Feiras de profissões para vestibulandos


Quando chega o mês de setembro de cada ano, o desespero e aflição tomam conta da maioria dos estudantes brasileiros, que ainda não se conhecem a si próprios e não sabem que caminho trilhar.

Isso é normal entre os adolescentes pela falta de conhecimento dos cursos ofertados pelas faculdades e as futuras profissões.

Muitos escolhem o curso pelo status que ele oferece, outros por pressões de familiares e amigos, outros pela expectativa financeira que a mídia promove, mas poucos fazem uma auto-análise, ponderando os prós e os contras da profissão escolhida, redundando muitas vezes em abandono do curso escolhido.

Nesta hora se faz necessário uma orientação de pessoas mais experientes, que conheçam os lados positivos e negativos das profissões e também quais virtudes é requerida do candidato, para que se possa ver se ele se enquadra com aquela profissão no futuro.

Uma pessoa que não consegue ver sangue não pode fazer um curso de saúde, como medicina, por exemplo. Outra que só viveu na cidade terá dificuldades na profissão de agrônomo ou veterinária, que na maioria dos casos irá trabalhar no campo e com poucos confortos.

Para tentar resolver esse problema, algumas faculdades promovem nas vésperas do início das inscrições de seus vestibulares, as chamadas feiras de profissões, onde se montam estandes com alunos que já estão cursando os cursos ofertados pela faculdade e até com a participação muitas vezes de profissionais que já atuam na área, para consultas e exposições sobre cada curso.

Isso é muito útil e necessário, para evitar futuras deserções durante o curso e até mesmo depois de formado, quando se percebe que se tomou o rumo errado, porém isso já causou muita perda de tempo e dinheiro, algumas vezes de escolas públicas.

Livros de histórias estão entre os mais vendidos no Brasil

Pesquisas recentes apontam que os livros versando sobre história estão entre os mais vendidos atualmente no Brasil. Dizem que de 10 livros vendidos 5 versam sobre história.

Um deles tem o título “1808”, do escritor Laurentino Gomes, que já vendeu mais de 600 mil exemplares desde 2007, quando foi lançado.

Este livro trata da história da vinda da família real ao Brasil naquele ano, fugindo da guerra de Napoleão. Trata das conseqüências e desfechos que a família real ocasionou por aqui.

O próprio escritor acha que o sucesso do livro está na linguagem utilizada, que trata a história com uma linguagem quase que jornalística, saindo da formalidade oficialesca dos livros escolares. Ele acha também que o brasileiro também está buscando no passado as explicações para o Brasil de hoje.

O escritor lançou agora o outro livro, com o título de “1822”, na mesma formatação do anterior, versando sobre a independência do Brasil.

Não li este livro ainda, mas dizem que ele traz alguns aspectos e esclarecimentos sobre a independência brasileira que até então não haviam sido tratados até aqui em livros de histórias normais.

A curiosidade está ocasionando uma verdadeira corrida até as livrarias e a expectativa é que este livro alcance o mesmo sucesso do anterior.
O escritor promete lançar daqui alguns anos mais um livro nesta linha, tratando da proclamação da república em 1889.

Poluição e o aditivo para carros a diesel

Os veículos movidos a diesel no Brasil são muito poluentes e muito pouco se fez até agora para diminuir isso.

Tempos atrás até se tentou obrigar a Petrobrás a fabricar o combustível dentro de padrões menos poluente, porém a pressão desta foi grande e tudo ficou como estava.

Esta semana, dia 13.07.2010, um acordo entre o IBAMA e o INNMETRO determinou que a partir de 2012 todos os veículos movidos a óleo diesel terão que emitir menos poluente.

Para isso todos os veículos novos movidos a óleo diesel, classificados como comerciais leves, pesados, semipesados e ônibus, ficarão obrigados a misturar um aditivo ao combustível, que está sendo chamado de ARLA 32, que se trata de uma solução aquosa de uréia, não tóxica, cuja função é diminuir a emissão de óxidos nitrosos.

O tal aditivo será vendido em concessionárias, postos de combustíveis e até em supermercados.
Como tudo aqui no Brasil, o ônus das medidas sempre fica com o consumidor e contribuinte e nunca para aqueles a quem deveria recair.

Spa para sesta nas cidades brasileiras

A sesta, que é o ato de dormir alguns minutos após o almoço, é muito praticada em alguns países, principalmente na Europa.

Alguns especialistas dizem que esta prática é muito bom para a saúde, ajuda no rendimento do trabalho, aumenta a inteligência e até para o coração faz muito bem.

Mas no corre – corre da atividade moderna, que nem mesmo tempo para almoçar se consegue, fica quase impossível esta prática. Como fazer se a pessoa trabalha na cidade e tem que almoçar perto do trabalho, sem poder ir para casa neste horário?

