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Estágio profissional para universitários

Quando o jovem está para concluir o ensino de segundo grau, fica com a cabeça em conflito, pois nem todos já tem nesse período decidido sobre fazer ou não um curso universitário e qual destino escolher.
Depois que entram na faculdade, muitos se acomodam e acham que só o diploma já lhes garantirá o futuro. Grande engano.

É necessário que o estudante universitário tenha em mente que só o diploma não é suficiente para o sucesso da sua carreira e que deve procurar experiência desde cedo, ainda quando estudante.

Por isso deve procurar estágio em empresas, que hoje já é regulamentado por lei. Um bom estágio lhe dará experiência e ensinamentos de como lidar com certas situações, que defrontará quando já for um profissional e estiver assumindo responsabilidades.

Muitas empresas fazem dos estágios verdadeiras escolas para preparar e especializar a mão de obra que utilizarão, de acordo com seus fundamentos. Algumas chegam a aproveitar em seus quadros mais de 60 % dos estagiários utilizados.

Na verdade o estágio é um elo entre a faculdade e a vida real profissional, onde se pode aliar a teoria com a prática.

Spa para sesta nas cidades brasileiras

A sesta, que é o ato de dormir alguns minutos após o almoço, é muito praticada em alguns países, principalmente na Europa.

Alguns especialistas dizem que esta prática é muito bom para a saúde, ajuda no rendimento do trabalho, aumenta a inteligência e até para o coração faz muito bem.

Mas no corre – corre da atividade moderna, que nem mesmo tempo para almoçar se consegue, fica quase impossível esta prática. Como fazer se a pessoa trabalha na cidade e tem que almoçar perto do trabalho, sem poder ir para casa neste horário?

No Brasil não se tem o costume de sestear, porém algumas empresas dispõem de salas especiais para seus funcionários descansarem e se descontraírem após o almoço, com televisões e jogos. Algumas já estão dispondo também de salas especiais para aqueles que querem fazer a sesta, com poltronas reclináveis e luminosidade adequada.

Mas como fazer se não se dispõe de ambiente especial para isso no próprio local de trabalho? Em alguns países já se criaram uma espécie de spás, como é o caso de Londres e Nova York, onde se alugam por hora ou minutos lugares em salas especialmente preparadas para isso, com sons de cachoeiras, pássaros cantando e até músicas clássicas, para se tirar uma breve soneca após o almoço.

Dizem que aqui no Brasil está se copiando esta idéia e em alguns grandes centros, como o Rio de Janeiro, já existem estes spás, onde a um custo inferior a R$ 20,00 por hora a pessoa pode fazer sua sesta.

Assim como as lan houses, onde as pessoas podem acessar um computador e a internet, certamente em breve encontraremos estes locais de repousos em qualquer cidade brasileira, para poder tirar uma soneca após o almoço e desta forma enfrentar com mais disposição o restante do dia.

Profissão bombeiro

Se perguntarmos a qualquer pessoa qual a corporação militar que ela mais simpatiza, pela qual ela tem mais consideração, certamente que a resposta vai ser quase unânime em afirmar que é a do corpo de bombeiros.

Realmente esta corporação merece todo nosso respeito e consideração, pelo que sempre fazem pela população, sempre se expondo ao perigo para um salvamento, seja de qual ordem for.

Raramente estão envolvidos em escândalos ou fatos que denigrem a corporação. Pena que de vez em quando tem aparecido cá ou lá, um ou outro, que provavelmente entrou na corporação já não muito convicto da missão desta nobre corporação e se envolve em fatos condenáveis.

Apagar incêndios, ajudar vítimas de enchentes, salvar pessoas e animais de locais perigosos e outras tantas atitudes heróicas cativam e emocionam a todos.

Toda criança sempre teve um pouco de vontade de ser bombeiro, até pelo lado de super-herói que há dentro de cada criança.

Porém nem sempre nossos governantes reconhecem o valor dessas pessoas, que muitas vezes arriscam suas próprias vidas par salvar a dos outros.

Bolacha caseira, cerveja caseira, salame caseiro

Com a crise que perdura há muitos anos, a informalidade foi atingindo quase todas as famílias. E quase sempre que a mulher entrou em ação o resultado foi muito bom.

Conheço uma família que se encontrava em sérias dificuldades, com o marido desempregado e com dificuldades para recolocação. A esposa então começou fazer em casa as broas, bolos, tortas e outras gostosuras, que eram sua especialidade. Seu marido começou vender pelas vizinhanças e hoje são proprietários de uma panificadora.

Conheço outra que se encontrava na mesma situação. A mulher começou fazer em casa as bolachas caseiras, que foi cada vez mais aperfeiçoando as receitas, os formatos, as decorações e principalmente as embalagens. Hoje ela emprega várias pessoas e não pára de crescer.

