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Poluição e o aditivo para carros a diesel

Os veículos movidos a diesel no Brasil são muito poluentes e muito pouco se fez até agora para diminuir isso.

Tempos atrás até se tentou obrigar a Petrobrás a fabricar o combustível dentro de padrões menos poluente, porém a pressão desta foi grande e tudo ficou como estava.

Esta semana, dia 13.07.2010, um acordo entre o IBAMA e o INNMETRO determinou que a partir de 2012 todos os veículos movidos a óleo diesel terão que emitir menos poluente.

Para isso todos os veículos novos movidos a óleo diesel, classificados como comerciais leves, pesados, semipesados e ônibus, ficarão obrigados a misturar um aditivo ao combustível, que está sendo chamado de ARLA 32, que se trata de uma solução aquosa de uréia, não tóxica, cuja função é diminuir a emissão de óxidos nitrosos.

O tal aditivo será vendido em concessionárias, postos de combustíveis e até em supermercados.
Como tudo aqui no Brasil, o ônus das medidas sempre fica com o consumidor e contribuinte e nunca para aqueles a quem deveria recair.

A lei seca faz aniversário de um ano

Já faz um ano de vigência em todo o Brasil da chamada “lei seca”, que penaliza os bêbados no volante. Realmente era necessária mais severidade, pois um veículo se transforma em uma arma na mão de pessoas irresponsáveis, colocando em risco muitas outras pessoas, além daquelas que estão no veículo com o irresponsável.
Mas será que a lei está sendo aplicada mesmo? Ou será que apenas os cidadãos comuns é que estão sujeitos a ela.

Para se ter uma idéia de que esta lei foi feita somente para os cidadãos indefesos, tivemos recentemente em Curitiba, capital do Paraná, um acidente que matou dois jovens e que foi provocado por um deputado deste Estado, com seu carro com velocidade em torno de 190 Km / h, que estava altamente alcoolizado. Pior é que este deputado estava sem permissão para dirigir e deveria ter sua carta de motorista caçada, pois tem muitas multas de trânsito por excesso de velocidade.

Este acidente acabou por evidenciar que a maioria dos deputados deste Estado também não poderia estar dirigindo, pois também têm em seus prontuários uma lista enorme de multas. Até um ministro, oriundo deste Estado, acabou aparecendo com seu prontuário repleto de multas e portando deveria estar impedido de dirigir.
É mais uma lei feita para os cidadãos normais e não para os “deuses’ deste nosso país.

Vendas de carros usados em consignação

Até poucos meses atrás as concessionárias de veículos estavam a todo o vapor. Havia até filas para quem queria comprar certos modelos de carros novos. Os dias mudaram e as montadoras estão com seus estoques encalhados e até anunciando demissões de funcionários em massa.
A crise pegou todo mundo. Revendas de carros usados se proliferaram por todas as partes do Brasil nos últimos anos. Muitas delas não passam de picaretas, que só servem para enganar o povo. Para não usar capital de giro, algumas delas se dispõem a vender os carros dos fregueses pelo processo chamado de “consignação”.

Esse tipo de venda consiste em se deixar o carro na loja para ser vendido e após a venda a loja cobra um percentual. Ocorre que lojas mal intencionadas vendem os carros, somem com o dinheiro, deixando os proprietários a “ver navios”. Algumas até fazem financiamentos e colocam esses carros como garantias, dando uma tremenda dor de cabeça aos verdadeiros proprietários.

Em Curitiba no Paraná até já virou moda esse tipo de golpe. Nos últimos anos aconteceram vários casos desses tipos de lojas que deram golpes nos seus clientes. Nesse início de ano de 2009, uma dessas, que comercializava até carros importados de alto valor, virou caso de polícia.
Há de se tomar muito cuidado antes de se deixar seu veículo em uma dessas lojas.

