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Quais os cuidados nas compras em supermercados?


Um ato tão simples como o de se fazer compras, que até uma criança consegue fazer, também pode exigir alguns cuidados. Cuidados que nem sempre as pessoas têm, pagando muito caro pela falta deles.

As grandes redes de supermercados investem bastante em pessoas especializadas que estudam minuciosamente os comportamentos das pessoas, para aumentaras suas vendas.

O consumidor também tem que estar preparado para fazer compras, para não entrar nas armadilhas impostas.

Listamos abaixo alguns cuidados que se deve ter quando se vai aos supermercados para fazer compras.
1 – Nunca ir ao supermercado com fome, pois isso faz com que alguns produtos sejam comprados sem necessidade.
2 – Evitar levar crianças ao supermercado, pois as gôndolas são dispostas de maneira a sugerir às crianças a compra de produtos que nem sempre são saudáveis ou necessárias. Normalmente os produtos sugeridos às crianças estão em gôndolas dispostas nos caminhos, como dos caixas, muitas vezes formando verdadeiros corredores sinuosos. Tais produtos estão quase sempre colocados nas prateleiras mais baixas, sempre ao alcance de qualquer criança.
3 – Sempre fazer uma lista em casa dos produtos a serem comprados, pois isto evita esquecer alguma coisa necessária, além de evitar que se compre produtos desnecessários.
4 – Tomar sempre o cuidado de verificar a data de validade dos produtos, pois muitas das vezes os produtos mais baratos e em promoção expostos nas gôndolas já estão com a data de validade vencida ou faltando poucos dias para se extinguir.
5 – Fazer o cálculo do preço do produto indicado na embalagem, pois um produto que parece ser mais barato que o da outra marca, pode conter uma quantidade menor.
6 – Tomar especial atenção para os preços indicados nas gôndolas e se possível levar um papel e caneta para ir anotando, para se conferir ao passar pelo caixa, pois invariavelmente os preços na hora de se pagar são superiores. Esta é uma prática comum em todos os supermercados e
até parece proposital, pois poucos clientes atentam a este detalhe e com isto no final do dia o supermercado consegue aumentar seus lucros consideravelmente.
7 – Deixar para o final da compra os produtos perecíveis e congelados, como carnes, laticínios e outros, para não ficarem muito tempo nos carrinhos, principalmente em locais e dias quentes.
8 – Adquirir o costume de levar a sacola de casa, evitando as tão condenadas sacolas plásticas, que não são biodegradáveis.
9 – Não esquecer de levar dinheiro, cartão, talão de cheques ou outra modalidade para pagar as compras.

Livros de histórias estão entre os mais vendidos no Brasil

Pesquisas recentes apontam que os livros versando sobre história estão entre os mais vendidos atualmente no Brasil. Dizem que de 10 livros vendidos 5 versam sobre história.

Um deles tem o título “1808”, do escritor Laurentino Gomes, que já vendeu mais de 600 mil exemplares desde 2007, quando foi lançado.

Este livro trata da história da vinda da família real ao Brasil naquele ano, fugindo da guerra de Napoleão. Trata das conseqüências e desfechos que a família real ocasionou por aqui.

O próprio escritor acha que o sucesso do livro está na linguagem utilizada, que trata a história com uma linguagem quase que jornalística, saindo da formalidade oficialesca dos livros escolares. Ele acha também que o brasileiro também está buscando no passado as explicações para o Brasil de hoje.

O escritor lançou agora o outro livro, com o título de “1822”, na mesma formatação do anterior, versando sobre a independência do Brasil.

Não li este livro ainda, mas dizem que ele traz alguns aspectos e esclarecimentos sobre a independência brasileira que até então não haviam sido tratados até aqui em livros de histórias normais.

A curiosidade está ocasionando uma verdadeira corrida até as livrarias e a expectativa é que este livro alcance o mesmo sucesso do anterior.
O escritor promete lançar daqui alguns anos mais um livro nesta linha, tratando da proclamação da república em 1889.

Recall de carrinhos de bebês


A lei de defesa do consumidor no Brasil já tem alguns anos, porém vêm aos poucos conscientizando tanto os consumidores quanto os fabricantes de diversos produtos.

Já está corriqueiro se ver recall de automóveis e até recentemente foi bastante noticiado o do carro STILO da FIAT.
Mas por esta ninguém esperava, que se anunciaria um recall de carrinhos de bebês.

Esta semana uma grande rede de supermercados, atuante no Brasil, anunciou um recall em carrinhos de bebês, que segundo se informa a dobradiça dos mesmos tem causado cortes nas mãos dos bebês.

É a lei de defesa do consumidor surtindo seus efeitos!

Bolacha caseira, cerveja caseira, salame caseiro

Com a crise que perdura há muitos anos, a informalidade foi atingindo quase todas as famílias. E quase sempre que a mulher entrou em ação o resultado foi muito bom.

Conheço uma família que se encontrava em sérias dificuldades, com o marido desempregado e com dificuldades para recolocação. A esposa então começou fazer em casa as broas, bolos, tortas e outras gostosuras, que eram sua especialidade. Seu marido começou vender pelas vizinhanças e hoje são proprietários de uma panificadora.