Outra família sobreviveu à crise fabricando e vendendo cerveja caseira e hoje até tem uma marca e é encontrada em várias casas comerciais de diversas cidades.

Outra que conheço, a mulher começou vendendo queijo trançado e outros produtos de fabricação caseira, como salames à beira da rodovia e hoje possui um grande laticínio e uma lanchonete de beira de estada muito freqüentada, além de um hotel conjugado.
Basta ter boa vontade e iniciativa que tudo dá certo.

Concursos públicos ainda representam uma grande saída

Em épocas de crise ou não, ser um funcionário público ainda é a melhor saída para a maioria. Um emprego público representa aqui no Brasil estabilidade e bom salário, que é muito difícil de se conseguir na atividade privada, além de poder ser arrogante e tratar mal o público, sem ser incomodado por algum chefe.

Esta competição acirrada pelas boas vagas fez surgir em todo o país um grande número de cursos preparatórios, que se tornou uma verdadeira indústria. Gráficas também lucram com a situação, imprimindo apostilas, livros e coisas do gênero.

E o governo não pára de contratar, mesmo na crise, pois quem paga a conta é o povo, através dos altos impostos deste país!

Algumas dicas para conseguir um emprego

Em época de grande crise e a mídia “bombando” em todo momento notícias de demissões em massa, torna-se preocupante e mais difícil uma colocação no mercado de trabalho. Quem já tem alguma experiência também não está encontrando facilidade, pois igual e até melhor que ele tem muitos, vindos da grande massa de demitidos. Os que vão entrar no mercado de trabalho podem encontrar ainda maiores dificuldades.
Como conseguir então um emprego? Realmente os dias de hoje estão muito mais complicados que um passado bem recente. Qualquer que seja o emprego hoje em dia, exige-se alguma qualificação e um diferencial e isso só é possível se o candidato tiver um mínimo de escolaridade necessária para a vaga em questão.
Até para porteiro de condomínio ou empregada doméstica já está se exigindo pelo menos o ensino fundamental e algum conhecimento de informática. Além do ensino com as disciplinas normais, hoje em dia há o analfabeto digital, que o mercado de trabalho também está rejeitando.

Só espalhar um monte de currículos por todos os lados não basta. A pessoa deve ao longo de sua vida profissional não se descuidar dos contatos com outros colegas relacionados com sua formação e aptidões e sempre estar se reciclando e se atualizando. No mundo corporativo globalizado dos dias atuais é imperioso o conhecimento de pelo menos uma segunda língua. O trabalho em equipe é moda e o relacionamento é tudo para que isso seja possível. Uma pessoa muito fechada, egoísta, que se isola, não consegue espaço hoje em dia nas empresas. Há de se ter relacionamento até nas atividades fora do serviço, como festas, esportes, encontros e outras.

Por ocasião de uma entrevista o candidato deve demonstrar identificação com a empresa e grande interesse pela vaga. Salientar suas virtudes e aptidões relacionadas com as atividades a serem desenvolvidas naquele cargo. Deve demonstrar sua facilidade de integração com os outros componentes da corporação, para somar esforços em prol do objetivo comum. Mostrar-se responsável e ir para a entrevista trajando-se adequadamente e condizente com a vaga e o cargo ofertado é fundamental.
O candidato a uma vaga deve estar informado da faixa de salário do mercado na região, para não exigir o que não se paga e desta forma jogar fora a chance de entrar na organização, onde poderá mostrar seu potencial e futuramente alcançar seus objetivos.

Hoje em dia não basta pegar um diploma e sair por aí achando que vai conseguir uma colocação com facilidade. Durante seus anos de estudos é uma época adequada para fazer variados estágios e dessa forma se tornar mais versátil e experiente. Normalmente as empresas recrutam um ex-estagiário, que já está treinado e integrado com os demais componentes da equipe, bem como familiarizado com os problemas da empresa.

Enfim, os dias atuais se tornaram bem mais competitivos e a pessoa comodista vai ficar de fora mesmo!

Trabalhos temporários, a nova tendência no Brasil

A cada dia a vida do trabalhador fica mais complicada. Os avanços tecnológicos dos últimos anos têm exigido mais preparo da classe trabalhadora. Sem estudos já não está sendo possível até mesmo se conseguir um trabalho braçal, que cada vez mais são substituídos também por equipamentos modernos, mais eficientes e mais rápidos, que substituem dezenas de trabalhadores ao mesmo tempo.
Em todo o mundo a terceirização e os trabalhos temporários já estão há vários anos sendo aplicados. Aqui no Brasil esta tendência também vem tomando corpo e obriga o trabalhador a uma adaptação. Uma só habilidade já não é mais suficiente. Agora o trabalhador deve ser mais versátil, devendo atuar em várias áreas, além de ter que se organizar em cooperativas de trabalhos.

