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Estágio profissional para universitários

Quando o jovem está para concluir o ensino de segundo grau, fica com a cabeça em conflito, pois nem todos já tem nesse período decidido sobre fazer ou não um curso universitário e qual destino escolher.
Depois que entram na faculdade, muitos se acomodam e acham que só o diploma já lhes garantirá o futuro. Grande engano.

É necessário que o estudante universitário tenha em mente que só o diploma não é suficiente para o sucesso da sua carreira e que deve procurar experiência desde cedo, ainda quando estudante.

Por isso deve procurar estágio em empresas, que hoje já é regulamentado por lei. Um bom estágio lhe dará experiência e ensinamentos de como lidar com certas situações, que defrontará quando já for um profissional e estiver assumindo responsabilidades.

Muitas empresas fazem dos estágios verdadeiras escolas para preparar e especializar a mão de obra que utilizarão, de acordo com seus fundamentos. Algumas chegam a aproveitar em seus quadros mais de 60 % dos estagiários utilizados.

Na verdade o estágio é um elo entre a faculdade e a vida real profissional, onde se pode aliar a teoria com a prática.

Feiras de profissões para vestibulandos


Quando chega o mês de setembro de cada ano, o desespero e aflição tomam conta da maioria dos estudantes brasileiros, que ainda não se conhecem a si próprios e não sabem que caminho trilhar.

Isso é normal entre os adolescentes pela falta de conhecimento dos cursos ofertados pelas faculdades e as futuras profissões.

Muitos escolhem o curso pelo status que ele oferece, outros por pressões de familiares e amigos, outros pela expectativa financeira que a mídia promove, mas poucos fazem uma auto-análise, ponderando os prós e os contras da profissão escolhida, redundando muitas vezes em abandono do curso escolhido.

Nesta hora se faz necessário uma orientação de pessoas mais experientes, que conheçam os lados positivos e negativos das profissões e também quais virtudes é requerida do candidato, para que se possa ver se ele se enquadra com aquela profissão no futuro.

Uma pessoa que não consegue ver sangue não pode fazer um curso de saúde, como medicina, por exemplo. Outra que só viveu na cidade terá dificuldades na profissão de agrônomo ou veterinária, que na maioria dos casos irá trabalhar no campo e com poucos confortos.

Para tentar resolver esse problema, algumas faculdades promovem nas vésperas do início das inscrições de seus vestibulares, as chamadas feiras de profissões, onde se montam estandes com alunos que já estão cursando os cursos ofertados pela faculdade e até com a participação muitas vezes de profissionais que já atuam na área, para consultas e exposições sobre cada curso.

Isso é muito útil e necessário, para evitar futuras deserções durante o curso e até mesmo depois de formado, quando se percebe que se tomou o rumo errado, porém isso já causou muita perda de tempo e dinheiro, algumas vezes de escolas públicas.

Vestibulares padronizados nas universidades federais

Esta semana estiveram reunidos no Ministério da Educação os reitores das universidades federais de todo o país, para discutir uma possível unificação e padronização dos vestibulares em todas as instituições federais de ensino superior.

O governo está propondo uma mudança, que dizem será implantada em breve, onde as provas dos vestibulares seriam unificadas e padronizadas, dando mais ênfase ao ensino básico e nem tanto ao médio.

Seria como é hoje o ENEM e as notas desta avaliação passariam a ter um grande peso nas notas dos vestibulares de todas as instituições federais.
Depois das cotas paras isso e para aquilo, agora eles querem destruir ainda mais o único filtro, já todo arrebentado por eles mesmos, para selecionar e qualificar os profissionais que saem destas faculdades.
Daqui uns tempos será melhor fazer uma cirurgia em um açougue que procurar um médico!

Faculdade à distância e por correspondência

Quando chega o final de cada ano e início do ano seguinte, um grande número de jovens de todo o país passam por momentos de grande aflição. Precisam definir o rumo de suas vidas. Uns param de estudar e se contentam apenas com o ensino médio, chamado de segundo grau nos meus tempos, porém outros sentem a necessidade, cada vez mais imperiosa nos nossos tempos, de fazer um curso superior.
Aí é que o problema aparece, pois não há vagas para todos nas faculdades públicas e em seus vestibulares passam aqueles mais preparados, normalmente os que tiveram mais condições ao longo de seus estudos anteriores.
Para a grande maioria sobram então as faculdades particulares, que se proliferaram em grande número pelo país e que salvo alguns casos, quase todas elas são de baixíssima qualidade e de altos custos das mensalidades.

Como a demanda é grande e há mercado, surgiram aquelas que não passam de fábricas de diplomas, as chamadas faculdades “não presenciais”, onde o estudante não comparece às aulas e somente comparece periodicamente para fazer provas, estuda à distância, por correspondência, algumas já utilizando os modernos meios de comunicação, através da internet. Não passa de comercialização do ensino, onde se aprende pouco e somente se consegue um diploma fácil.

Mas não sei o que será pior em breve, se ser atendido por um profissional formado nestas faculdades ou se por um profissional que entrou em uma faculdade por meio das cotas do Sr. Lula.