Conheço outra que se encontrava na mesma situação. A mulher começou fazer em casa as bolachas caseiras, que foi cada vez mais aperfeiçoando as receitas, os formatos, as decorações e principalmente as embalagens. Hoje ela emprega várias pessoas e não pára de crescer.

Outra família sobreviveu à crise fabricando e vendendo cerveja caseira e hoje até tem uma marca e é encontrada em várias casas comerciais de diversas cidades.

Outra que conheço, a mulher começou vendendo queijo trançado e outros produtos de fabricação caseira, como salames à beira da rodovia e hoje possui um grande laticínio e uma lanchonete de beira de estada muito freqüentada, além de um hotel conjugado.
Basta ter boa vontade e iniciativa que tudo dá certo.

Como podem haver tantos descontos nas liquidações das lojas?

Sempre no começo de cada ano as contas chegam aos montes nas casas dos brasileiros, além da exaustão total das reservas, causada pelas longas festas que se iniciam com o natal, passando pelo dia primeiro do ano, carnaval e o período de férias de verão, deixando-nos sem poder de compra algum.
É um período crítico para as lojas, que também atravessam dificuldades nessa época do ano. Surgem então as já tradicionais liquidações, onde tudo é colocado à venda por descontos assustadores e inacreditáveis.

Diante de descontos tão grandes ficamos a questionar. Mas se nesta época é possível se vender um bem por esse valor, porque não se vende ao longo do ano por valores menores? Estariam as lojas explorando a população ao longo do ano com os valores das mercadorias de maneira exorbitante? São indagações que todos fazemos.

Porém se analisarmos profundamente a questão, veremos que não é bem isso e que tem outros aspectos envolvidos. Citarei alguns, somente sob meu ponto de vista e com base em minhas análises e conhecimentos.
As contas das lojas, que investiram no estoque esperando grandes vendas de final de ano, começam a vencer e muitas delas não conseguiram boas vendas e têm que fazer caixa rápido, preferindo perder um certo percentual no valor das mercadorias que pagar exorbitantes juros aos bancos.
Muitas das mercadorias colocadas a venda nas liquidações são aquelas ditas “encalhadas”, com algum defeito ou por ser um modelo não muito procurado, que se não for aproveitado esta animação do público, ficará por mais um longo período tomando espaço da loja, depreciando ainda mais, sem render nada o capital investido nelas.
Alguns produtos, embora em bom estado e modelos ainda vigentes, principalmente equipamentos eletrônicos, devem ser vendidos logo, ter rotatividade, pois serão substituídos em breve por modelos mais atuais, com novas tecnologias e ficarão “encalhados” para sempre.
Também há o fator propaganda, sendo essa uma forma de se investir para divulgar o nome da loja e torna o cliente um fiel consumidor do estabelecimento, fazendo frente a concorrência.
Vários são os motivos, com cada loja tendo os seus. Em vista disso já se criou na população aquela expectativa, com muitas pessoas fazendo suas reservas financeiras só para aproveitar essa época e adquirir aqueles bens que necessitam, por preços mais baixos e vantajosos.

Crédito, palavra mágica para combater a crise e o desemprego

Fala-se em crise por todas as partes do mundo. No Brasil, segundo o nosso Presidente Lula, ela não chegaria. Ele estava enganado por seus assessores ou mentiu ao seu povo. Acho que foram as duas coisas mesmo, pois na verdade a crise já havia se implantada aqui no nosso país no meio do ano de 2007, quando estourou nos EUA a chamada crise imobiliária.

Tão logo se soube da crise imobiliária nos EUA em 2007, indústrias brasileiras, que para lá exportavam produtos ligados às construções, como madeiras e seus derivados, bem como a indústria de móveis, passaram a sofrer as conseqüências, com contratos sendo cancelados ou encomendas diminuídas. Muitas indústrias fecharam as portas no segundo semestre de 2007 e durante todo o ano de 2008, principalmente nos Estados do Paraná e Santa Catarina, pólos de produção de madeiras e móveis.

Não só a crise imobiliária foi a culpada, pois foi muito bem ajudada pela política perversa de câmbio adotada pelo governo brasileiro, que mantinha o dólar muito baixo, além da teimosia do Banco Central em manter as altas taxas de juros.
O mundo todo já elegeu o vilão desta crise e seria a palavra mágica chamada “crédito”. Sem ele as pessoas não compram. Sem as pessoas comprarem o comércio e a indústria não vende e as demissões aumentam. Pessoas sem salário perdem ainda mais o poder de compras, que realimenta a crise, com mais demissões. A falta de crédito também dificulta a aquisição de bens de capital, como máquinas, por parte das indústrias, que são então obrigadas a se encolherem.
Mas como reverter então isso tudo? Levará algum tempo para que todos retomem a confiança e voltem a acreditar na economia, aí voltam as vendas, voltam os empregos e a crise desaparece.
Mas é preciso também que os políticos sejam mais honestos e suas políticas sejam puras e verdadeiras, não apenas agentes de politicagens para permanecerem no poder!

