coliformes fecais presentes em matérias orgânicas provenientes de fezes humanas ou animais e restos vegetais decompostos. Porém, a utilização de corpos d´água poluídos como balneário pode levar a contaminação por outros microorganismos, além das bactérias como protozoários e vírus. Dessa forma, a utilização das bactérias fecais (coliformes fecais) como indicador de poluição marinha remete a possibilidade de presença de outros micro-organismos nocivos à saúde, que podem causar doenças para os que têm contato com água durante a recreação.
Segue abaixo um resumo das principais doenças possíveis em balneários poluídos.
• Gastrenterite – é a doença que ocorre com mais freqüência como resultado da ingestão de águas poluídas por esgoto, sendo os sintomas os enjôos e vômitos, dores de barriga e dores de cabeça. Normalmente não chegam a representar muita gravidade;
• Irritações e infecções – podem ocorrer nos olhos, ouvidos, narizes e garganta como resultados da recreação em águas poluídas. Assim como as gastrenterites as infecções de outras partes do corpo em contato com a água podem ser de leve, moderada ou forte intensidade; levando a prejuízos temporários ou perenes destes órgãos.
• Cólera, disenteria, esquistossomose, hepatite A e febre tifóide – podem ser adquiridas através do contato ou ingestão de águas poluídas.
• Contato com algas tóxicas – pode causar diversos tipos de doenças variando de doenças menos graves como irritações e alergias até problemas de saúde mais graves, afetando o sistema digestivo, causando seqüelas neurológicas e doenças respiratórias.
• Resíduos industriais tóxicos – podem causar intoxicações com pequenas dores de cabeça até a morte;

As invasões de terrenos urbanos trazem a criminalidade e depreciam as propriedades

Depois que a tecnologia e a mecanização entrou nos campos brasileiros, trouxeram aumento considerável e inquestionável da produção agrícola. Porém junto trouxeram uma série de problemas, que só tendem a crescer. Diminuiu-se a utilização de mão de obra, expulsando os trabalhadores do campo.
Para onde essas pessoas foram? Não houve outra saída a não ser a busca de oportunidades nos centros urbanos. Porém essas pessoas não dispõem de recursos para adquirir uma residência bem localizada e vão aumentar a população das periferias das cidades, formando favelas e bairros onde não há infra-estrutura alguma. Aí todos culpam as autoridades, porque não há luz, água, telefone, arruamento, iluminação, escolas, transporte, saúde, segurança, etc.
Forma-se um ciclo vicioso, onde o problema só aumenta. Normalmente essas pessoas constituem uma mão de obra desqualificada e seus salários são insuficientes para manter suas famílias, normalmente numerosas. Filhas e filhos ficam na ociosidade e vulneráveis à prostituição, drogas e criminalidade.
Esse movimento migratório saturou as principais cidades brasileiras. Surgiram então novos problemas. Surgiram os sem terras, que de movimento social se transformou em movimento político e perigoso, aos quais se atribui muitas ações fora da lei, inclusive como abrigo de criminosos comuns.
Surgiram também os chamados sem teto, que invadem imóveis e acham que o poder público é responsável por resolver o problema deles a qualquer custo. Da mesma forma são os invasores de terrenos urbanos, muitos dos quais são apenas exploradores, que possuem imóveis até de bom padrão, mas na esperança e ganância de auferir lucros se juntam aos invasores e pouco tempo depois vendem a terra invadida e logo estão compondo uma nova invasão, fazendo disso um simples comércio. O pior de tudo é que a maioria dessas invasões é incentivada por políticos, de olho nos votos desse povo. Quem tem imóvel próximo a estas invasões, que conseguiu com fruto de seu esforço e trabalho, vê sua propriedade perder valor de um dia para o outro. A criminalidade e a insegurança torna insuportável morar onde antes era só tranqüilidade, sem contar com o enorme contingente batendo em sua porta para pedir alguma coisa.
São problemas cada vez crescentes e de difícil solução.