Isto é mais notado em empresas sujeitas a trabalhos sazionais, como cooperativas de beneficiamento de cereais, coletas de frutas e outras, porém empresas em geral também vem adotando a terceirização com trabalhadores temporários para diversas áreas de suas atividades, mantendo fixos apenas os postos imprescindíveis.

Em partes isto ocorre devido aos altos custos dos encargos sociais no Brasil. As empresas são punidas severamente ao empregar. Um número muito grande de sindicatos se proliferaram em nosso país, gerando legiões de parasitas, que não servem para nada além de sugar o próprio trabalhador e fazer agitações desnecessárias, apenas para tentar justificar seus cargos nesses sindicatos. Ficam tentando manter conceitos já ultrapassados e discursos batidos. Nossas leis obsoletas e tolerantes facilitam isso, quando deveriam ser modernizadas, abolindo grande parte dessa gente, tornando a contribuição sindical não obrigatória e acabando com essa vagabundagem, além de flexibilizar e diminuir os custos das empresas quando empregam.
Aquilo que estes sindicalistas pregam como remédios não passam de venenos para a própria classe trabalhadora.

A falta de confiança agrava a crise?

Estamos cansados de ouvir que devemos ter pensamentos positivos e confiança, para que algo dê certo. É o que vemos nos atuais momentos da crise mundial. É um processo em cadeia, tipo efeito dominó.
As pessoas desempregadas não gastam porque não sabem quanto tempo vão suportar sem emprego e os que estão trabalhando também seguram suas economias por falta de confiança, pois não sabem por quanto tempo vão ficar empregadas.
E assim a crise se agrava. Em uma economia em alta as pessoas se arriscam mais, adquirem bens, assumindo dívidas, pois sabem que,se ficarem desempregadas, facilmente encontrarão outra ocupação e poderão honrar seus compromissos sem problemas. Isso faz com que todo o conjunto da economia cresça e mais pessoas tenham seus ganhos garantidos, que também vão consumir mais e sem medo.
Então entendemos que a crise tem alma. Algo que não apalpamos, mas tem existência. A reversão desse quadro só será possível à medida que a população readquirir a confiança no mercado. Isso poderá levar alguns anos.

As mulheres no mercado de trabalho, você concorda?

Estatísticas mostram a crescente participação das mulheres nos trabalhos da construção civil e outros. Elas vieram para ficar. Alguns poderiam argumentar que os trabalhos na construção civil são muito pesados para elas, mas isso não é verdade. Elas participam nos trabalhos leves e mais delicados, onde são bem superiores aos homens, tanto na qualidade quanto no desempenho. Nas atividades como colocação de azulejos, cerâmicas, peças sanitárias, pinturas e outras que exigem maior delicadeza elas dão de goleadas nos homens.
Não é só na construção civil que elas se destacam, pois há muitas empresas onde as características das atividades são muito mais eficientes se executadas por mulheres. Trabalhei como gerente de produção em uma metalúrgica, onde mais de 70 % dos funcionários eram mulheres. Nos setores de preparação e pintura das peças elas representavam quase 100 %, bem como no setor de montagem, que envolvia muitos componentes minúsculos em cada peça.
Como gerentes elas são muito mais rigorosas que os homens. São mais exigentes, mais dedicadas e mais eficientes. Não perdem a oportunidade na maioria das vezes quando lhes é dada tal chance.
Até na política elas estão se destacando cada vez mais.
Você concorda com a participação maior delas no mercado de trabalho?

A venda de produtos caseiros como meio de sobrevivência de muitas famílias

Apesar de ouvirmos conversas furadas do nosso governo, que a economia cresceu, que melhorou a vida dos brasileiros, que diminuiu a classe pobre e outros papos eleitoreiros, o que vemos na verdade é outra coisa.
Vemos um governo mentiroso, falso e fraco. Que suga a classe média de todas as formas para promover suas políticas paternalistas e eleitoreiras. O que está acontecendo na verdade é que está se criando no Brasil uma raça de vagabundos, que não querem trabalhar e esperam ganhar tudo do governo petista em troca de votos.
O correto é criar oportunidades e melhorar a educação do povo, para que ganhe dignidade e cresça, pois só assim deixaremos de ser considerados de terceiro mundo.
Quando uma pessoa quer ela vai atrás, busca as oportunidades, mesmo nas condições mais adversas não fica esperando as benesses com segundas intenções.
Vemos alguns exemplos de pessoas com dignidade, que enfrentam o desemprego com criatividade, como muitas famílias onde as mulheres fazem pães caseiros, sonhos, doces, cocadas e outros produtos e seus maridos não se prendem a preconceitos para vendê-los e fazem com muita dignidade, garantindo assim a sobrevivência de seus dependentes.