As auto-escolas estão formando bem os motoristas

As leis de trânsitos têm se tornado bem mais severas nos últimos tempos, com o objetivo de diminuir o grande número de acidentes em nossas cidades e rodovias. A chamada “lei seca” pretende tirar das estradas os motoristas embriagados. Isto é muito bom, mas somente evitar o álcool não basta, seria necessário ser igualmente severo com as drogas usadas pelos motoristas, inclusive aqueles comprimidos que os caminhoneiros usam para não dormir, que chamam de “rebites”. Dizem que até cocaína os caminhoneiros já estão usando, para poder viajar mais tempo sem parar.
Quem viaja pelas nossas rodovias se depara a todos os momentos com situações inacreditáveis. Motoristas que dirigem como se estivessem embriagados fazem “barbaridades”, porém é pura falta de experiência deles para dirigir em rodovias.
Acho que a legislação ainda é muito complacente e deveria ser mais rigorosa na concessão das cartas de motoristas, concedendo-as somente para pessoas bem preparadas, psicológica e tecnicamente. As auto-escolas, agora denominadas de “centros de formação de condutores”, não preparam muito bem os motoristas. Eles são preparados apenas para dirigirem em centros urbanos, onde as condições são outras e se trafega a baixas velocidades. Daí acham que já são motoristas e no primeiro feriado que aparece saem em rodovias, cometendo erros os mais elementares possíveis, colocando em risco a si próprios e de terceiros, pois não foram preparados para dirigir em rodovias.
Na verdade são motoristas chamados de “meia roda”.

Você costuma ter os cuidados básicos com seu carro antes de viajar?

Quem está acostumado a viajar regularmente pelas estradas brasileiras depara com situações das mais curiosas todos os dias. Veículos que são verdadeiras sucatas trafegam por nossas estradas sem serem incomodados.
Nos feriados, como os de fim de ano, a situação piora, pois muitas pessoas não dão a atenção devida aos seus veículos e quando entram em férias colocam a família toda nele e saem pelas estradas, colocando todos em situação de alto risco.
Mas também são encontrados veículos novos e semi-novos pifados à beira das estradas. Porque isso acontece?
Acontece porque os usuários na maioria das vezes acha que é só colocar combustível e sair por aí. Não têm os cuidados mínimos, que evitariam estes transtornos.
Alguns cuidados mínimos antes de viajar:
1 – Verificar se o carro tem combustível.
2 – Verificar a calibração dos pneus. Verificar também se os pneus estão
em bom estado, se não estão “carecas” ou com alguma danificação,
mesmo que novos, causados por alguma pedra ou outra situação.
3 – Verificar o nível de óleo lubrificante, água de refrigeração, óleo de
freios, óleo da direção hidráulica, água do limpador de pára-brisas.
4 – Verificar se os amortecedores estão bons.
5 – Verificar se os freios estão funcionando bem, se não há necessidade de
trocar pastilhas, discos e outros componentes. Testar os freios para ver
se não está pegando em um só lado.
6 – Verificar se as palhetas do limpador de pára-brisas estão em bom
estado e se não estão ressecadas.
7 – Nunca esquecer de verificar se está portando os documentos do veículo
e os pessoais, verificando se sua carta de motorista está com validade.
Considero estes os cuidados mínimos, para carros que se tem conhecimento de sua boa condição, porém o ideal seria levá-lo a uma oficina de confiança para uma análise completa de motor; embreagem; freios; amortecedores; sinalizações e luzes; estabilidade, com verificação de balanceamento das rodas, cambagem, caster e outros itens.
Tenha o mínimo de cuidado com seu veículo, não coloque sua vida, a vida de sua família e a dos outros em perigo e tenha uma boa viagem.

A migração de carros para as motos e bicicletas

Cresce consideravelmente o número de pessoas que estão trocando os carros pelas motos. O uso de automóveis para deslocamentos ao trabalho ou no dia a dia das grandes cidades já não se justifica. Além de serem mais poluentes, enfrentam as dificuldades nos congestionamentos, principalmente nos horários de pico, e também cada vez menos lugares para se estacionar, aumentando o estresse do cidadão.
As motos e bicicletas, imperiosamente, tendem a substituir os automóveis no trânsito, uma vez que o transporte coletivo é caro e ineficiente em quase a totalidade dos municípios brasileiros.

Óleos lubrificantes e outros produtos para carros nos postos de combustíveis

Basta você encostar seu carro para abastecer e lá vem um bando de frentistas achar defeitos em seu carro. Um acha que precisa aditivo na água do radiador, outro que é melhor a gasolina aditivada, outro oferece um produto para a água do limpador de pára-brisas, outro que seu extintor de incêndios está na hora de trocar. Se você der atenção a tudo isso vão acabar te internando em um hospital para louco.
Diversos tipos de óleos são oferecidos, cada um com uma vantagem a mais. Na maioria das vezes os frentistas não são preparados e falam certas bobagens, que desqualificam até o produto que querem vender, quando o cliente é uma pessoa entendida no assunto. Como sou engenheiro mecânico, já ouvi muita coisa errada nestes postos por aí.
Acho que deveriam oferecer um curso sobre carro, em vez de produtos.