A nova ortografia da língua portuguesa

O acordo sobre a nova ortografia nos países de língua portuguesa está dando dor de cabeça para muitas pessoas.
Obras literárias e muitos outros materiais impressos ficarão obsoletos e sem serventia em breve, gerando grandes prejuízos.
Até a nossa educação enfrentará dificuldades e o que aprendemos ficará obsoleto, pois não há como milhões de cidadãos voltarem às escolas ou se reciclarem para atender às novas regras. Em poucos anos a geração que aprenderá pela nova ortografia vai nos considerar velhos e ultrapassados. Os professores da língua portuguesa nas escolas passarão por maus momentos, tendo que refazer seus conhecimentos ou abandonar a profissão. Até os professores de outras disciplinas terão dificuldades, pois saber a nossa língua com correção também faz parte de seus conteúdos.
Os concursos públicos para empregos ou ingressos em escolas, como vestibulares, também terão que se adaptar a essas novas regras, constituindo em mais uma dificuldade para seus candidatos.
Elas entram em vigor para valer no início do ano 2013. Até lá ainda haverá flexibilidade em muitos casos, podendo ser aceitas as duas situações, as regras antiga e a nova.

O trote a calouros em faculdades

É tradição, sempre que sai o resultado de um vestibular, o trote aos calouros nas faculdades. É um momento de alegria e confraternização. É a recepção e as boas vindas que os veteranos dão aos novos colegas.
Mas temos visto abusos nessas manifestações. Aquilo que deveria ser momentos de alegrias algumas vezes tem virado tragédia, inclusive com mortes.
Algumas providências foram tomadas por algumas faculdades para coibir a violência nos trotes, porém ainda ocorrem alguns casos pelo Brasil a fora.
Também temos visto iniciativas muito positivas e nobres, como aquelas onde os veteranos montam esquemas e solicitam aos calouros que doem sangue. A maioria dos calouros, agradecidos pela aprovação, não se negam a essa solicitação, atendendo prontamente.

O banho de lama é tradicional, bem como o corte de cabelos. A alegria é total e até os pais e os amigos algumas vezes entram na brincadeira e ficam tão sujos quanto os calouros.

Somente quem já teve essa alegria, sabe o valor dela para extravasar tanta angústia que se carrega até esse momento.

Brasil, um país que prefere as cotas ao desenvolvimento das pessoas

O Brasil virou um país das cotas. Há cotas para tudo. Cotas para negros nas faculdades, cotas para índios, cotas para quem estudou em escolas públicas, cotas para deficientes em faculdades e nas empresas. Só falta cotas para os sem cotas.
Não seria melhor e mais digno o governo procurar aprimorar o aprendizado? Melhorar o nível das escolas públicas? Melhor as condições de vida para todos os pobres, inclusive os negros? Em vez de dar cotas somente para uma raça, contemplar todas, atribuindo vantagens pela classe social e não pela cor do indivíduo?
Assim que se cria a discriminação racial. No futuro, ao entrar em um hospital, o cidadão vai querer saber a cor do médico, a faculdade onde ele estudou, se entrou por cotas ou não, etc, etc. O mesmo poderá ocorrer com outras profissões.
Eu daqui para frente já serei este tipo de cidadão, pois não é possível um governo tão relaxado assim em nosso país.

Porquê os estudantes não gostam de estudar matemática e física?

Ouvimos muito por aí comentários dos próprios pais de alunos de segundo grau, que seus filhos não vão bem e não gostam de certas matérias. As mais citadas são sempre matemática e física. Acham que seus filhos não são inteligentes e que são mais ”fracos” que os outros.
Isso não é verdade. O que ocorre é que uns gostam de uma área de conhecimento e outros de outras áreas, mas todos têm capacidade suficiente, basta desenvolvê-la. A preguiça também conta muito, pois essas duas disciplinas exigem um pouco mais de esforço.
Mas não podemos esquecer que se o professor não levar jeito não vai ensinar ninguém mesmo. É comum um aluno não gostar de certa matéria e ao mudar de professor ele fica apaixonado pelo assunto e passa a se tornar uma “fera” de uma hora para outra, mudando até mesmo a escolha do curso, quando vai prestar vestibular.
Tem professor que não consegue motivar os alunos e matemática e física são disciplinas que sem motivação se tornam monótonas e chatas, mas se buscarmos o seu lado prático os alunos ficam encantados.

As Faculdades no Brasil. As de fins de semana valem a pena?

                          De uns anos para cá aumentou muito o número de faculdades no Brasil. Em qualquer cidadezinha já encontramos um monte delas. Nem sempre elas dispõem dos mínimos recursos para oferecerem certos cursos, porém o governo até faz vista grossa, pois ele não cumpre com seus deveres.    Algumas faculdades nem sequer tem professores e pegam qualquer profissional do mercado, sem qualquer preparação acadêmica, para compor seus quadros.       Na verdade a maioria das faculdades existentes por aí não passam de um mero reforço do segundo grau mal feito, mas como diz um amigo meu “é melhor que nada”. Assim talvez também esteja pensando nosso governo.     E assim o tempo vai passando e o povo brasileiro vai se iludindo e ficando com a pior educação do planeta, que vai demandar muitos recursos e muito empenho no futuro, além de muitos anos, para se recuperar.    E o que falar das faculdades de finais de semana?

A aflição dos jovens na escolha do curso e da profissão na época do vestibular

Todos os anos, quando se aproximam as inscrições para os vestibulares das diversas faculdades do país, quem convive com a juventude sabe do dilema que eles vivem. A família toda, incluindo os amigos, entram nesta aflição. Poucos chegam nesta idade com seu rumo traçado.
Porque ainda não tiveram todo o programa escolar, eles ainda não podem se conhecer a si próprios e ficam indecisos. Muitos escolhem os cursos motivados por status ou por imposição dos pais, parentes ou amigos, sem mesmo analisar se vem ao encontro de suas aspirações.
Os pais podem ter papel fundamental nesta hora, orientando seus filhos sobre cada profissão, seus lados bons e ruins, vantagens e desvantagens, porém não devem interferir na decisão, pois curso bom é o curso que mais se identifica com a pessoa, independente de qual é esse curso.