No Brasil não se tem o costume de sestear, porém algumas empresas dispõem de salas especiais para seus funcionários descansarem e se descontraírem após o almoço, com televisões e jogos. Algumas já estão dispondo também de salas especiais para aqueles que querem fazer a sesta, com poltronas reclináveis e luminosidade adequada.

Mas como fazer se não se dispõe de ambiente especial para isso no próprio local de trabalho? Em alguns países já se criaram uma espécie de spás, como é o caso de Londres e Nova York, onde se alugam por hora ou minutos lugares em salas especialmente preparadas para isso, com sons de cachoeiras, pássaros cantando e até músicas clássicas, para se tirar uma breve soneca após o almoço.

Dizem que aqui no Brasil está se copiando esta idéia e em alguns grandes centros, como o Rio de Janeiro, já existem estes spás, onde a um custo inferior a R$ 20,00 por hora a pessoa pode fazer sua sesta.

Assim como as lan houses, onde as pessoas podem acessar um computador e a internet, certamente em breve encontraremos estes locais de repousos em qualquer cidade brasileira, para poder tirar uma soneca após o almoço e desta forma enfrentar com mais disposição o restante do dia.

As implicações da mulheres com seus maridos em casa


Outro dia estava vendo em um programa de televisão as más condutas dos maridos em casa e as implicações de suas esposas.

Tem homem que realmente é muito relaxado e merece tais implicações. Mas parece que as atitudes erradas se repetem em quase todas as casas.

Atitudes como espalhar roupas sujas pelo chão, não baixar a tampa do vaso sanitário, e urinar fora do vaso estão entre as mais comuns.

Sobre esta última até existe uma piadinha, que a mulher exigiu que seu marido sentasse para urinar e verificou que a situação piorou. Até que certo dia ela o pegou no flagrante ao abrir a porta do banheiro naquela hora e verificar que o indivíduo estava sentado, porém no chão do banheiro e se esforçando para fazer com que o jato chegasse até o vaso….

Quanto lixo geramos em um só dia?

Como o ser humano é um grande gerador de lixo! Outro dia ao tomar o elevador em meu prédio, fiquei analisando a quantidade de pacotes de lixo que várias pessoas levavam até o depósito na garagem do edifício.

Basta um dia que o zelador deixe de retirar o lixo depositado, que a garagem fica cheia de pacotes. É impressionante como nós humanos somos capazes de gerar tanto lixo.

Observei que a maior parte do lixo era composto por restos de embalagens, predominando o material plástico, seguido de perto por papéis, depois vidros e latas.

Daí a necessidade de se reciclar, pois se tudo isso voltar para a natureza nesta forma, o meio ambiente vai se transformar em um grande lixão.

Outro lixo ainda mais grave, que quase não se vê, é o óleo de cozinha, que é lançado ao esgoto, indo causar uma poluição muito danosa aos rios. Este sim deve ser separado e acondicionado em recipientes adequados para ser entregue a um destino adequado, como fabricação de sabão e até para se transformar em biocombustível.

Em muitas cidades já existem programas e incentivos à coleta deste óleo, evitando que se lance ao esgoto, basta também que as pessoas se conscientizem da necessidade de se preservar o meio ambiente.

Cuidar do planeta Terra é uma obrigação de todo ser humano.

Como comprar um presente certo

Como é difícil comprar um presente!

Normalmente nos acostumamos a presentear crianças em seus aniversários. Isto até que é fácil, pois basta sabermos o sexo e a idade da criança e ir até uma loja de brinquedos.

Mas a coisa começa a se complicar quando vamos presentear um adolescente, que brinquedo simples já está fora de cogitação.

Principalmente nos dias de hoje, que a avalanche eletrônica tomou conta desta idade. Presentes eletrônicos são caros e quase sempre eles já os possuem. Roupas não são muito bem aceitas. Perfume é complicado e quase sempre erramos o gosto da pessoa. Jóias pode ser uma grande saída, porém não são baratas também.

A ocasião também é determinante para a escolha do presente, pois pode ser aniversário, casamento, festas como natal, final de ano, páscoa ou uma ocasião qualquer, bem como o grau de relacionamento que temos com a pessoa. Se o presente é para homem ou mulher, se é parente, namorada, namorado, amigo ou simplesmente um colega de escola ou trabalho.

Essa aflição tomou conta de mim recentemente. Que presente escolher para as bodas de ouro de um casal de amigos meus? Trata-se de um casal realizado, que têm tudo de que necessita e são de poucas vaidades. Até agora estou pensando nessa saída.

Comprar um imóvel ou aplicação financeira?

Sempre achei que aplicar o capital em imóvel é mais vantajoso que aplicar no mercado financeiro, por ser mais seguro.

Porém isso nem sempre é uma verdade e devemos tomar alguns cuidados. Devemos analisar muito bem o tipo de aplicação e a localização do imóvel.