O Brasil continuará usando o diesel poluente

Há muitos anos atrás, nossas autoridades haviam firmado um acordo com o setor automobilístico e a Petrobrás, para que o óleo diesel fabricado ou comercializado no Brasil fosse com menos teor de enxofre e menos poluente. Passaram-se os anos e por displicência das nossas autoridades nada foi feito nesse sentido.
Nos países europeus os carros já rodam com motores adaptados e com combustíveis com níveis de poluição bem menores que os nossos, porém as montadoras alegam que no Brasil não tiveram tempo para se adaptar, depois de muitos anos do acordo. A Petrobrás usou do mesmo argumento. Pior de tudo é que os nossos governantes aceitaram estes argumentos estapafúndios.
De nada adianta se falar em combate ao desmatamento, sem explicar direitinho a todo o povo brasileiro, quanto de propinas ou vantagens ocultas foram conseguidas, para se aceitar que um novo acordo feito este ano prorrogasse o prazo para a adaptação do óleo fabricado pela Petrobrás e dos carros produzidos pelas montadoras aqui instaladas.
O povo merece mais respeito!

O promissor mercado para motocicletas no Brasil trouxe para cá a marca KAWASAKI

A empresa nipônica anunciou seus interesses em importação, fabricação e comercialização da marca aqui no Brasil, não apenas de motocicletas, mas também de quadriciclos e jet-skis. O projeto inclui a construção de uma fábrica no Pólo Industrial de Manaus (PIM), com investimento inicial de US$ 40 milhões na unidade fabril, cuja produção deverá se iniciar em 2009.
O primeiro modelo a ser fabricado no Brasil já no próximo mês será a superesportiva Ninja ZX-6 R, com 600 cilindradas O preço da mesma deverá ser em torno de U$ 28.800. Em janeiro deverá também ser iniciada a fabricação da superbike Ninja ZX-10R. Para o primeiro semestre de 2009 ainda estão previstas as vindas da Z 750, Ninja 250R e Vulcan 900. A “ninjinha” de 250 cc será fabricada no Brasil no segundo semestre de 2009.

No último dia 15 de outubro também foi inaugurada a sua primeira concessionária autorizada, na cidade de São Paulo e a segunda concessionária da marca, que terá como proprietário o bicampeão de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi, também será montada em breve em São Paulo.
O grande empecilho para a divulgação da marca no Brasil sempre foi o problema de manutenção e assistência técnica, fazendo com que as concorrentes Honda e Yamaha dominassem o mercado por aqui. Para resolver estes problemas, a Kawasaki promete trazer um lote de peças para cada lote de motos produzidas e comercializadas e ainda pretende formar a rede de assistência técnica com 30 concessionárias espalhadas nas principais cidades brasileiras até 2015.
Com certeza será bem sucedida, pois o mercado brasileiro para motos, principalmente as de 250 cc, está num crescente, devido os custos de transportes coletivos, altos custos de locomoção com automóveis e os congestionamentos nos grandes centros urbanos.
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O comércio de carros usados

Em épocas de poucos empregos o comércio informal se proliferou. Camelôs surgiram por todos os lados e em todas as cidades.
Com produtos trazidos de contrabandos do Paraguai nem se fala. Foram um tanto prejudicados com as lojas chamadas 1,99, que se especializaram em vender produtos chineses, trazidos em grandes carregamentos em conteiners e muitas das vezes de contrabandos em grande escala, como muito se tem noticiado.
Mas bem antes disso tudo, um comércio que ainda até hoje existe é o do comércio de carros usados. Lojas especializadas surgiram, mas existem os chamados “picaretas”, que trabalham nas ruas e sem endereço ou qualquer referência.
Há os picaretas que vendem carros usados em cidades do interior, trazidos de outras cidades, para serem vendidos para o pessoal que trabalha na lavoura, que pouco conhecem ou que pouco tempo e condições têm para procurar um veículo. Esses normalmente são os malandros, que vendem carros com problemas e desaparecem. Algumas vezes até carros roubados, com chassi adulterado ou com documentação com problemas.
Muitos compram carros sinistrados em leilões só para ter a documentação, depois roubam carros semelhantes, adulteram o chassi e vendem como se o carro sinistrado tivesse sido reformado.
Todo cuidado é pouco quando se vai adquirir um carro usado.