Vendas de carros usados em consignação

Até poucos meses atrás as concessionárias de veículos estavam a todo o vapor. Havia até filas para quem queria comprar certos modelos de carros novos. Os dias mudaram e as montadoras estão com seus estoques encalhados e até anunciando demissões de funcionários em massa.
A crise pegou todo mundo. Revendas de carros usados se proliferaram por todas as partes do Brasil nos últimos anos. Muitas delas não passam de picaretas, que só servem para enganar o povo. Para não usar capital de giro, algumas delas se dispõem a vender os carros dos fregueses pelo processo chamado de “consignação”.

Esse tipo de venda consiste em se deixar o carro na loja para ser vendido e após a venda a loja cobra um percentual. Ocorre que lojas mal intencionadas vendem os carros, somem com o dinheiro, deixando os proprietários a “ver navios”. Algumas até fazem financiamentos e colocam esses carros como garantias, dando uma tremenda dor de cabeça aos verdadeiros proprietários.

Em Curitiba no Paraná até já virou moda esse tipo de golpe. Nos últimos anos aconteceram vários casos desses tipos de lojas que deram golpes nos seus clientes. Nesse início de ano de 2009, uma dessas, que comercializava até carros importados de alto valor, virou caso de polícia.
Há de se tomar muito cuidado antes de se deixar seu veículo em uma dessas lojas.

Óleos lubrificantes e outros produtos para carros nos postos de combustíveis

Basta você encostar seu carro para abastecer e lá vem um bando de frentistas achar defeitos em seu carro. Um acha que precisa aditivo na água do radiador, outro que é melhor a gasolina aditivada, outro oferece um produto para a água do limpador de pára-brisas, outro que seu extintor de incêndios está na hora de trocar. Se você der atenção a tudo isso vão acabar te internando em um hospital para louco.
Diversos tipos de óleos são oferecidos, cada um com uma vantagem a mais. Na maioria das vezes os frentistas não são preparados e falam certas bobagens, que desqualificam até o produto que querem vender, quando o cliente é uma pessoa entendida no assunto. Como sou engenheiro mecânico, já ouvi muita coisa errada nestes postos por aí.
Acho que deveriam oferecer um curso sobre carro, em vez de produtos.

Natal e os presentes

É tradição em todo o mundo presentear parentes e amigos na data de natal. Mas como começou tudo isso? Dizem que começou com os reis magos, que foram visitar Jesus quando nasceu e O presentearam.
Se foi assim que começou ou não, a verdade é que o comércio não perde oportunidade. Qualquer data que se possa aproveitar para aumentar as vendas é bem vinda. Dia dos pais, dia das mães, dia das crianças, dia das sogras, dia das bruxas, dia dos cachorrinhos, dia disso e dia daquilo.
O que se vê na mídia também é uma verdadeira guerra entre os vários segmentos do comércio para caracterizar quais são os melhores presentes. Um tenta descaracterizar o outro, dizendo que não se presenteia mãe com panelas, nem pais com roupas, nem namoradas com perfumes e isso e aquilo. Quando não se consegue enaltecer o seu, tenta-se desmerecer o outro.
Há alguns anos atrás entrou na moda os brinquedos eletrônicos, depois os aparelhos celulares. Nesse natal qual será a moda?

O promissor mercado para motocicletas no Brasil trouxe para cá a marca KAWASAKI

A empresa nipônica anunciou seus interesses em importação, fabricação e comercialização da marca aqui no Brasil, não apenas de motocicletas, mas também de quadriciclos e jet-skis. O projeto inclui a construção de uma fábrica no Pólo Industrial de Manaus (PIM), com investimento inicial de US$ 40 milhões na unidade fabril, cuja produção deverá se iniciar em 2009.
O primeiro modelo a ser fabricado no Brasil já no próximo mês será a superesportiva Ninja ZX-6 R, com 600 cilindradas O preço da mesma deverá ser em torno de U$ 28.800. Em janeiro deverá também ser iniciada a fabricação da superbike Ninja ZX-10R. Para o primeiro semestre de 2009 ainda estão previstas as vindas da Z 750, Ninja 250R e Vulcan 900. A “ninjinha” de 250 cc será fabricada no Brasil no segundo semestre de 2009.

No último dia 15 de outubro também foi inaugurada a sua primeira concessionária autorizada, na cidade de São Paulo e a segunda concessionária da marca, que terá como proprietário o bicampeão de Fórmula 1 Emerson Fittipaldi, também será montada em breve em São Paulo.
O grande empecilho para a divulgação da marca no Brasil sempre foi o problema de manutenção e assistência técnica, fazendo com que as concorrentes Honda e Yamaha dominassem o mercado por aqui. Para resolver estes problemas, a Kawasaki promete trazer um lote de peças para cada lote de motos produzidas e comercializadas e ainda pretende formar a rede de assistência técnica com 30 concessionárias espalhadas nas principais cidades brasileiras até 2015.
Com certeza será bem sucedida, pois o mercado brasileiro para motos, principalmente as de 250 cc, está num crescente, devido os custos de transportes coletivos, altos custos de locomoção com automóveis e os congestionamentos nos grandes centros urbanos.
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