Muitas pessoas já perderam verdadeiras fortunas comprando imóvel na planta, que nunca foram entregues ou não foram tomadas as medidas necessárias por ocasião da compra, como se documentar quanto às condições de tempo de entrega ou do memorial descritivo dos materiais a serem aplicados no imóvel que se está comprando.

Algumas vezes ficamos empolgados com a localização de um imóvel e não vemos o que poderá acontecer algum tempo depois, como por exemplo, se há algum terreno baldio nas proximidades, que poderá ser objeto de uma invasão e até de formação de uma favela, que repentinamente desvaloriza o nosso imóvel.

Há exemplos de desvalorizações de quarteirões inteiros e até de imóveis em uma cidade toda, pela extinção da atividade que puxou a população para aquele local. Isso já aconteceu em várias cidades brasileiras, como foi o caso há tempos atrás, com a entrada do calçado chinês no mercado norte-americano e até no Brasil, com preços competitivos, fazendo com que toda a atividade calçadista entrasse em declinio em certas regiões, como no Vale dos Sinos no Rio Grande do Sul e outras localidades, desvalorizando os imóveis locais, pois muitos imóveis estavam à venda e ninguém se interessava pela compra.

Conheço o caso de um cidadão que comprou um apartamento em uma região nobre e bem servida da cidade e quando já estava morando é que se deu conta que passava o trem em frente e havia um cruzamento nas proximidades, que além do grande barulho das máquinas para puxar o comboio ainda havia o estridente e agudo som das buzinas das máquinas. Ele havia vistoriado o imóvel antes da compra em um horário que o trem não estava passando e não foi capaz de antever as conseqüências, mesmo com a existência dos trilhos em frente.

Outro dia um outro comentava comigo que quando escolheu o terreno para comprar e construir sua casa, era uma rua sem saída e muito sossegada, com pouco movimento de veículos em frente, porém pouco tempo depois a rua foi aberta e o tráfego de veículos em frente ficou insuportável.

Outras vezes podemos escolher um apartamento pela sua ventilação e insolação e existir um terreno vago ao lado, onde em breve surge um edifício, tirando-nos os benefícios que nos levaram à escolha.

Outras vezes aplicamos em um imóvel e pouco tempo depois temos outra idéia, como a de abrir um negócio próprio, que vai exigir um bom capital, mas o imóvel que compramos não tem venda fácil e desta forma nossa aplicação ficou sem liquidez.
Por isso, nem sempre aplicar em imóvel é o melhor investimento.

Fiação elétrica e os postes nos centros urbanos

No nosso corre-corre diário, muitas vezes nem paramos para observar ao nosso redor.

Outro dia, observando da janela do meu apartamento e contemplando a cidade, comecei a me interrogar a respeito de tantas coisas que sequer questionamos e aceitamos incondicionalmente.

Entre tantas, uma é a quantidade de cabos elétricos e postes existentes numa cidade. Como seria a cidade sem essa parafernália aérea?

Como seria a cidade se os cabos todos fossem subterrâneos, em galerias, sem a existência dos postes?

Talvez os gastos fossem bem maiores e só poderia ocorrer em uma cidade previamente planejada, mas uma coisa é certa, aliviaria em muito o visual, já tão poluído nas cidades.

Trem bala brasileiro

Com a copa do mundo vindo para o Brasil, muitos projetos serão implantados. Uns são coerentes e benéficos, outros nem tanto.
Alguns empreendimentos não passarão de desperdício do dinheiro do povo, que a poucos servirão.

Um projeto que vem trazendo muita polêmica é o do trem bala, entre Rio de Janeiro e São Paulo. A candidata do governo se vangloria do tal projeto e o seu adversário oposicionista apresenta argumentos contrários, fortemente convincentes.

Para a candidata, o trem bala substituirá a ponte aérea entre os dois grandes centros urbanos, com grande economia de tempo e dinheiro aos usuários, pois as estações não precisariam ser distantes dos centros urbanos, como são os aeroportos.

Para o candidato oposicionista e para outros tantos, o dinheiro que será gasto neste projeto poderá ser usado de melhor maneira para resolver o transporte coletivo nestes centros, aplicando-se na melhoria do transporte coletivo, como metrôs, ônibus, trens urbanos e outras aplicações, que serviriam à maioria da população, principalmente a classe trabalhadora, ao contrário do trem bala, que serviria apenas a uma classe mais privilegiada.

Política à parte, a verdade é que realmente o investimento num projeto deste, que envolverá tantos recursos, há de ser bem analisado, verificando-se cuidadosamente o custo e benefício e se não há realmente outras prioridades, para as quais se tenha que direcionar os escassos recursos dos brasileiros, tão afogados com os altíssimos impostos e com tantas carências, não só quanto ao transporte coletivo, mas nas áreas de saúde, segurança, educação, habitação e tantas outras áreas desassistidas.